Clipping

CLIPPING SINDHOESG 06/12/18

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.

 

DESTAQUES

Polícia apura novas reclamações contra médico condenado a indenizar pacientes em Goiânia
Polícia do DF ouve vítimas do médico que deformou pacientes
Usado em bioplastias, PMMA é barato e legalizado, mas pode trazer riscos
Clínicas populares surgiram de deficiências do SUS e dos planos, diz médico
Planos de saúde: uma nova resolução da Agência Nacional de Saúde garante mais direitos aos clientes
Mais Médicos: pediatra que chefiará programa é contra médicos cubanos
A vida volta ao Hutrin


TV ANHANGUERA/GOIÁS

Polícia apura novas reclamações contra médico condenado a indenizar pacientes em Goiânia
http://g1.globo.com/goias/videos/t/todos-os-videos/v/policia-apura-novas-reclamacoes-contra-medico-condenado-a-indenizar-pacientes-em-goiania/7210891/
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TV RECORD/DF

Polícia do DF ouve vítimas do médico que deformou pacientes
http://linearclipping.com.br/cfm/site/m012/noticia.asp?cd_noticia=55227455
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JORNAL DE BRASÍLIA

Usado em bioplastias, PMMA é barato e legalizado, mas pode trazer riscos
Ana Lúcia Ferreira
Raphaella Sconetto

O polimetilmetacrilato, popularmente conhecido como PMMA e utilizado em bioplastias, não é proibido no Brasil. O uso é regulamentado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas não há qualquer especificação da quantidade máxima que pode ser aplicada em procedimentos estéticos. A falta de regulação é uma crítica de médicos especialistas em dermatologia e em cirurgia plástica, que são os mais recomendados para realizar os tratamentos estéticos.
O debate sobre o uso do PPMA veio à tona após pacientes denunciarem o médico Wesley Murakami , insatisfeitos com o resultado das intervenções faciais. Segundo os reclamantes, Murakami utilizaria o plástico nos procedimentos em quantidade exagerada. Diante disso, o Jornal de Brasília ouviu especialistas para explicar quando, como e em quais quantidades seu uso é recomendado. A Sociedade Brasileira de Dermatologia no DF (SBDDF) e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica no DF (SBCP) têm o mesmo discurso: o PMMA só pode ser usado em casos específicos.
Leia Mais: Repórter do JBr. se consulta com médico denunciado por pacientes
Ilegal, não é
César Augusto Daher, secretário da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica no DF (SBCP), ressalta que, desde 2005, a entidade não recomenda a utilização do composto em procedimentos estéticos como a bioplastia facial. O especialista alerta que existe no mercado PMMA de alta e baixa qualidade e que, por mais que não haja a recomendação do uso, o profissional que opta por trabalhar com o composto não está irregular.
Milhares de pacientes com complicações
Um estudo de 2017 da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostra que o polimetilmetacrilato provocou deformidades e complicações em cerca de 17 mil pacientes em todo o País. Essa é a estimativa do número de pessoas que precisaram recorrer a cirurgiões plásticos a fim de reparar os problemas causados pelo produto entre maio de 2015 e de 2016.
O médico César Augusto Daher alerta que os danos causados por uso inadequado do PMMA são graves e, por vezes, irreversíveis. "O paciente que precisa retirar o composto do local onde a aplicação foi inadequada deverá ser submetido a procedimento cirúrgico. A depender do caso, pode gerar defeitos para a vida toda, pois retirar o produto depois de aplicado é muito mais difícil e nem sempre possível. O produto se infiltra em outras camadas do corpo", revela.
A médica Simone Karst, por outro lado, acrescenta que as consequências podem chegar à morte, como foi o caso da bancária Lilian Calixto, de 46 anos, que faleceu em julho deste ano após passar pelo preenchimento com o médico Denis Cesar Barros, conhecido como Doutor Bumbum . "A aplicação em grande quantidade não é segura e tem resultados imprevisíveis. Em alguns casos, o PMMA pode dar inflamações, nódulos, necrose e até a morte", alerta.
Qual especialista?
Por parte da Anvisa, não há qualquer indicação de quais especialidades médicas são as indicadas para prescrever o polimetilmetacrilato. Para a agência, basta que o médico seja treinado. "Não é competência da Anvisa regulamentar ou regular o exercício da profissão médica e qual especialidade pode dispensar determinados produtos", alegou, em nota.
Por conta dessa brecha na regulação, Wesley Murakami atua sem medo. O médico sequer possui registro de sua especialidade médica. Tudo isso, porém, não o torna ilegal. Segundo César Augusto Daher, o próprio Conselho Federal de Medicina (CFM) não impede um médico sem especialização de exercer qualquer atividade dentro da Medicina. "Não existe nenhuma norma que regulamente essa questão. A partir do momento que o médico tem registro, ele é apto a exercer a Medicina, independente da especialidade", critica.
Daher reforça que existe, há cerca de cinco anos, uma solicitação por parte da SBCP para que o CFM publique a regulamentação das exigências necessárias de cada especialidade da Medicina para que o profissional possa atuar. No entanto, o processo segue parado no Conselho. O especialista defende que todo profissional seja especialista na área que deseja atuar. "Quanto mais aprofundamento na área o profissional tiver, a chance de cometer algum erro ou deslize diminui. Não existe a isenção, porém, o risco é menor", enfatiza.
A falta de indicação de especialidade é também uma crítica da presidente da Sociedade de Dermatologia no DF. "Precisamos de uma lei que regulamente, que organize isso. Está muito solto e não pode ser assim. Se o entrave for a falta de artigos científicos que demonstrem os danos que podem ser causados pelo uso indiscriminado do PMMA, isso é o que mais tem. Quem o aplica sem qualquer critério precisa ser punido", cobra Simone.
Questionada, a Anvisa informou que existe uma única regulamentação do PMMA, e que, no momento, "não há propostas de novos regulamentos em trâmite na Casa".
Saiba Mais
Em Goiás, o médico Wesley Murakami responde a 11 processos, conforme consulta ao site do Tribunal de Justiça. No entanto, são sigilosos. Na Corte do DF, o médico é citado em um processo em aberto.
A reportagem procurou tanto o Ministério Público do Distrito Federal como o de Goiás para saber se há alguma providência em andamento. Em ambos, não foi possível identificar ações. O MPDFT explicou que a não localização não significa que não haja investigação, "porque pode haver procedimentos sigilosos que não aparecem na busca".
Por outro lado, o Ministério Público de Goiás, por meio de sua assessoria, indicou que os processos podem não aparecer no sistema por ser uma investigação recente.
Fique de Olho
Vai fazer uma cirurgia ou procedimento?
Saiba o que pesquisar
Consulte o registro do médico no CRM e verifique suas especialidades. O site é http://www.crmdf.org.br .
No caso de cirurgiões plásticos, o paciente pode consultar o site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e verificar o registro de especialidade do profissional. Tudo está no site www.cirurgiaplastica.org.br .
Procure indicações de pessoas reais que já fizeram o procedimento. Se possível, converse com algumas delas.
Procure indicações por médicos da família ou conhecidos que mostrem o que deve ser pesquisado.
Cheque na internet se há reclamações ou denúncias relacionadas ao profissional.
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FOLHA ONLINE

Clínicas populares surgiram de deficiências do SUS e dos planos, diz médico

Remuneração do médico e falta de informatização estão entre principais problemas para sistema brasileiro

As clínicas populares, alternativas para quem não tem plano de saúde ou não quer recorrer ao SUS, surgiram devido a falhas dos sistemas público e privado de saúde do país, segundo o médico Salomão Rodrigues, coordenador da Comissão Nacional de Saúde Suplementar do Conselho Federal de Medicina.
Baixa remuneração e desvalorização do médico --frutos de uma visão mercantilista que predomina no setor e que leva o médico a receber cada vez menos e trabalhar mais horas do que antigamente-- estão entre as principais deficiências da saúdebrasileira, diz Rodrigues.
Falta diálogo entre as partes do sistema de saúde, principalmente entre médicos e administradoras de planos de saúde. "O sistema só vai ter seus problemas sanados se houver parceria", afirmou durante o 2º fórum Saúde Suplementar, realizado pela Folha nesta quarta-feira (5), em São Paulo.
"A operadora de saúde não aprendeu a cultivar uma boa relação com o médico. Ela precisa entender que, se o paciente fica satisfeito com o atendimento, quem fez isso acontecer foi o médico, e esse profissional é o cliente da operadora."
Parte dos desperdícios motivados pelos numerosos pedidos de exames também são responsabilidade das operadoras, que não disponibilizam um histórico informatizado do paciente para o médico, forçando assim o pedido de novos testes, de acordo com Rodrigues.
Para Emilio Puschmann, fundador e copresidente da Amparo Saúde, as clínicas populares nasceram com motivo nobre, mas hoje têm conflitos de interesses profundos. Um deles é o fato de muitas dessas clínicas realizarem os exames pedidos pelos seus próprios médicos, como forma de aumentar lucros.
"As clínicas populares não devem fazer exames nem incentivar os pacientes a usarem qualquer especialidade sem orientação", disse Puschmann.
A Amparo oferece assinatura para consultas médicas, nos modelos de serviços de streaming de vídeo como Netflix. O cliente paga um valor mensal para ter acesso a consultas com profissionais de medicina da família (médico, enfermeiros e equipe multidisciplinar). As mensalidades custam a partir de R$ 49, e os exames têm preço de custo, segundo o executivo.
Novos modelos de negócios, como o da Amparo, são sinal de mudanças comportamentais na sociedade, de acordo com Mara Redigolo, cofundadora do aplicativo de saúde Dandelin. A plataforma também funciona como um serviço de assinaturas para consultas, em que o custo de todas as consultas realizadas é rateado mensalmente entre todos os assinantes. O valor, porém, nunca é superior a R$ 100, e o excedente, se houver, é assumido pelo aplicativo.
Segundo Mara, o aplicativo traz de volta um senso de comunidade há muito tempo perdido e mostra que é possível buscar soluções fora dos métodos tradicionais.
O evento, promovido pela Folha , foi patrocinado pela administradora de benefícios Qualicorp e a operadora de planos de saúde Unimed, e teve apoio da Anab (Associação Nacional das Administradoras de Benefícios) e da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar).
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O SUL

Planos de saúde: uma nova resolução da Agência Nacional de Saúde garante mais direitos aos clientes

Assim como acontece atualmente com os planos individual, familiar ou coletivo por adesão, a partir de junho do próximo ano, os usuários de planos coletivos empresariais de saúde poderão mudar de plano de saúde ou de operadora sem ter que cumprir período de carência. A resolução foi aprovada na terça-feira (4) pela diretoria colegiada da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e deve ser publicada ainda esta semana no DOU (Diário Oficial da União).
Além disso, a resolução também prevê a retirada da exigência da chamada "janela" (prazo para exercer a troca) e deixa de exigir compatibilidade de cobertura entre planos para o exercício da portabilidade, devendo o consumidor cumprir carência apenas para as coberturas não contratadas no plano de origem.
O diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Rogério Scarabel, explica que a concessão do benefício para quem tem planos coletivos empresariais era uma demanda importante na agenda regulatória. Os planos empresariais representam quase 70% do mercado e dispõem da mesma cobertura assistencial dos demais planos.
"A portabilidade de carências passa a ser um direito efetivo de todo consumidor de planos de saúde e vai ser mais representativa no mercado", afirma o diretor.
A medida da ANS é ainda mais relevante para os beneficiários demitidos ou de contratos com menos de 30 vidas, que precisariam cumprir novos períodos de carência ao mudar de plano de saúde. Hoje, quando um empregado deixa a empresa ou se aposenta, há normas que legislam sobre sua permanência no plano mediante a contribuição. O que a portabilidade faz é ampliar o direito desse beneficiário, que pode escolher outro produto tendo respaldada sua cobertura sem prazos extras de carência. As novas regras, segundo a ANS, também são válidas, inclusive, para os que pediram demissão.
"No caso desses, é concedido um prazo de 60 dias para a portabilidade de carências, contados a partir da data de ciência do beneficiário do cancelamento do seu plano, em decorrência do pedido de demissão", explica a ANS.
Segundo o especialista em Direito da Saúde Elano Figueiredo, a nova norma da ANS vai incentivar o poder de escolha do consumidor.
"Essa resolução preserva e busca estimular a mobilidade entre os planos. Ela incentiva a eficiência. Ou seja, o consumidor vai para o tipo de plano que quiser.
Isso é muito bom para o mercado", ressalta o especialista.
Porém ele tem suas ressalvas quanto a outro ponto em destaque - a possibilidade de o usuário do plano coletivo poder migrar para um individual sem carência.
"O grande problema, nesse caso, é a opção desse tipo de plano atualmente. São poucas operadoras que ainda comercializam planos individuais e essa nova regra pode ter um efeito ainda mais negativo sobre essa oferta. E você só poderá portar do coletivo para o individual se existir o plano individual", justifica Figueiredo, que acredita que essa é uma grande interrogação da resolução.
"Precisaremos esperar a publicação da norma para observar a postura do governo em relação aos planos individuais", pontua.
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METRÓPOLES


Mais Médicos: pediatra que chefiará programa é contra médicos cubanos

Convite para assumir a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde foi feito pelo futuro ministro Luiz Henrique Mandetta
A pediatra Mayra Pinheiro foi convidada para assumir a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (STGES). O convite foi feito pelo futuro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS). A pediatra ganhou projeção nacional ao se opor à participação de médicos cubanos no Programa Mais Médicos , uma das atribuições da secretaria que Mayra assumirá. As informações são do site UOL .
No início da tarde desta quarta-feira (5/12), a médica fez uma postagem em sua página na rede social Facebook de uma foto onde aparece ao lado de Mandetta. Na legenda, ela confirma ter aceitado o convite do futuro ministro e diz que trabalhará incansavelmente ao lado de Mandetta ( confira abaixo ).
O próximo ministro da Saúde é deputado federal e líder da Frente Parlamentar da Medicina, de onde partiu a indicação da pediatra. Mayra Pinheiro é professora universitária e presidiu o sindicato dos médicos de 2015 a 2018. Ela também fez parte da Frente Parlamentar de Saúde no Congresso, onde participava como integrante da sociedade civil.
Em 2013, médicos cearenses tiveram visibilidade nacional ao receber os profissionais cubanos participantes do Mais Médicoscom vaias e gritos de "escravos". Mayra Pinheiro nega a participação no ato, mas diz que sempre foi contra a maneira como o programa foi formado. "A minha posição sempre foi de ser contra não à vinda de cubanos, mas de intercambistas sem revalidação e pessoas que vieram do programa de cooperação internacional", disse .
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DIÁRIO DA MANHÃ

A vida volta ao Hutrin

Hospital de Urgências de Trindade tem partos e cirurgias eletivas incrementados após nova Organização Social assumir a gestão de unidade
As cirurgias eletivas, que não são de emergência, principalmente as de parto cesariano foram retomadas e até incrementadas no Hospital de Urgências de Trindade (Hutrin). A normalidade nos atendimentos acontecem desde que a nova Organização Social assumiu a gestão do hospital que atende Trindade e algumas outras cidades da região
O Instituto CEM foi escolhido pela Secretaria Estadual de Saúde para gerir o Hutrin e assumiu os serviços no último dia 27 de novembro. Desde então os trabalhos foram intensificados no sentido de recolocar a máquina para funcionar e garantir estabilidade para trabalhadores, fornecedores e prestadores de serviço.
Para o presidente do Conselho de Administração do CEM, Thadeu Grembecki, o importante é manter o equilíbrio dos serviços e garantir a manutenção do atendimento para a população. "O Hutrin atende casos de média e baixa complaxidade ejá há uma cultura da população de Trindade e outras cidades da região em encaminhar casos de partos cesáreos para a unidades e temos de garantir atendimento com padrão de excelência para todos os que nos procurarem" explica.
Mulheres e trabalho de parto que necessitam de atendimento para parto cirúrgico já sabem que podem procurar a unidade e essa informação corre para secretarias de saúde de municípios virinhos. Isso é pata todos os pacientes que procuram a unidade, mesmo de municípios que não estejam pactuados no Sistema Único de Saúde com Trindade.
As cesarianas são marcadas para todas as terças e quintas-feiras, em geral. Mas, se aparecer alguma fora do dia agendado são feitas em regime de urgência. Na última terça-feira, 4, foram oito cesarianas realizadas no Centro Cirúrgico do Hutrin. Tbdas com sucesso absoluto, com mães e bebês passando bem e aguardando alta médica. Cada parturiente é alocada na enfermaria em que ficam no máximo quatro mães com seus bebês e acompanhantes. Para cada acompanhante há uma cadeira de descanso redinável, refeições servidas ao longo do dia para todos e uma televisão para distrair a tensão do cuidado com os recém-nascidos
Algumas mães são marinheiras de primeira viagem e abusam das acompanhantes - geralmente as avós ou tias - para não deixarem suas crias chorarem sem razão Outras já são veteranas na maternidade e sabem de cor o ritual para não estressar com a maternidade.
CUIDADO
É o caso da auxiliar de produção Tauane Nascimento, que aos 30 anos deu à luz sua sétima filha, a pequena Evellyn. Mesmo não sendo moradora de Trindade ela conseguiu atendimento fácil e internação para cirurgia no Hutrin. "Moro com minha família em Abadia de Goiás e fiz apenas duas consultas aqui antes do parto. Mesmo assim fui multo bem recebida e o cuidado com a gente é muito grande, tanto por parte dos médicos como dos técnicos e enfermeiros" comenta. Ela avalia que o serviço prestado é superior à média do que se vê na saúde pública. "Não há nada a acrescentar aqui, somos muito bem atendidas e o cuidado é fantástico'', avalia.
A técnica em enfermagem Valdelúcia da Costa Miranda é moradora de Trindade e está no Hutrin há três anos Ela avalia que a assunção dos serviços pelo CEM deu ânimo aos trabalhadores porque há mais segurança agora, além da retomada dos serviços auxiliares da saúde. "Agora sabemos que vamos ter nossos empregos mantidos, os atendimentos foram retomados em sua plenitude e até o astral melhorou''. Para Valdelúcia até a abordagem com os pacientes mudou, em função da nova realidade. Ela elogia até a nova prestação de serviços de lavanderia, "Os conjuntos agora vêm bem passados, embalados de forma esterilizada e com outra qualidade'", finaliza.
A direção do Hutrin informou que ações sociais com a comunidade estão sendo preparadas para aproximai- a comunidade do hospital e ampliar o leque de conhecimento da população com o serviço de emergência da unidade.
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Rosane Rodrigues da Cunha
Assessoria de Comunicação


Assessoria de Comunicação - Sindhoesg - 06/12/2018

 

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