Clipping

CLIPPING SINDHOESG 06/02/19

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.

DESTAQUES

Hospital São Cottolengo retoma atendimentos após suspensão por falta de verba, em Trindade
Menino que estava na fila de espera por um transplante consegue doador
Após críticas, CFM vai aperfeiçoar norma sobre telemedicina
Conselhos estaduais criticam aval a consultas médicas online
Startups viram opção para quem não tem seguro saúde
Os planos de saúde discutem a cobrança por consultas médicas via internet
Caiado diz que estrutura do HMI é inaceitável e busca parceria para redirecionar atendimentos


TV ANHANGUERA/GOIÁS

Hospital São Cottolengo retoma atendimentos após suspensão por falta de verba, em Trindade
http://g1.globo.com/goias/videos/t/todos-os-videos/v/hospital-sao-cottolengo-retoma-atendimentos-apos-suspensao-por-falta-de-verba-em-trindade/7358416/
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Menino que estava na fila de espera por um transplante consegue doador
http://g1.globo.com/goias/videos/t/todos-os-videos/v/menino-que-estava-na-fila-de-espera-por-um-transplante-consegue-doador/7358412/
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VALOR ONLINE

Após críticas, CFM vai aperfeiçoar norma sobre telemedicina

SÃO PAULO  - O Conselho Federal de Medicina (CFM), após ser duramente criticado pelos conselhos regionais em todo o país, decidiu aperfeiçoar a resolução 2.227/18, que regulamenta a prática da telemedicina -- aquela que permite fazer consultas médicas, traçar diagnósticos e até cirurgias à distância.
Para isso, o CFM informou que continuará a promover debates, inclusive com consulta pública . A próxima oportunidade para discutir o tema, diz a nota, será durante o II Fórum de Telemedicina, na sede do CFM, em Brasília, nesta quinta-feira, 7 de fevereiro.
Conselhos regionais de várias partes do país como os de Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro publicaram comunicados dizendo que não haviam participado das discussões e que tinham críticas e sugestões a apresentar. Estas entidades regionais pediram ao CFM que não publicasse a resolução no Diário Oficial da União (DOU) nesta semana, como previsto.
Os sindicatos dos médicos do Ceará e da Paraíba chegaram a pedir a suspensão imediata da resolução. Disseram que os critérios adotados em uma consulta presencial garantem segurança a médicos e pacientes. Compreendem a importância da tecnologia na área da saúde, mas pedem que seu uso seja feito de maneira democrática e transparente.
O cardiologista Iran Gonçalves, colunista sobre assuntos de saúde do Valor , disse que a tecnologia não pode ser usada para afastar o médico do paciente. Nos Estados Unidos e na Europa temos visto movimento no sentido contrário, de aproximar médicos e pacientes . Uma consulta médica, ou mesmo uma cirurgia, à distância deveria ser feita em casos excepcionais, quando o paciente de fato está em uma área remota e precisa ser atendido de forma urgente. Gonçalves sentiu falta na resolução de um capítulo que trate de responsabilidades na prática da telemedicina. Se algo der errado, quem se responsabiliza? .
O CFM repudiou as críticas infundadas . Informou que o texto aprovado pelo plenário do CFM é resultado de dois anos de discussões, durante os quais especialistas e representantes da comunidade médica, das sociedades de especialidade e dos conselhos regionais de medicina foram convidados a participar no estabelecimento de critérios para a prática da telemedicina no Brasil .
As novas regras, segundo o CFM, garantem parâmetros técnicos, legais e éticos, como a preservação do sigilo e da confidencialidade .
O CFM lembrou que a resolução exige que a primeira consulta seja feita com médico e paciente presentes no mesmo local e só depois, se ambos concordarem, as consultas seguintes seriam feitas à distância. E destacou que a relação médico-paciente de modo virtual é permitida na cobertura assistencial em ÁREAS GEOGRAFICAMENTE REMOTAS [sic], desde que existam as condições físicas e técnicas recomendadas e profissional de saúde .
O CFM deu a entender, no comunicado, que a resolução poderia ser modificada mesmo depois de publicada como ela está agora. A resolução entrará em vigor 90 dias depois de ser publicada no Diário Oficial da União (DOU).
O CFM lamentou atitudes daqueles que esqueceram critérios como a autonomia institucional e a cultura do diálogo no âmbito da autarquia ao assumirem posicionamentos públicos contrários à regra . E também lamentou ataques repletos de inverdades que, nesse momento, favorecem a confusão e a disseminação da desinformação junto à classe médica e à sociedade em geral .
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O ESTADO DE S.PAULO

Conselhos estaduais criticam aval a consultas médicas online

Regionais cobram mais discussão pelo CFM e apontam até conflito de interesse; colegiado mantém publicação
A resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que permite consultas, triagem e até cirurgias a distância irritou parte dos conselhos estaduais da profissão.
Em notas divulgadas ontem, médicos que integram representações regionais afirmam que não participaram da discussão, apontam fragilidades no texto e, sobretudo, avaliam que, da forma como está, a resolução pode provocar uma distância entre o profissional e o paciente. Entidades pedem também adiamento da regra.
Profissionais ouvidos pelo Estado afirmam ainda haver conflito de interesse no preparo das novas normas. O filho do relator da resolução, Aldemir Soares, é funcionário de uma empresa de telemedicina. Questionado, o Conselho Federal de Medicina afirmou apenas que o relator não é sócio de empresas de telemedicina, mas não esclareceu qual a participação do filho de Soares na instituição.
Em nota divulgada ontem, o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) solicitou que o CFM não publique a resolução até que todas as etapas de discussão sejam esgotadas.
"O Cremesp não é conivente com a resolução e questiona seu real propósito", informa.
Críticas semelhantes foram feitas pela diretoria dos conselhos regionais de Bahia, Rio, Piauí e Rio Grande do Sul.
Em comunicado colocado no site, o Conselho Regional da Bahia afirmou que o texto da resolução preparada pelo CFM deixa vulnerável tanto o profissional quanto o paciente. Uma das maiores críticas é a possibilidade de a primeira consulta ser feita a distância.
Essa previsão ocorre nos casos em que pacientes vivem em regiões remotas. O texto não deixa claro, no entanto, o que significa isso. Além de conselhos regionais, sindicatos também fizeram críticas.
Defesa. Procurado, o CFM argumentou que o texto foi discutido dois anos em seminários com ampla divulgação e presença de integrantes de conselhos regionais, que as novas regras garantem parâmetros técnicos e éticos e a data para publicação da resolução está mantida. A entidade afirmou ainda que, após a resolução, alguns pontos poderão ser discutidos, sem mudar a essência do texto.
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Startups viram opção para quem não tem seguro saúde

Toda semana ao menos um paciente do cirurgião cardiovascular Marcus Vinicius Gimenes lhe fazia o mesmo pedido. "Doutor, não tenho mais plano de saúde, o senhor pode me dar um desconto na consulta particular?" De tanto ouvir a frase, Gimenes usou sua veia empreendedora para criar o Consulta do Bem. A startup, baseada no conceito de economia compartilhada, oferece consultas, exames, vacinas e até cirurgias a preços acessíveis para quem não tem plano de saúde.
A empresa foi comprada, há cerca de um mês, pela BenCorp, gestora especializada em benefícios de saúde para o setor corporativo. Gimenes, porém, não foi o único a explorar o filão: há diversas startups surgindo com foco em quem não tem seguro-saúde. De 2014 para cá, o total de brasileiros clientes ativos desse setor caiu 6%, para menos de um quarto da população.
Assim como outros exemplos da economia compartilhada, o segredo do Consulta do Bem é usar recursos subaproveitados - no caso, horários vagos de médicos em seus consultórios. Com o apoio da tecnologia, é possível aproveitar o efeito de rede para ocupar esses espaços. Na média, diz Gimenes, esse tempo ocioso corresponde a metade do período de trabalho dos profissionais.
Ao usar o serviço da startup, o paciente agenda uma consulta com um dos 3 mil profissionais cadastrados na plataforma, a partir de horários previamente oferecidos pelo médico. O pagamento é feito na hora, pela internet - e cada sessão sai por R$ 100, um terço do preço de uma consulta normal. "Como o pagamento é feito antes da consulta, as ausências despencam. O paciente consegue pagar menos, e o médico aproveita melhor seu tempo", diz o fundador da Consulta do Bem.
Para os pacientes, a empresa tem um sistema parecido com o do Dr. Consulta, pioneira no setor, criada em 2011. Pelo site ou aplicativo da empresa, é possível agendar visitas a médicos, dentistas, marcar exames e pequenas cirurgias. A diferença é que os profissionais do Dr. Consulta atendem não em consultórios próprios, mas nas mais de 60 clínicas da startup, hoje distribuídas entre São Paulo e Rio de Janeiro.
Clube. A tecnologia também foi o que permitiu o nascimento da Dandelin, em abril de 2018. É uma espécie de clube de saúde: o usuário acessa o app da empresa e, se precisar, marca seu procedimento com um dos mais de 400 médicos cadastrados. No fim do mês, a startup soma quantas consultas foram realizadas por seus clientes e divide os custos entre os "sócios".
O usuário, portanto, paga uma assinatura de custo variável - algo como a conta de água em um condomínio, por exemplo. Pode haver mês que o usuário fez cinco consultas e paga o equivalente a uma, assim como mês em que ele não vai ao médico e terá de pagar. "Invariavelmente, é bem menos que o valor da mensalidade do plano. Hoje, o máximo que se paga são R$ 100 por mês", diz Mara Redigolo, cofundadora e diretora de operações da Dandelin.
Tendência. Para especialistas, os serviços que miram aqueles que não têm planos de saúde tendem a crescer, porque há indícios de que os convênios médicos fiquem ainda mais caros. "A população está envelhecendo, o que aumenta a incidência de doenças crônicas e a complexidade nos tratamentos, subindo também o custo das mensalidades", afirma Leonardo Nunes, especialista em saúde da Cèdre Consultoria.
Além disso, o número de profissionais informais ultrapassou o de trabalhadores com carteira assinada pela primeira vez em cinco anos em 2017 - situação que ainda não foi revertida. Hoje, os planos de saúde individuais chegam a ser até 58% mais caros do que os coletivos, dependendo da região do país, o que torna os convênios inacessíveis para mais pessoas - os dados são da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Integração. Depois de se formar na Universidade Harvard e trabalhar dois anos no Quora, rede social de perguntas do Vale do Silício, a engenheira Deborah Alves voltou ao Brasil em maio de 2018 para colocar no ar a Cuidas, serviço voltado à saúde da família. Com foco corporativo, a companhia já conquistou cinco empresas como clientes - cada uma delas paga R$ 70 por mês para cada funcionário cadastrado, que pode usar serviços de acompanhamento de sua saúde. Além de consultas marcadas, a Cuidas também deixa que o usuário tire dúvidas em tempo real, pelo celular, resolvendo problemas comuns ou indicações de especialistas.
"Para empresas que têm plano, é algo que diminui a sinistralidade e as faltas de funcionários que vão ao médico", diz Deborah. "Já para as corporações que não têm, é um benefício que pode ajudar a atrair talentos." Apesar de ter menos de um ano, a Cuidas já recebeu investimentos dos fundos Kaszek Ventures e Canary. Além da mensalidade paga pelas empresas, a Cuidas também fatura por consulta - recebe, em média, R$ 20 por sessão agendada.
Atuar ao lado dos planos de saúde também é a meta da Central da Saúde, fundada em 2011 pelo empreendedor Bruno Peres. A empresa leva fonoaudiólogos, fisioterapeutas e outros profissionais à casa dos pacientes - muitas vezes, esses tratamentos não são cobertos pelos planos de saúde. Com mil profissionais parceiros, que realizam, em média, 5 mil procedimentos por mês, a empresa fechou 2018 com receita na casa de R$ 4 milhões. "O médico salva, mas é o fisioterapeuta que devolve a vida ao paciente", brinca Peres.
Prevenção também vira negócio para startups
A administradora Luísa Cusnir trabalhava na divisão de saúde de uma corretora de seguros e decidiu pesquisar por que o número de sinistros era tão alto. Descobriu que a maior parte das doenças - inclusive aquelas tratadas em pronto-socorro, como enxaqueca e sinusite - poderiam ser evitadas com prevenção baseada em alimentação adequada. Com esses dados em mãos, fundou em 2016 a N2B, empresa que auxilia as pessoas a se alimentarem melhor.
Após receber investimento de R$ 150 mil da aceleradora de startups Ace há dois anos, além de um aporte recente e de valor não revelado da Sociedade Israelita Albert Einstein, a empresa soma 700 novos cadastros ao dia; hoje, já tem 60 mil usuários.
Os clientes podem mandar para a N2B quantas vezes quiserem imagens de suas refeições e um time de nutricionistas os ajudam remotamente a entender se estão se nutrindo de acordo com suas necessidades de saúde. "Só o fato de nos enviar as imagens dos alimentos já melhora a consciência sobre o quanto aquilo é saudável e, assim, tendem a ter menos de ir ao médico ou hospital", explica Luísa.
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O SUL

Os planos de saúde discutem a cobrança por consultas médicas via internet

O atendimento médico à distância deve se tornar uma prática bastante comum nos planos de saúde com a edição da resolução pelo Conselho Federal de Medicina (2.227/18), que define regras para telemedicina e teleatendimento.
Agora a discussão diz respeito à cobrança das consultas.
Esse tipo de atendimento já vinha sendo adotado, há cerca de três anos, por operadoras que mantêm programas de atenção primária, como médico de família. E um dos resultados apurados é a redução de 30% das idas ao pronto-socorro entre os usuários com acesso a esse serviço, segundo a Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo).
Cadri Massuda, presidente da Abramge PRSC e do sindicato do setor, diz que uma discussão em curso é sobre o pagamento desse atendimento.
"Estamos discutindo, por exemplo, se nos planos em que há coparticipação por consulta haveria cobrança por esse atendimento, se seria o mesmo valor. Mas, o mais importante, é o respaldo que a resolução traz para essa atividade, deixando claras as condições para o atendimento à distância, a necessidade de segurança e sigilo para armazenamento de dados", afirma Massuda.
Ele ressaltou os custos desse sistema.
"Trata-se de uma estrutura cara que deverá ser mais utilizada por grandes empresas, mas que possibilitará, por exemplo, um melhor acompanhamento de doentes crônicos." A SulAmérica, que já dispunha teleatendimento, lançou, na segunda-feira, um serviço de teleorientação pediátrica que poderá ser usado por 93 mil beneficiários da empresa até 12 anos de idade.
A consulta será realizada por vídeo e não terá custo adicional para o segurado. Erika Fuga, diretora da seguradora, diz que o serviço pode ser ampliado para outras especialidades.
"Os primeiros números, apesar de não muito significativos pelo volume de atendimento, mostra que 85% dos casos foram resolvidos no atendimento à distância.
Mantemos um monitoramento nas primeiras 48 horas para saber do desfecho daquele paciente e acompanhamos por 30 dias nossa base de dados para saber se foi necessário ir ao pronto socorro ou algum outro atendimento para entender se o resultado daquela consulta remota foi satisfatório", explica Erika.
Ela acrescenta que a empresa já realizava outros tipos de atendimento desse tipo, sendo que no programa de atenção primária a redução de idas ao pronto-socorro chega ha 95% entre a população atendida.
Serviço não pode ser imposto ao usuário Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde (Federação Nacional da Saúde Suplementar), pondera que o atendimento remoto já é uma realidade em outros países e que é uma demanda dos próprios consumidores em busca de praticidade.
Ela chama atenção para o fato de que o teleatendimento melhora a prestação de serviço e reduz o desperdício.
"Cria-se uma etapa a mais de atendimento, mas com orientação e indicação correta, o que se tem é melhor promoção de saúde e redução de desperdícios, que pode diminuir a pressão sobre os custos dos planos de saúde", avalia.
O atendimento à distância pode ser uma opção aos usuários da saúde suplementar, mas não uma imposição, chama atenção Ana Carolina Navarrete, pesquisadora em saúde do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).
"O consumidor tem que ser informado de como funciona o serviço, de que seus dados serão compartilhados com aquele médico e os profissionais de saúde e deve dar seu consentimento para o uso do serviço. Essa não pode ser uma prática imposta e nem ser uma forma de dificultar o atendimento presencial que é sempre aquele mais recomendado em qualquer situação", afirma.
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JORNAL OPÇÃO

Caiado diz que estrutura do HMI é inaceitável e busca parceria para redirecionar atendimentos
Por Lívia Barbosa
Governador classificou estrutura da enfermaria do Materno Infantil como “algo calamitoso e inaceitável”
O governador Ronaldo Caiado (DEM) falou nesta terça-feira, 5, sobre a realidade do Materno Infantil. Para ele, a situação no hospital é péssima, por isso busca redirecionar alguns serviços para outras unidades na capital.
“Vamos achar alternativas de funcionamento com melhor qualidade para as mulheres, crianças e recém-nascidos que lá estão”, afirmou o governador.
Segundo Caiado, o secretário de Saúde Ismael Alexandrino tenta viabilizar o centro cirúrgico do Hugol e realizar convênios com outros hospitais para assegurar a realização das cirurgias mais urgentes.
“Também vamos tentar instalar as UTIs no Hugol ou outro local para que ela saia do Materno Infantil”, explicou o governdor.
O governador classificou a situação da enfermaria de mulheres grávidas como “algo calamitoso e inaceitável”, por isso o Estado está buscando, nesse momento, outros locais em Goiânia para serem vinculados a essa área específica.
Segundo informações, a Santa Casa teria oferecido um espaço para o funcionamento do atendimento às grávidas, outra possibilidade seria o convênio com uma maternidade ligada à prefeitura de Goiânia.
“São essas alterações que estamos olhando para garantir um atendimento com qualidade e dignidade aos pacientes. Vamos resgatar o prestígio do Materno Infantil. Esse é um compromisso que temos: construir algo emblemático daquilo que é referência no Estado, a medicina do Materno Infantil”.
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Rosane Rodrigues da Cunha
Assessoria de Comunicação

 


Assessoria de Comunicação - Sindhoesg - 06/02/2019

 

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