Clipping

CLIPPING SINDHOESG 12/02/19

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.

DESTAQUES


Governador quer auditoria para investigar sumiço de verbas federais
Cremego convida médicos para plenária temática sobre a Resolução CFM nº 2.227/18
Artigo - Regulamentação da Telemedicina: proteção de dados, disrupção e perspectivas
Aval para eletrochoque será revisto, diz ministro da Saúde
Cirurgia plástica fica mais acessível e procura dispara
Cais do Jardim Guanabara sofre com falta de profissionais, insumos e equipamentos quebrados
Unimed Goiânia avança nos indicadores do Programa Integridade


DIÁRIO DA MANHÃ

Governador quer auditoria para investigar sumiço de verbas federais

O governador Ronaldo Caiado inaugurou nesta segunda-feira (11/2) a reforma do Núcleo de Integração e Convivência da Vila São Cottolengo, em Trindade. A obra, que custou R$ 200 mil, foi construída por meio de emenda parlamentar destinada quando Caiado era senador. O governador confirmou também que o Estado repassou à instituição, na última sexta-feira (8/2), R$ 2 milhões, referentes à parcela de janeiro. E anunciou auditoria da Secretaria Estadual de Saúde para investigar o que aconteceu com pelo menos R$ 5 milhões em verbas do orçamento federal, que deveriam ter ido para os cofres da instituição em 2018.
As declarações foram dadas aos jornalistas na chegada à Vila, onde o governador participou da comemoração dos 68 anos da Vila, em Trindade. O Núcleo de Integração e Convivência significa qualidade de vida aos 53 pacientes que vivem nas cinco casas do local. "É verba que Ronaldo Caiado conseguiu como senador", destacou o arcebispo Dom Washington Cruz.
Acompanhado pela primeira-dama e presidente de honra da Organização das Voluntárias de Goiás, Gracinha Caiado, o governador Ronaldo Caiado se emocionou com as apresentações de dança do Expressão Corporal Raio de Luz e da Banda Inclusiva Luar, grupos compostos por pacientes da Vila. Ao final da cerimônia, o governador e a primeira-dama visitaram a unidade reformada.
A Vila São Cottolengo sofreu com a ausência dos repasses das verbas federais que chegaram aos cofres do Estado durante o governo anterior. "Essa auditoria precisa identificar o que ocorreu. Porque o dinheiro não chegou? Onde foi parar? São respostas que a população goiana quer saber", disse o governador.
Ao comentar o repasse de R$ 2 milhões à Vila São Cottolengo, na última sexta-feira, o governador Ronaldo Caiado disse que "tão logo que tenhamos o novo repasse, enviaremos imediatamente à instituição". Agora será uma gestão com total transparência", garantiu. E explicou: "tem uma parcela que é do Estado e uma do governo federal. Manteremos o pagamento das parcelas estaduais com responsabilidade. É nosso compromisso".
A relação respeitosa do governador com a entidade vem de longa data. Em sua trajetória como parlamentar, Caiado direcionou R$ 1,2 milhão em emendas à instituição. "Sempre priorizei a São Cottolengo, a São Vicente de Paula, a APAE, a Pestalozzi, o Lar dos Amigos, porque são vocês que trabalham de forma anônima e que dão dignidade a milhares de goianos". Caiado lembrou também que foi o relator, no Senado, do projeto que cria a Política Nacional de Doenças Raras no Sistema Único de Saúde. "Nós destacamos uma verba especial para podermos dar a elas também condição diferenciada no repasse da saúde", comentou o governador. A proposta foi aprovada em plenário, em julho de 2018.
Posse - Ministrada pelo arcebispo de Goiânia, Dom Washigton Cruz, uma bênção abriu a cerimônia, que marcou ainda a posse da nova diretoria da Vila São Cottolengo.
Foram empossados, para o triênio 2019/2021, padre Marco Aurélio Martins como diretor presidente; o irmão Michael Dourado Goulart, como diretor financeiro; e as irmãs Luzia Barbosa e Maria Aparecida de Queiroz, como 1 e 2 secretarias, respectivamente.
Participaram da cerimônia o vice-governador Licoln Tejota; a ministra Laurita  Vaz, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ); o prucurador geral de Justiça, Benedito Torres; o prefeito de Trindade, Jânio Darrot; deputados estaduais e federais; além de secretários de Estado e autoridades da igreja católica.
Sobre a Vila São Cottolengo - Administrada pelos Padres Redentoristas e pelas Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, a Instituição tem a missão de promover vida com qualidade para a pessoa com deficiência e em situação de vulnerabilidade.
A Vila possui 12 unidades de internação permanente, que abrigam 331 pacientes com deficiências múltiplas. São realizados, em média, 2,4 mil atendimentos ambulatoriais e educacionais diários, um trabalho promovido em parceria com oSistema Único de Saúde (SUS) e com o apoio de doações.
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CREMEGO

Cremego convida médicos para plenária temática sobre a Resolução CFM nº 2.227/18

No dia 21 de fevereiro, quinta-feira, às 19 horas, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) vai realizar uma plenária temática aberta a todos os médicos goianos para debater a Resolução CFM nº 2.227/18, que atualiza as normas de funcionamento da telemedicina no Brasil. Publicada no dia 6 de fevereiro, a nova resolução, prevista para entrar em vigor em maio próximo, vem sendo muito criticada pelos médicos e foi alvo de uma nota de repúdio divulgada pelo Cremego na última quarta-feira.

O Cremego e demais Conselhos Regionais de Medicina alegam não terem sido consultados para a elaboração da resolução. No dia 8 de fevereiro, o Conselho Federal de Medicina (CFM) colocou no ar uma plataforma online para colher sugestões de entidades médicas e de médicos regularmente inscritos nos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) sobre a Resolução nº 2.227/2018.

Na plenária temática, o Cremego quer ouvir os médicos goianos sobre as normas previstas na nova resolução. As propostas aprovadas serão encaminhadas ao CFM como sugestões para mudanças, aperfeiçoamento ou revogação da resolução. A participação de todos é muito importante.

*Plenária Temática sobre Telemedicina (Resolução CFM nº 2.227/18)*

Data: 21|02|19
Horário: 19 horas
Local: Cremego – Rua T-27, 148, Setor Bueno (entrada de eventos)
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CARTA CAPITAL

Artigo - Regulamentação da Telemedicina: proteção de dados, disrupção e perspectivas

Essa semana, o Conselho Federal de Medicina regulamentou o atendimento online no Brasil, por meio da Resolução nº 2.227/2018, a qual define e disciplina a telemedicina como forma de prestação de serviços médicos mediados por tecnologias. Sendo, portanto, uma regulamentação necessária em um ambiente em que algumas atividades do setor já são exercidas por meio das tecnologias de informação e comunicação (TICs), como gestão de documentos e informações, exames e diagnóstico, bem como diante da Resolução nº 11/2018 do Conselho Federal de Psicologia permitindo a prestação de serviços psicológicos por meio de tecnologias.
Um dos pontos centrais da regulamentação é justamente a proteção de dados dos pacientes.Isto porque, aos olhos da Lei Geral de Proteção de Dados, os dados de saúde e os biométricos estão classificados como dados sensíveis e, portanto, necessitam de uma proteção diferenciada, haja vista que tais dados podem gerar algum tipo de discriminação e/ou impactar na concessão ou não de um benefício ao titular.
Dessa maneira, desde o seus "considerandos", a Resolução aponta para a imprescindibilidade de mecanismos que assegurem a segurança das informações e a proteção dos dados pessoais dos pacientes, principalmente no encaminhamento de dados dos pacientes para terceiros. E, aqui, faz-se necessário trazer à reflexão o cenário atual de empresas e investimentos no setor da saúde.
De acordo com relatório publicado pela CB Insights no ano passado, de 2012 até junho de 2018, as empresas Apple, Alphabet, Microsoft, Amazon, Facebook, General Electric, Oracle, Intel, Cisco Systems e IBM, participaram de 209 acordos de financiamento voltados à assistência médica e investiram um total de US$4,7 bilhões em 25 aquisições no setor - apostando alto tanto em pesquisa e desenvolvimento quanto na aquisição de startups voltadas à seguro saúde, registros médicoseletrônicos, telemedicina e biotecnologia.
Em novo relatório publicado em janeiro (2019), a CB Insights aponta que a Amazon é a empresa de tecnologia com maior impacto em termos de tecnologia disruptiva para o setor da saúde, enquanto a Apple é a que mais possui registros de saúdefuncional, tendo em vista o lançamento do Apple Watch, o primeiro dispositivo médico comercializado para o consumidor final, permitindo a coleta de diversos dados de saúde dos usuários.
De acordo com o mesmo estudo, as tecnologias que terão maior impacto na saúde serão: Inteligência Artificial (55%), Imunoterapias (19%), Crispr (19%), Blockchain (5%) e Robótica (3%). O investimento em IA tem sido enorme em todos os segmentos e seu funcionamento depende, sobretudo, de dados, o que ratifica o porque de tamanho interesse por parte das empresas de tecnologia e como o compartilhamento dessas informações é valioso para todos os stakeholders do setor.
Como mencionado, essa Resolução é essencial para regulamentar atividades que já vinham acontecendo, mas a mesma levanta diversas questões que ainda precisarão ser esclarecidas, principalmente em termos de proteção de dados, falta de regulamentação focada em inteligência artificial e responsabilização por eventuais erros médicos.
Andréia do Santos é advogada do escritório Daniel Advogados
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EXAME ONLINE

Aval para eletrochoque será revisto, diz ministro da Saúde

Associações do setor vão preparar manifestos contra documento que altera política de saúde mental, considerando a medida um retrocesso na área
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Mandetta: Ministro da saúde afirmou que texto está em discussão e pode sofrer alterações (http://mandetta.com.br/Reprodução)
Brasília - O documento preparado pelo governo que dá sinal verde para a compra no SUS de aparelhos de eletroconvulsoterapia (conhecido como eletrochoque) será revisto. Em meio às críticas, o ministro da Saúde , Luiz Henrique Mandetta, afirmou que o texto preparado pela equipe está em discussão e poderá ter alguns tópicos alterados.
A informação diverge do que havia dito ao Estado a própria pasta anteontem, quando informou que o documento estava pronto.
Com 32 páginas, a nota com esclarecimentos sobre as mudanças na Política Nacional de Saúde Mental e na Política Nacional sobre Drogas, provocou reação de associações do setor. Além do aval para a compra dos aparelhos de eletrochoque, a nota enfatiza o papel das comunidades terapêuticas e prega a abstinência para dependentes de drogas. Hoje, a estratégia considerada mais relevante é a de redução de danos.
A nota também reforça a possibilidade da internação de crianças em hospitais psiquiátricos.
Diante da notícia, a Associação Brasileira de Saúde Mental e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva avisaram que preparariam manifestos contra o documento do governo, considerado um retrocesso sem precedentes na política de saúdemental do País. "O texto publicado não é uma nota técnica, mas um documento político que agrada hospitais, setores que lucram com manicômios e com a medicalização", afirmou Paulo Amarante, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e integrante da Associação Brasileira de Saúde Mental.
Para críticos, a política preconizada na nota do ministério coloca em primeiro plano intervenções autoritárias. "Parte-se do pressuposto que o dependente é criminoso, incapaz", disse Amarante.Professor da Universidade Federal de São Paulo, Dartiu Xavier, foi enfático: "É como se todas as experiências bem sucedidas realizadas até o momento fossem deixadas de lado. Venceu o obscurantismo", disse.
Nesta sexta, Mandetta procurou um tom conciliador. Disse que o uso de eletrochoque faz parte do arsenal terapêutico e que sua adoção, quando feita de forma humanizada e respeitando indicações técnicas não pode ser descartado.O ministro citou a importância do processo de desospitalização no País na área de saúde mental. Com a mudança, foram fechados vários hospitais de saúde mental que eram na época chamados de "depósitos", de pacientes, com torturas e maus-tratos. O ministro, no entanto, disse que a pasta está preocupada com uma falha na assistência, sobretudo a dependentes químicos.
Em casos graves, pacientes passam por um período de desintoxicação em hospitais gerais. Mas, completou, depois disso a assistência no SUS se resume a atendimentos ambulatoriais nos Centros de Assistência.No caso de pessoas com recursos, disse, a alternativa é recorrer a clínicas de reabilitação. "Mas não há essa alternativa no SUS. Na área de atendimento a dependentes, é como se estivéssemos na época pré-SUS. Pagantes vão para clínicas, com psicólogos de plantão e os que não têm condições vão para as ruas. A mercê de uma rota de caridade."
Mandetta disse ter dúvidas sobre as comunidades terapêuticas, como métodos empregados na terapia, o uso da religião. "Precisamos debater. O governo não é dono da verdade. Não é ditadura da saúde. Vamos ter de conversar com pesquisadores, com sociedades de especialistas para saber as alternativas."
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O POPULAR

Cirurgia plástica fica mais acessível e procura dispara

Novas condições de pagamento e a busca pelo corpo ideal fazem crescer o número de procedimentos
A célebre frase dita pelo poeta Vinicius de Moraes há várias décadas - "Que me perdoem as feias, mas beleza é fundamental" - nunca teve tantos adeptos como hoje. Uma das maiores provas é o grande avanço do mercado de cirurgias plásticas, que caíram no gosto de brasileiros cada vez mais vaidosos e dispostos a investir na aparência. Apesar dos preços ainda salgados para a maioria da população, intervenções cirúrgicas e não-cirúrgicas ficaram mais acessíveis, com novas formas de pagamento e parcelamentos.
De acordo com o último censo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), em 2016 foram realizadas 1.472.435 cirurgias plásticas estéticas e reparadoras no País. O maior crescimento ocorreu nas intervenções não cirúrgicas, como a colocação de toxina botulímica (botox) e preenchimentos em geral, que somaram 1.332.203 procedimentos naquele ano, 390% mais que em 2014. Com a maior popularização das intervenções, que podem custar de R$ 1 mil a R$ 40 mil, os profissionais mais procurados estão com agendas cada vez mais cheias.
O médico Sérgio Augusto da Conceição, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Regional Goiás (SBCP-GO), lembra que o Brasil já é o segundo maior mercado de cirurgia plástica do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, e Goiás é considerado um grande centro. Segundo ele, além da maior procura pelo corpo perfeito, os preços também ficaram mais acessíveis. O resultado é que procedimentos antes realizados apenas pelas classes A e B, já são bancados por pacientes da classe C, que recorrem a parcelamentos feitos pelos profissionais ou investem em consórcios de serviços, oferecidos pelas administradoras, ou mesmo os informais, entre amigos. "Hospitais e clínicas também já oferecem opções de parcelamento no cheque, cartão de crédito ou crédito bancário", lembra.
A secretária Nayara Brasileiro já colocou silicone na mama e fez rinoplastia (correção do nariz). Ela conta que tinha os seios pequenos e o nariz grande e precisava inverter essa ordem. Para isso, fez um consórcio entre amigos e pagou 15 parcelas de quase R$ 700 mensais. "Foi um grande sacrifício. Passei muito aperto para pagar. Mas valeu a pena e faria tudo de novo porque minha autoestima aumentou muito", afirma.
Contorno corporal é o mais procurado
Os procedimentos cirúrgicos estéticos mais procurados são a lipoaspiração e a colocação de próteses mamárias, além da abdominoplastia. "Metade das intervenções feitas são para contorno corporal", destaca o presidente da SBCP-GO, Sérgio Augusto da Conceição. Mas a rinoplastia (transformação do nariz) e outras plásticas faciais também são muito procuradas. "Vale lembrar das cirurgias reparadoras, que ocorrem após algum acidente, cirurgia bariátrica ou tratamento de tumor, boa parte cobertas por planos de saúde e oferecidas em hospitais públicos", diz o médico, que é chefe do Serviço de Residência Médicaem Cirurgia Plástica do HGG.
Apesar de os pacientes ainda serem predominantemente do público feminino, entre os 25 e 60 anos, Sérgio ressalta que há um aumento da procura por pessoas cada vez mais jovens, idosos e homens. O cirurgião plástico Sérgio William Segundo conta que o público masculino está cada vez mais vaidoso e busca procedimentos como lipoaspiração, rinoplastias e para combate ao envelhecimento, como lifting facial.
De acordo com ele, apesar da crise econômica ter reduzido a velocidade de crescimento da procura por parte do público em geral, nos últimos anos seu consultório registrou um aumento anual de 5% a 10% na demanda. Cerca de 90% dos procedimentos que o médico realiza são cirurgias estéticas, principalmente lipoesculturas e mamoplastias, e 10% são reparadoras. Já os valores variam de acordo com a dificuldade de cada caso, experiência do profissional, local de realização da cirurgia e outros fatores. "Um mesmo procedimento pode variar de R$ 10 mil a R$ 30 mil", diz.
Mas Sérgio informa que já é possível parcelar a cirurgia no cartão de crédito ou cheque em dez vezes ou até mais que isso, dependendo do caso. "Com os bons resultados estéticos obtidos, redução dos custos das cirurgias e ascensão financeira da população, as intervenções se popularizaram nos anos 2000 e já são procuradas por pessoas de quase todas as classes sociais", diz. A demanda é sempre maior nos meses de férias: julho, dezembro e janeiro.
Interesse
A cirurgiã plástica Raquel Eckert acredita que a exposição nas mídias sociais aumentou o interesse dos pacientes pelos procedimentos, que também se tornaram mais acessíveis com a redução dos custos e parcelamentos, os quais variam de acordo com cada profissional. Ela confirma o crescimento da procura por parte do público masculino, que aderiu aos procedimentos faciais, como rinoplastia, e de contorno corporal. "Eles preferem procedimentos de recuperação mais rápida."
Segundo a médica, a procura pelos procedimentos foi afetada pela crise, mas voltou a crescer em 2018 com as melhores perspectivas econômicas. O aumento de cirurgias bariátricas também levou ao aumento da procura por procedimentos reparadores, como retirada de excesso de pele. "Neste caso, não é apenas questão de estética, mas também de qualidade de vida para realização de tarefas diárias, como trabalho e a própria higiene corporal", destaca.
Depois de emagrecer 54 quilos, após uma cirurgia bariátrica, a dona de casa Luana Cristina Xavier Moura precisou retirar o excesso de pele na barriga (abdominoplastia) e colocar prótese de silicone nos seios. A entrada de R$ 7 mil foi paga com o dinheiro de um consórcio entre amigos e o restante dividido pelo médico em parcelas de R$ 2 mil. Além disso, ela ainda precisou custear uma massagista (exigência no pós-operatório) e os medicamentos. O custo total chegou a R$ 20 mil. "Apesar do alto custo e de dores no pós-operatório, valeu a pena porque gostei muito do resultado", diz.
Alexandre Luís dos Santos, presidente regional da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac), conta que as cirurgias plásticas lideram o uso de cartas de crédito dentro do segmento de saúde, nos consórcios de serviços. Isso porque já é possível obter uma carta de R$ 10 mil pagando 36 parcelas de R$ 340, com a possibilidade da pessoa ser contemplada por lance ou sorteio e planejar a cirurgia. "No Banco do Brasil, foram vendidas 3 mil cotas de consórcios de serviços em 2017 e 22 mil no ano passado."
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JORNAL OPÇÃO

Cais do Jardim Guanabara sofre com falta de profissionais, insumos e equipamentos quebrados
Por Elisama Ximenes
População da região Norte de Goiânia denunciou situação calamitosa na unidade de saúde de Goiânia

A vereadora Priscila Tejota (PSD) esteve na manhã desta segunda-feira, 11, no Cais do Jardim Guanabara, onde constatou situação calamitosa. Segundo ela, foi possível apurar falta de profissionais, de insumos e, ainda, foram encontrados equipamentos quebrados no hospital.
De acordo com a parlamentar, denúncias de moradores da região Norte de Goiânia antecipavam o quadro. “A má gestão e as péssimas condições em que se encontra a unidade de saúde estão prejudicando a população, que está sem atendimento em alguns serviços”, relatou.
“O aparelho de raio-X não funciona por falta de insumos. A sala de atendimento odontológico emergencial não tem sequer condição de esterilizar os materiais, as paredes estão mofadas. Profissionais trabalhando sem luva e sem jaleco”, completou.
Ainda segundo Priscila, demandas como essa já foram apresentadas outras vezes para a secretária Municipal de Saúde, Fátima Mrué, que alega estar tudo bem. Portanto, a vereadora decidiu acionar o Ministério Público e a Vigilância Sanitária para inspecionar o local.
“Os servidores não podem trabalhar dessa maneira e a população não pode ser atendida assim, com total descaso”, lamentou. O Jornal Opção contatou a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), que não respondeu à solicitação até a publicação desta matéria.
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A REDAÇÃO

Unimed Goiânia avança nos indicadores do Programa Integridade

Goiânia - Em 2016, a Unimed Goiânia iniciou a implementação do Programa de Promoção da Integridade, em parceria com o Instituto Ethos e a Unimed do Brasil. A partir de um diagnóstico das condutas de integridade e ética adotadas, foram propostas práticas de prevenção e combate à corrupção.

Ao todo, o programa possui 13 indicadores, porém, nesta primeira fase, destacam-se as ações de seis escolhidos para as tratativas iniciais: Gestão de Fornecedores e Prestadores; Práticas Anticorrupção; Código de Conduta; Mecanismos de Denúncia; Programa de Integridade; e Governança da Organização.

Os estágios, de 1 a 5, são classificados conforme o desenvolvimento e amadurecimento de cada indicador dentro da Cooperativa, sendo o estágio 5 o último, que indica uma prática institucional com protagonismo e domínio.

“Em 2018 houve grande avanço desses indicadores. Cada ano apresentou uma progressão dos primeiros para os últimos estágios. Isso demonstra o desenvolvimento e a eficácia dessas práticas dentro da instituição”, explica Selma Trad, diretora de Planejamento e Controle da Unimed Goiânia.
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Rosane Rodrigues da Cunha
Assessoria de Comunicação


 


Assessoria de Comunicação - 12/02/2019

 

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