Clipping

CLIPPING SINDHOESG 27/12/18

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.

 

DESTAQUES

Paciente reclama de espera por cirurgia no Hugo, em Goiânia
01|01|19: Nascimento da Federação Centro Brasileira e da Operadora Unimed Cerrado
Ministério da Saúde e Anvisa proíbem dois produtos que utilizam mercúrio
Sem repasses, Hospital São Cottolengo fecha as portas a novos pacientes
Bloqueio de novas internações
MPF quer assegurar medicamentos para pacientes transplantados em Goiás
Formados no exterior têm novo prazo para escolher vaga no Mais Médicos

TV ANHANGUERA/GOIÁS

Paciente reclama de espera por cirurgia no Hugo, em Goiânia
https://g1.globo.com/go/goias/edicao/2018/12/27/videos-ja1-de-quinta-feira-27-de-dezembro.ghtml

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AGÊNCIA DE NOTÍCIAS UNIMED

01|01|19: Nascimento da Federação Centro Brasileira e da Operadora Unimed Cerrado

A partir de 1º de janeiro de 2019, a Federação GO|TO|DF será oficialmente desmembrada em duas instituições independentes: a Federação Regional das Cooperativas Médicas Unimeds dos Estados de Goiás e Tocantins e do Distrito Federal (Federação Centro Brasileira) e a Operadora Central Regional de Cooperativas Médicas (Unimed Cerrado). O desmembramento oficial encerra um processo de separação da Federação e Operadora iniciado em 25 de agosto de 2017, quando a medida foi aprovada em Assembleia Geral Extraordinária.
O resultado da assembleia, que atribuiu o papel institucional à Federação e a operação de planos de saúde à Unimed Cerrado, consolidou apenas a primeira etapa deste processo, que exigiu o cumprimento de uma série de normas legais, como o aval da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) após análise da situação econômico-financeira e documental da Operadora, registro na Junta Comercial do Estado de Goiás e aprovação da Unimed do Brasil, cuja última etapa aconteceu no dia 6 de dezembro, durante reunião do Conselho Confederativo.
“O desmembramento foi aprovado por unanimidade no Fórum Unimed”, comemorou o diretor de Integração Cooperativista e Desenvolvimento Institucional da Federação, Walter Cherubim Bueno. Ele explicou que a Federação e a Unimed Cerrado seguem funcionando no mesmo prédio, em Goiânia (GO), mas com administrações, estrutura e funções distintas.
Presidente da Federação, Danúbio Antonio de Oliveira, observou que todas as etapas do desmembramento foram feitas de acordo com o cronograma estabelecido e de forma transparente, sendo as Unimeds federadas informadas de cada fase do processo.
“Agora, teremos as duas instituições separadas, cada uma focada em sua função, e isso vai fortalecer a marca Unimed”, afirmou o presidente, para quem a Federação poderá se dedicar exclusivamente as suas funções institucionais, de representatividade das Singulares e focada na prestação de serviços às Unimeds, e a Operadora poderá ampliar sua atuação no mercado. “Acredito que outras Unimeds vão ter interesse em participar do projeto Operadora/Prestadora, transferindo a gestão de suas carteiras para a Unimed Cerrado”, disse.


Ficha técnica
Federação
Nome: Federação Regional das Cooperativas Médicas Unimeds dos Estados de Goiás e Tocantins e do Distrito Federal
Nome de fantasia: Federação Centro Brasileira
Diretoria Executiva: Danúbio Antonio de Oliveira/Presidente; Sizenando da Silva Campos Júnior/ Vice-presidente; Martúlio Nunes Gomes/Diretor Superintendente e Walter Cherubim Bueno/Diretor de Integração Cooperativista e Desenvolvimento Institucional
Representatividade: Unimed Anápolis, Unimed Araguaína, Unimed Caldas Novas, Unimed Catalão, Unimed Goianésia, Unimed Goiânia, Unimed Gurupi, Unimed Jataí, Unimed Mineiros, Unimed Morrinhos, Unimed Norte Goiano (Uruaçu), Unimed Oeste Goiano (Iporá), Unimed Palmas, Unimed Planalto (Luziânia), Unimed Porangatu,Unimed Regional Sul Goiás (Itumbiara), Unimed Rio Verde, Unimed Vale do Corumbá (Ipameri) e Unimed Vale do São Patrício (Ceres)


Operadora
Nome: Central Regional de Cooperativas Médicas
Nome de fantasia: Unimed Cerrado
Diretoria: José de Oliveira e Silva/Presidente e Shirley Gonçalves de Pádua Miguel/ Vice-presidente
Representatividade: Prestadoras Unimed Goianésia, Unimed Porangatu, Unimed Norte Goiano (Uruaçu) e Unimed Vale do São Patrício (Ceres)
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ANVISA

Ministério da Saúde e Anvisa proíbem dois produtos que utilizam mercúrio

Em 2019, fica proibida a fabricação, importação e comercialização de produtos com mercúrio, como termômetros e aparelhos de pressão que utilizem a substância
A partir de 1º de janeiro de 2019 estará proibida a fabricação, importação e comercialização dos termômetros e esfigmomanômetros (aparelhos para verificar a pressão arterial) que utilizam coluna de mercúrio para diagnóstico em saúde. A medida também inclui a proibição de uso destes equipamentos em serviços de saúde, que deverão realizar o descarte dos resíduos sólidos contendo mercúrio, conforme resolução da ANVISA RDC nº 145/2017. A nova determinação, aprovada pelo Ministério da Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), cumpre o compromisso assumido pelo Brasil na Convenção de Minamata, que debateu os riscos do uso do mercúrio para a saúde e para o meio ambiente.
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O POPULAR

Sem repasses, Hospital São Cottolengo fecha as portas a novos pacientes

Atraso em verbas estaduais e federais faz direção de unidade suspender admissão de usuários. Unidade tem 5 mil processos para cirurgias em curso
O Hospital São Cottolengo, em Trindade, na região metropolitana de Goiânia, informou nesta quarta-feira (26) que suspendeu o atendimento a novos pacientes. A unidade que recebe, em média, 2 mil pessoas por dia, divulgou que vive situação financeira deficitária com atrasos na quitação de fornecedores, além da expectativa de não ter condições de quitar a folha de pagamento de dezembro. Dentre os procedimentos realizados na unidade estão consultas de diversas especialidades, cirurgias, exames, consultas, atendimento ortopédico, órteses e próteses.
O diretor financeiro da unidade, padre Reinaldo Martins, afirma que a realidade atual da casa foi provocada pela não liberação de recursos financeiros tanto do governo estadual, quanto do Ministério da Saúde (MS). De acordo com ele, há dois processos para liberação de verbas do Estado. Um deles no valor de R$ 3,42 milhões e outro de R$ 2,16 milhões. Este último, diz o padre, refere-se a atendimentos prestados em um período posterior a outubro de 2017 em que o hospital não tinha contrato vigente com o governo de Goiás.
A unidade sustenta que o governo federal deve uma parcela referente a setembro no valor de R$ 2,03 milhões e outra a outubro equivalente a R$ 2,54 milhões. Esta verba, explica o padre, diz respeito a incentivos de produtividade, "uma forma compensação pela defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS)".
Enquanto o governo federal estava quitando os incentivos, as portas estavam abertas, porém, com a capacidade reduzida. A casa fazia 710 cirurgias de catarata e até 200 de pterígios (reparação por lesão no olho) antes dos problemas financeiros começarem. Porém, com o tempo, a capacidade foi reduzida para 171 e 50 respectivamente. No entanto, como o Estado não quitou as pendências citadas e também não renovou o convênio com a unidade que venceu em outubro deste ano as portas foram fechadas. "Dói muito na gente ter que tomar esta decisão, mas dói muito a gente não ter condições de oferecer um atendimento digno para estas pessoas", desabafa o padre Reinaldo Martins.
Atualmente, a unidade tem em curso 5 mil cirurgias em curso, ou seja, em algum estágio de preparação para o procedimento em si. A assessoria de comunicação do hospital estima que cerca de 130 municípios goianos sejam atendidas pelos serviços no hospital. Por enquanto, os pacientes que estão agendados, alguns deles previstos para março de 2019, serão atendidos.
Respostas
A reportagem entrou em contato com o Ministério da Saúde que afirmou, por telefone, que não tem atrasos em repasses e reforçou que o governo estadual é quem está em débito.
Em nota, a Secretaria Estadual da Saúde (SES-GO) afirma que aguarda a liberação da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) para efetuar um repasse que está em aberto no valor de R$ 3,4 milhões para o Hospital São Cottolengo. A pasta disse que firmou um convênio discricionário com a entidade filantrópica, cuja obrigatoriedade legal de repasses não existe. A reportagem entrou em contato com a Sefaz e a assessoria de imprensa desta informou que enviaria uma nota, o que não aconteceu. ()
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IGH
Bloqueio de novas internações

O Instituto de Gestão e Humanização (IGH) – organização social gestora do Hospital Estadual Materno-Infantil Dr. Jurandir do Nascimento (HMI), Hospital Estadual de Urgências de Aparecida de Goiânia Cairo Louzada (Huapa) e Hospital Estadual e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (HEMNSL) -, informa que foi obrigada a bloquear novas admissões de pacientes nas três unidades que administra em Goiás, em virtude da falta de repasses pela Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO). A medida entra em vigor a partir de hoje, dia 27 de dezembro (quinta-feira), e vai afetar todos os tipos de atendimentos ofertados nos três hospitais, sendo estes de urgência, emergência e/ou eletivos. Portanto, os pacientes que procurarem pela assistência nas unidades geridas pelo IGH, serão orientados a procurar outras unidades. A Central de Regulação já foi informada para que possa viabilizar a transferência dos pacientes para serviços de saúde com o mesmo perfil de atendimento. Até que a situação seja regularizada, não há previsão para que o funcionamento do HMI, Huapa e HEMNSL seja normalizado. Informamos que tal medida visa tentar reduzir danos a segurança dos pacientes já internados, já que estamos com bloqueio nas entregas de material médico hospitalares e paralização de serviços essenciais ao funcionamento das unidades!
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DIÁRIO DA MANHÃ

MPF quer assegurar medicamentos para pacientes transplantados em Goiás

O Ministério Público Federal (MPF) em Goiás ajuizou ação civil pública (ACP), com pedido de liminar, em desfavor da União e do Estado de Goiás. O objetivo é assegurar, por meio de decisão judicial, que os réus forneçam, por quaisquer meios admitidos legalmente, o medicamento Tacrolimo 1 mg (para pacientes transplantados) e Fingolimode (para pessoas com esclerose múltipla).
De acordo com apuração do MPF, a partir de informações da Central de Medicamentos de Alto Custo (CMAC) Juarez Barbosa, nos últimos meses a Secretaria de Estado de Saúde do Estado de Goiás estaria recebendo medicamentos do Grupo 1 em quantidade inferior à demanda apresentada. Os medicamentos desse grupo são aqueles relacionados, dentre outros, a tratamentos de esclerose múltipla, hepatite C e imunossupressores para impedira rejeição de órgãos em pessoas que passaram por transplantes. Com isso, o estoque da CMAC do medicamento Tacrolimo Img, utilizado para evitar a rejeição de órgãos por parte de pacientes transplantados, estaria zerado. Já o estoque do medicamento Fingolimode, indicado para pessoas com esclerose múltipla, estaria na iminência de acabar.
Para o procurador da República Jorge Medeiros, autor da ação, o desabastecimento dos medicamentos configura uma situação em que se verifica uma dupla falha: da União, no fornecimento dos medicamentos, e do Estado de Goiás, pela ausência de organização e sistematização dos dados referentes a esse fornecimento e, consequentemente, na correta informação ao órgão ministerial e ao próprio Poder Judiciário da demanda concreta a ser suprida.
Segundo a CMAC, existem cerca de 1860 pacientes em Goiás dependentes dos medicamentos com estoque insuficiente do Grupo 1, o que acarretaria sério risco de pacientes transplantados perderem o transplante, pacientes portadores de esclerose múltipla terem surtos, o que aumentaria sua incapacidade motora, bem como pacientes das demais patologias terem agravada sua situação clínica, podendo até mesmo irem a óbito.
Na ACP, em razão da grave situação, o MPF pede, liminarmente, que a Justiça Federal determine que o Estado de Goiás, no prazo mais célere possível e considerando o risco dos pacientes.
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O COLETIVO
Formados no exterior têm novo prazo para escolher vaga no Mais Médicos

O governo do Brasil prorrogou para os dias 23 e 24 de janeiro de 2019 o prazo para que médicos brasileiros formados fora do País, que já enviaram a documentação, escolham os municípios em que desejam atuar no programa Mais Médicos. No caso dos profissionais estrangeiros, a escolha poderá ser feita entre os dias 30 e 31 de janeiro. A indicação do local de trabalho deve ser feita no site do programa.
Ao todo, 10.205 profissionais brasileiros e estrangeiros formados no exterior (sem registro no Brasil) completaram a inscrição no Mais Médicos. As documentações estão em análise. No dia 22 de janeiro será divulgada a lista dos médicos brasileiros aptos à participar da iniciativa. Posteriormente, no dia 29, sairá o resultado dos estrangeiros que terão a mesma oportunidade, conforme prevê o novo cronograma.
Até o momento, 842 vagas estão em aberto, sendo que 287 são em municípios e 26 em Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). Esses postos são referentes às localidades não ocupadas na segunda seleção para quem possui registro médico (CRM) no Brasil.
Prazo de apresentação
Médicos com registro nacional e aprovados na segunda chamada devem se apresentar nos municípios no período de 7 a 10 de janeiro. Os que decidirem não comparecer às atividades devem informar ao governo. As vagas dos candidatos que desistirem do programa serão disponibilizadas para os profissionais formados no exterior.
Confira as próximas etapas:
7/1 a 10/1 - Apresentação nos municípios dos médicos com registro no Brasil
23/01 a 24/1 - Médicos brasileiros formados no exterior escolhem vagas disponíveis
30/1 a 31/1 - Médicos estrangeiros formados no exterior escolhem vagas disponíveis
Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Saúde
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Rosane Rodrigues da Cunha
Assessoria de Comunicação
 


Assessoria de Comunicação - Sindhoesg - 27/12/2018

 

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