Clipping

CLIPPING SINDHOESG 04/01/19

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.

 

DESTAQUES

Advogado pede que João de Deus seja transferido para hospital em Goiânia
Família de idosa luta para conseguir vaga em UTI, em Goianira
Toffoli quer informações sobre atendimento médico a João de Deus
Novo secretário de saúde de Goiás garante atendimento em unidades estaduais
Hospital Municipal de Anápolis terá 10 leitos de UTI a partir de março
Artigo - Ronaldo confirma colapso na saúde
Artigo - Nem todos os médicos cubanos eram "médicos"
Pesquisa mede impacto da saída dos cubanos
“Ainda não podemos falar em greve”, diz presidente do Sintego sobre salário dos servidores


TV ANHANGUERA/GOIÁS

Advogado pede que João de Deus seja transferido para hospital em Goiânia
http://g1.globo.com/goias/videos/t/todos-os-videos/v/advogado-pede-que-joao-de-deus-seja-transferido-para-hospital-em-goiania/7275698/

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Família de idosa luta para conseguir vaga em UTI, em Goianira
http://g1.globo.com/goias/videos/t/bom-dia-go/v/familia-de-idosa-luta-para-conseguir-vaga-em-uti-em-goianira/7275672/
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AGÊNCIA ESTADO

Toffoli quer informações sobre atendimento médico a João de Deus

Brasília - O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, deu nesta quinta-feira (3) um prazo de 48 horas para que a Justiça de Goiás informe a Suprema Corte sobre as condições do Núcleo de Custódia, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia (GO), oferecer assistência e tratamento médico adequados ao médium João de Deus
João de Deus teve que deixar o presídio e ser atendido às pressas após ter passado mal na última quarta-feira (2). Exames de rotina feitos nos presos revelaram sangue na urina do médium
Nesta quinta-feira (3), o médium retornou ao núcleo de Custódia, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, onde está preso após denúncias de abuso sexual feitas por dezenas de mulheres. João de Deus recebeu alta do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) por volta da 0h15 desta quinta-feira.
Oficie-se, com urgência, mediante fax ou e-mail, ao Juízo de Direito da Vara Única de Abadiânia/GO para que, colhendo informações junto ao Núcleo de Custódia onde ele se encontra recolhido, informe à Corte, em até 48 horas, a sua atual condição, bem como se o estabelecimento em questão oferece assistência e tratamento médicos adequados à situação , determinou Toffoli, em decisão assinada nesta quinta-feira.
O relator do habeas corpus de João de Deus é o ministro Gilmar Mendes, mas cabe a Toffoli, na condição de presidente do STF, decidir sobre casos considerados urgentes durante o recesso do tribunal, que vai até o dia 31 de janeiro. O Supremo retoma as atividades no dia 1º de fevereiro
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A REDAÇÃO

Novo secretário de saúde de Goiás garante atendimento em unidades estaduais
Dívidas pendentes serão renegociadas

Goiânia - Secretário de Estado de Saúde de Goiás, Ismael Alexandrino garantiu, durante coletiva de imprensa, que o atendimento nos hospitais estaduais geridos por organizações sociais está mantido e seguirá normalmente.

Nesta quarta-feira (2/1) após ser empossado no cargo, o titular da SES-GO participou de reunião com representantes do Instituto de Gestão e Humanização (IGH), que gerencia o Hospital Materno Infantil (HMI), Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL) e Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (Huapa), quando discutiu o atraso nos repasses às OSs.

Um levantamento inicial apresentado por técnicos da pasta mostra que a dívida deixada pelo governo anterior soma mais de R$ 700 milhões e é superior a expectativa da nova gestão. Do total, R$ 328 milhões são devidos às OSs que administram 17 unidades de Saúde do Estado, R$ 150 milhões com municípios, R$ 100 milhões com fornecedores de medicamentos e ainda há outros restos a pagar. Para se ter ideia, há dívidas contraídas entre 2014 a 2017 no valor de R$ 93 milhões.

Diante do atual cenário, Ismael Alexandrino explicou que, por estarmos em janeiro, há dificuldades jurídicas em se realizar repasses imediatos. No entanto, ele se encontra em contato direto com a secretaria de Economia, Cristiane Schmidt, e técnicos da pasta para encontrar alternativas para manter o pleno funcionamento das unidades.

“Vamos nos reunir com todas as organizações, uma a uma. O modelo de OS entendemos que é uma ferramenta de gestão, se bem utilizada entrega um bom serviço. Nós precisamos avaliar contratos, cumprimento de metas e também a parcela do governo de contrapartida financeira para fomento das atividades”, defendeu.

Na última semana, a organização social que administra o Hospital Materno-Infantil chegou a fechar as portas da unidade por falta de insumos básicos e medicamentos, após consecutivos atrasos nos repasses por parte da gestão anterior.

O secretário tranquilizou a população quanto à possibilidade de uma nova paralisação, pois a direção do IGH foi categórica e clara quanto à manutenção de todos os serviços.
“Houve compreensão com o governo que se inicia, um comprometimento nosso de que manteremos o fluxo financeiro adequado para que as organizações sociais também mantenham fluxos de pagamento para fornecedores e prestadores de serviço. A relação precisa ser harmônica, na qual tanto o Estado faça seu papel, quanto à OS faça o seu e a população seja atendida”, argumentou.

Em seu primeiro dia à frente da Secretaria de Estado da Saúde, Ismael Alexandrino adiantou à imprensa algumas das medidas que deve tomar para sanar as dívidas, melhorar o atendimento, otimizar as unidades e também a própria gestão da pasta.

“Vamos precisar rever todos os contratos e, se existe oportunidade de redução, precisaremos fazer. Se forem necessárias novas licitações para reduzir os valores, faremos. O que considerarmos desperdício ou que não for prioridade, precisaremos cortar. Faremos ainda otimização de pessoal para deixar a estrutura mais enxuta, uma reorganização administrativa”, explicou.

Regularidade de repasses
Rita de Cássia, diretora regional do Instituto de Gestão e Humanização (IGH), avaliou a reunião de forma positiva e demonstrou confiança de que o novo governo busca a forma mais célere para fazer o repasse e garantir a continuidade dos serviços. “O secretário garantiu todo o esforço possível para efetuar o pagamento da forma mais ágil possível e isso é excelente para a gestão”, disse.

Ela confirmou que as três unidades (HMI, MNSL e o Huapa) vão continuar com o atendimento regular, mantendo todos os serviços ofertados, como os leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), e ainda informou que as dívidas pendentes com os fornecedores e prestadores serão negociadas.

Questionada sobre a possibilidade de algum prestador de serviço paralisar as atividades, como a limpeza e segurança, a diretora ressaltou que tem um diálogo franco e transparente com os colaboradores, expondo a realidade e garantindo o recebimento dos valores. “Depois dessa reunião temos uma boa sinalização sobre o recebimento e vamos posicionar esses prestadores”, concluiu.
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Hospital Municipal de Anápolis terá 10 leitos de UTI a partir de março

Goiânia - O Hospital Municipal Jamel Cecílio, em Anápolis, passará a contar em breve com dez leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A unidade de saúde está em obras e, segundo a prefeitura, os novos leitos devem passar a funcionar em março deste ano. “Temos uma grande demanda por UTI e esses leitos serão extremamente úteis para um atendimento mais ágil e de qualidade”, destaca o prefeito Roberto Naves.

Ainda segundo a prefeitura, as camas e colchões já foram adquiridos. Os ventiladores mecânicos e os monitores devem ser entregues em fevereiro. Já o contrato para realização do serviço de hemodiálise está sendo finalizado.

A ampliação abrangeu também a enfermaria que passou a ter mais dez leitos para o melhor atendimento à população, além de proporcionar um ambiente mais agradável e humanizado. Com a UTI e a nova enfermaria, o Hospital salta de 49 para 69 leitos.
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DIÁRIO DA MANHÃ

Artigo - Ronaldo confirma colapso na saúde

Embora minha especialidade no jornalismo esteja mais voltada para o agronegócio, com freqüência volvo meus olhares para outros setores. A minha sensibilidade humana me desperta para a educação, a saúde, a segurança pública Lembro de um artigo sobre saúde pública que provocou reação inesperada de um secretário municipal da Saúde. Ele deu um tom como se eu houvesse exagerado.
Pelas emissoras de televisão vi os repórteres mostrando os recintos superlotados de pessoas de todas as idades e à espera por muitas horas por um atendimento. Pessoalmente, liguei para algumas fontes médicas checando as informações transmitidas pelos colegas de profissão.
Era comum a falta de medicamentos e até de aparelhos comuns para os primeiros exames, como estetoscópios. Na área do Hugo fui informado de práticas de corrupção de compra de materiais desnecessários quando os necessários não eram incluídos nas licitações.
Como é difícil a comprovação de práticas dessa natureza, o assunto vai sendo relegado. E o tempo passa. Mas, o atendimento precário - e bota atendimento precário nisso - está visível. Basta passar a qualquer hora do dia por uma unidade de saúde e sentir o drama da população. O imposto brasileiro é elevado, todo mundo sabe disso. E as entidades patronais classistas denunciam esse fato com freqüência. Pessoalmente, já assinei inúmeras matérias a respeito com base em informações da Fieg, Acieg, da Faeg entre outras.
Nas últimas horas, recebi informações via face da visita do governador Ronaldo Caiado ao Hospital Materno Infantil, enviadas por sua assessoria de Comunicação. Ontem, participando da coletiva de imprensa e da solenidade de posse dos novos secretários, ouvi o novo Governador repetir a história e mostrar a sua indignação.
Segundo ele, ao chegar do ato de posse de Bolsonaro, em Brasília, recebera a informação da terrível precariedade naquela unidade de saúde. Algo profundamente desumano. É como se as pessoas fossem lixo da pior espécie. Não tanto pelos profissionais, como médicos e enfermeiras, mas pelo descaso das autoridades com a Saúde pública.
Médico com especialização em ortopedia, Ronaldo carrega em si a responsabilidade de salvar vidas. Na condição de político e agora governador de Estado, essa responsabilidade cresce. Cabe a si agir. "Confirmei o quadro de colapso, crianças recém nascidas em situação deplorável", disse.
E prometeu publicamente atuar pela manutenção do Hospital Materno Infantil. Ao secretário da Saúde, Ismael Alexandrino Júnior, a incumbência é de retirar a Saúde Pública da UTI e proporcionar novo bem-estar às pessoas que buscam assistência médica nas unidades do Estado.
O povo está cansado do esquecimento das autoridades públicas. A reação do novo Governador demonstra sensibilidade. Pedimos a Deus, para que suas mãos jamais se contaminem e prossigam nos caminhos da retidão. O povo agradece.
(Wandell Seixas é jornalista voltado para a agropecuária, bacharel em Direito e Economia pela PUC-Goiás, ex-bolsista em cooperativismo agropecuário pela Histadrut, em Tel Aviv, Israel, autor do livro O Agronegócio passa pelo Centro-Oeste. No DM, responde pela Págjna de Agro)
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Artigo - Nem todos os médicos cubanos eram "médicos"

O programa Mais Médicos, iniciado em 2013 no governo do PT e, após critica do candidato Jair Bolsonaro, encerrado pelo próprio governo de Cuba, recebeu diversas observações negativas, mas é também elogiado principalmente por pacientes dos municípios pobres atendidos por esses médicos. Não vou discutir sobre a licitude de esses "médicos" receberem apenas 30% do salário que lhes era devido, acusados por vários críticos como "exploração escrava", confirmado pela atitude de vários médicos cubanos terem entrado na Justiça contra essa exploração. Levantamento realizado pelo Conselho Federal de Medicina constatou que, enquanto o Distrito Federal tem 4,35 médicos para cada 1.000 habitantes, média semelhante à da Suíça, estados do Norte e Nordeste, como o Maranhão, têm 0,87 médico para 1.000 habitantes. Em cidades de 5.000 habitantes, a proporção é ainda menor - 0,3 profissional para cada 1.000 pessoas, - semelhante à taxa de países africanos (KALIL FILHO, 2018).
Quero tratar do assunto sob outro ângulo, tentando responder a algumas questões.
1. Por que, aproximadamente, 8 milhões de famílias de 4.000 municípios de pequeno porte não eram atendidas regulamente por médicos brasileiros credenciados?
No Brasil, há pelo menos dois tipos de médicos: os que são bem formados, fizeram estágio, residência médica, especialização e vão trabalhar em hospitais de grandes centros urbanos e/ou atender a pacientes de planos privados de saúde. Esses médicos não foram formados para atender a um público de periferia, amparados apenas pelo Sistema Único de Saúde, mesmo porque os recursos e as possibilidades de atualização da profissão não são disponíveis para os médicos do interior.
Mas há muitos médicos brasileiros, que conseguiram ingressar em cursos de medicina em universidades de segunda classe e, mesmo sem terem feito Residência Médica, prestam serviços em municípios carentes sujeitando-se aos baixos salários pagos pelos gestores municipais e que atendem a um público sem recursos financeiros.
2. Qual o perfil dos habitantes desses municípios?
Não há dúvida quanto às características dos habitantes desses municípios: moradores de periferias socioeconômicas e existenciais, ou seja, membros de famílias carentes de quase tudo: educação básica, assistência à saúde, residências precárias, desempregados e subempregados. Como se vê, o problema desses habitantes não é só o da saúde pública. Consequentemente, médicos, por mais qualificados que sejam, não resolverão seus problemas, a maioria causados pela pobreza e marginalização.
2. Será que a solução encontrada para substituição dos médicos cubanos que deixaram o Brasil, abrindo inscrições para médicos brasileiros e estrangeiros com diplomas revalidados/ reconhecidos, foi a mais acertada?
A mídia informa que, mesmo após a inscrição, houve médicos que desistiram de trabalhar em vários desses municípios e que o programa teve de abrir novas vagas para completar essa carência. Entende-se, pois um médico, bem formado em universidade pública custeado pelo Estado ou em universidade particular que custou caro aos bolsos das famílias de classe média e alta, não vai querer sujeitar-se a trabalhar por salários menores do que aqueles que ele vai conseguir se permanecer na cidade grande, levando em consideração ainda que ele terá oportunidade de reciclar-se continuamente, o que não acontece com o médico do interior.
3. Se nem todos eram médicos, por que do sucesso do programa que, segundo a ONU, conseguiu reduzir a taxa de mortalidade infantil e ampliou o atendimento às camadas mais carentes? Se nem todos eram verdadeiros médicos, como conseguiram sucesso no seu trabalho?
Sabe-se que há apenas duas universidades na área da saúde em Cuba: La Habana que forma 200 médicos por ano e a ELAM que forma 100 paramédicos anualmente. Provavelmente, junto com os médicos vieram também os chamados, em Cuba, de "paramédicos", formados em universidade, mas com orientação humanística para trabalhar com famílias de áreas carentes. Daí se infere que o sucesso desses médicos de deve, não só pelo atendimento médico em si, mas pelo bom relacionamento com a comunidade carente, desempenhando muitas vezes o papel de outros profissionais de diversas áreas, como, enfermeiros, odontólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, nutricionistas e outros. Para responder à questão, é necessário uma análise não só do ponto de vista da saúde, mas também dos aspectos socioeconômicos da população. Seu sucesso talvez se deve justamente pelo fato de vários desses "médicos cubanos" não serem médicos plenos, mas pessoas que se relacionaram bem com as comunidades carentes. No Brasil, o exercício da profissão por esses "médicos" seria ilegal, mas acontece que essas comunidades periféricas geográficas e existenciais, que são muitas, não precisam só de médicos, mas da assistência e da atenção de outros profissionais. No Brasil, paramédico é o profissional responsável para enfrentar uma emergência médica, um profissional para ajudar a pessoa no contexto de uma situação de emergência médica até ser internada em um hospital.
Numa visão popular dos brasileiros, são paramédicos todos aqueles profissionais da área da saúde ou de outras áreas que, de alguma forma, auxiliam os serviços médicos, como, enfermeiros, nutricionistas, biomédicos, odontólogos, assistentes sociais, sanitaristas, fisioterapeutas e outros (CAIXETA, 2013).
Todos conhecemos, por esse Brasil afora, médicos não especializados que prestam servi-ços de grande importância em muitos municípios periféricos, independentemente de o paciente ser ou não ligado a alguma instituição de saúde. São médicos que estão ali simplesmente para atender, com pagamento ou não do paciente, seja ele rico ou pobre. Recebem, como pagamento de consulta, qualquer agrado que os pacientes possam fazer. Lembro-me do doutor Marzagão, um médico que, lá pela década de 1960, atendia no município de Alto Paraguai, em Mato Grosso. Os pacientes por ele atendidos, quando podiam, pagavam, quando não podiam, enviavam-lhe alguns agrados, como, frangos, ovos, porcos, frutas, legumes etc. Era um médico muito bom, muito profissional, que era adorado pela população.
Conclui-se que o problema de atendimento médico à população carente não é a simples substituição de médicos cubanos (formados ou não), por médicos devidamente credenciados, mas é repensar o atendimento da população de acordo com o seu perfil socioeconômico, ou seja, além do médico, cada população deveria ser atendida adequadamente de acordo com o seu perfil.
CAIXETA, Juliana. Paramédico: definição, conceito, significado. URL do post. 2013. Disponível em: https://edukavita.blog-spot.com/2013/01/definicao-de-pa-ramedico.html. Acesso em:
KALIL FILHO, Roberto. O mais médico é vital: o impacto positivo do programa foi comprovado objetivamente. Revista VEJA, 26 dez. 2018, p. 108-109.
(Darcy Cordeiro é filósofo, sociólogo e teólogo, mestre e doutor, professor aposentado da PUC-Goiás e da Universidade Estadual de Goiás)
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FOLHA DE S.PAULO

Pesquisa mede impacto da saída dos cubanos

Para 49% dos brasileiros, o atendimento em saúde pública no pais pode piorar após a saída de médicos cubanos do programa Mais Médicos. O índice faz parte de recente pesquisa Datafolha para medir o impacto da saída dos médicosestrangeiros. Segundo o levantamento, 38% acham que a saúde pode melhorar após a saída dos cubanos, enquanto outros 8% avaliam que a saúde ficará igual Já 5% não opinaram.
O Datafolha ouviu 2.077 pessoas em 130 municípios dopais, em amostra representativa do perfil da população. A margem de erro dé de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. As entrevistas ocorreram
nos dias 18 e 19 de dezembro, cerca de um mês após 0 governo de Cuba anunciar 0 fim da participação do pais no Mais Médicos, criado há cinco anos.
Segundo 0 levantamento, a avaliação pessimista é maior entre os mais jovens e no Nordeste, região que tinha maior proporção desses profissionais. Neste último caso, 0 índice dos que acreditam na piora após a saída dos cubanos chega a 56%, contra 33% com percepção otimista. Já a expectativa de melhora cresce entre pessoas com 60 anos ou mais e moradores do Centro-Oeste e Norte. Ao mesmo tempo em que 45% têm percepção positiva, 43% avaliam que a situação da saúde pode piorar.
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JORNAL OPÇÃO

“Ainda não podemos falar em greve”, diz presidente do Sintego sobre salário dos servidores

Por Elisama Ximenes
 
Bia Lima considera que o momento é de negociação e colaboração para que os trabalhadores recebam o que lhe é devido

Bia de Lima, presidente do Sintego | Foto: Alberto Maia / Câmara Municipal
A presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Estado de Goiás (Sintego), Bia Lima, disse ao Jornal Opção que a categoria está em momento de negociação com o Governo sobre o pagamento da folha de dezembro e, por isso, ainda não é possível se falar em greve.
“É um instrumento legítimo que o trabalhador dispõe, mas nesse caso não cabe chamar greve, porque o Governo não está se recusando a pagar e está tentando negociar”, explicou. Segundo ela, neste momento os sindicatos têm buscado colaborar para que o Executivo encontre maneiras de cumprir com o direito do servidor.
Uma das medidas, também citadas por Bia em coletiva na quinta-feira, 3, é o chamamento de uma sessão extraordinária na Assembleia Legislativa para tratar do assunto. A seu ver, isso poderia acelerar o processo burocrático para empenho da folha de dezembro, que não foi feito pela gestão anterior.
Desde o fim do governo de José Eliton (PSDB) o pagamento do salário dos servidores referente a dezembro têm sido uma incógnita. O então governador anunciou que ele não seria pago no mesmo mês, como era esperado, e ficaria nas mãos de Ronaldo Caiado (DEM), que tem até o dia 10 de janeiro para pagar sem atraso.
O democrata e sua equipe, no entanto, afirmam que não há recursos para isso e tentam negociar com as categorias maneiras de quitar essa folha. Uma das formas especuladas pela secretária da Fazenda, Cristiane Schmidt, foi o parcelamento do salário, proposta que não foi aceita pelos sindicatos.
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Rosane Rodrigues da Cunha
Assessoria de Comunicação


Assessoria de Comunicação - Sindhoesg - 04/01/2019

 

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