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CLIPPING SINDHOESG 08/11/18

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.

 

DESTAQUES

Cremego vai apurar perda de bebê no HMI
Ex-secretário condenado com outros 9 por desvios de recursos para tratamento contra o câncer diz que foi ‘injustiçado’
Goiás tem uma farmácia aberta a cada 27 horas

O POPULAR

Cremego vai apurar perda de bebê no HMI

Conselho afirma que pedirá informações sobre prontuário da gestante. Família da mulher diz que atendimento tardio foi responsável pelo fim trágico
O Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) afirmou nesta quarta-feira (7) que vai apurar a denúncia da suposta negligência no atendimento a uma gestante no Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiânia. O Conselho disse também que vai pedir informações sobre o que aconteceu e que isto pode resultar em uma sindicância. A unidade de saúde afirma que o atendimento foi prestado de maneira adequada e que a bebê da mulher atendida nasceu sem vida.
A família da cuidadora de idosos, Derenice de Souza Lima, de 25 anos, afirma que após um trabalho de parto de 15 horas, a filha que ela e o e encarregado Kleuber Lopes Cardoso, de 37, esperavam, nasceu morta por "descaso médico". Derenice deu entrada no HMI, já em trabalho de parto, às 5 horas. Às 19 horas, passou por uma cesárea de emergência na qual o bebê já nasceu sem sinais vitais, afirma a família.
A bolsa de líquido amniótico de Derenice estourou às 2 horas, de acordo com Kleuber. Inicialmente, o casal procurou atendimento na Maternidade Marlene Teixeira, em Aparecida de Goiânia, município onde a família mora. Ao chegarem à maternidade, segundo ele, os dois foram informados que o hospital estava lotado e foram aconselhados a se deslocarem para o HMI, em Goiânia. "Chegamos lá às 5 horas da manhã com uma toalha encharcada de líquido e eles só foram atender a Derenice as 9 hora da manhã", explica.
Ainda de acordo com informações da família, o atendimento ocorreu somente às 19h, durante a troca de plantão, os médicosdecidiram fazer uma nova aferição dos batimentos cardíacos do bebê, já que a mãe, após aguardar tanto tempo, começava a vomitar e desmaiar. "Nessa hora, os médicos viram que os batimentos do neném estavam reduzindo e finalmente levaram ela para a sala de cirurgia, para uma cesárea de emergência e nisso ela já nasceu morta, sem nenhum sinal vital", relembra Samilla Sousa, amiga da família.
O ginecologista/obstetra Aldair Novato Silva, tesoureiro do Cremego, diz que o caso é um dos desastres da obstetrícia. "Um bebê morrer durante um trabalho de parto, dentro de uma instituição, sem que a equipe tome conhecimento é uma falha grave do sistema. Lamentável", frisa. "É uma lástima. Por que essa paciente ficou esperando? Isso precisa ser avaliado".
A apuração vai ser iniciada com a coleta de informações na unidade de saúde onde Derenice foi atendida. "Nós vamos pedir o prontuário da paciente e certamente o caso se transformará em uma sindicância". "Nós vamos descobrir o que aconteceu e dar uma resposta para eles".
O corpo da criança foi sepultado nesta quarta-feira, mas a mãe não teve condições de acompanhar o enterro, disse o pai Kleuber.
Resposta
Em nota, o HMI disse que assim que os médicos perceberam a alteração cardíaca, foi solicitada uma cesariana de emergência e, ao realizarem o parto, o bebê nasceu sem vida. A maternidade afirma que Derenice recebeu os cuidados necessários. (Cinthía Barros é estagiária em convênio entre GJC e PUC-GO)
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PORTAL G1/GOIÁS

Ex-secretário condenado com outros 9 por desvios de recursos para tratamento contra o câncer diz que foi ‘injustiçado’
https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2018/11/08/ex-secretario-condenado-com-outros-9-por-desvios-de-recursos-para-tratamento-contra-o-cancer-diz-que-foi-injusticado.ghtml
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DIÁRIO DA MANHÃ

Goiás tem uma farmácia aberta a cada 27 horas

São 4.195 lojas em funcionamento no Estado. Mas esses dados alertam sobre o crescente uso inadequado de medicamentos
A cada 27 horas, uma drogaria ou farmácia é aberta em Goiás. Só entre julho de 2017 e junho deste ano, 315 novos estabelecimentos do tipo abriram as portas no Estado. Neste período, Goiânia ganhou mais 55 empresas do segmento, somando farmácias de grandes redes e drogarias de bairro, independentes. O levantamento é do Sincofarma-GO (Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Goiás).
Com 4.195 lojas em funcionamento, Goiás tem uma farmácia ou drogaria para cada 1,6 mil habitantes. A média nacional é de uma loja para cada 2,7 mil pessoas. Goiânia, onde há 982 empresas desse segmento, tem média ainda menor, de uma farmácia ou drogaria para cada 1,5 mil moradores.
Para o presidente Sincofarma-GO, Joáo Aguiar Neto a expansão do setor se dá como reflexo da alta competitividade nesse tipo de negócio e pela própria demanda da população do Estado. De 2010 para cá, o número de habitantes em Goiás cresceu 15%, saltando de 6 milhões para 6,9 milhões de pessoas.
Porém, esses números também revelam outro fator, o crescimento do uso inadequado dos remédios. "O medicamento, se utilizado de forma inadequada, pode causar mais danos do que benefícios", alerta a Agência Nacional de Vigilância Sanitária(Anvisa). Uma das consequências mais frequentes de atitudes como essas é a intoxicação.
"Medicamentos sào produzidos para beneficiar as pessoas, mas se não forem utilizados corretamente podem desencadear reações indesejáveis e até causar riscos severos â saúde", explica Lorena Baía, presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado de Goiás (CRF-GO).
Consumir medicamentos de forma inadequada ou usá-lo de fonna irracional também pode causar dependência e reações alérgicas. Além disso, a combinação errada de medicamentos diferentes também oferece riscos à saúde, já que um medicamento pode anular ou potencializar o efeito do outro. "Aauto-medicação leva ao agravamento da doença, já que a utilização inadequada de medicamentos pode esconder determinados sintomas e fazer com que a doença evolua de fonna mais grave", observa a Anvisa.
Os danos causados por medicamentos, além de graves, custam R$ 60 bilhões ao ano para o Sistema Único de Saúde (SUS). A cada real investido no fornecimento de medicamentos, o governo gasta cinco reais para tratar as morbidades relacionadas a remédios. As mais onerosas sào as causadas por reações adversas, 39% dos gastos, pela não adesão ao tratamento que são 36%, e pelo uso de doses incorretas, 16%.
Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 70% dos pacientes com hipertensão, diabetes ou díslipidemias, em sua maioria, usuários de vários medicamentos, não conseguem controlar suas doenças mesmo tendo diagnóstico e prescrição de médicos.
Em outro estudo, o óigào apurou que 82% dos pacientes que utilizavam 5 ou mais medicamentos de uso contínuo o faziam de forma incorreta ou demonstravam baixa adesão ao tratamento. Um em cada três pacientes abandonou algum tratamento, 54% omitiram doses, 33% usaram medicamentos em horários errados, 21% adicionaram doses não prescritas e 13% não iniciaram algum tratamento prescrito.
Segundo a professora Julieta Mieko Ueta da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, em entrevista ao Saúde sem Complicações, uma dor de cabeça pode ser resolvida com a automedicaçào, mas o médico deve orientar qual é o mais indicado para o paciente, principalmente para grupos de risco, como idosos e crianças. "É preciso conhecer o que o seu corpo permite e qual substância pode fazer mal',"explica.
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Rosane Rodrigues da Cunha
Assessoria de Comunicação


Assessoria de Comunicação - Sindhoesg - 08/11/2018

 

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