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CLIPPING SINDHOESG 08/08/19

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.


DESTAQUES

Com valores reduzidos e nova data de início, cursos de pós-graduação têm inscrições prorrogadas para 15 de setembro
ANS analisa propostas para atualizar Rol de Procedimentos em Saúde
Garantia de excelência na saúde
Médicos transgêneros e travestis poderão usar nome social em plataformas dos conselhos regionais


AGÊNCIA UNIMED

Com valores reduzidos e nova data de início, cursos de pós-graduação têm inscrições prorrogadas para 15 de setembro

O prazo para as inscrições aos cursos de pós-graduação oferecidos pela Federação das Unimeds dos Estados de Goiás e Tocantins e do Distrito Federal (Federação Centro Brasileira) e Faculdade Unimed foi ampliado até o dia 15 de setembro. São oferecidos os cursos de pós-graduação lato sensu em Auditoria em Saúde e MBA em Gestão de Cooperativas Aplicada ao Sistema, cujas aulas terão início nos 27 e 28 de setembro e duração de 396 horas (MBA) e 360 horas (lato sensu). As aulas serão presenciais e ministradas mensalmente na sede da Federação Centro Brasileira, em Goiânia.

Em negociação com a Faculdade Unimed, a Federação Centro Brasileira conseguiu novos preços e prazos para o pagamento dos cursos. A pós-graduação em Auditoria em Saúde poderá ser paga em 24 parcelas de R$ 599,54. O MBA Gestão de Cooperativas Aplicadas ao Sistema de Saúde poderá ser quitado em 24 parcelas de R$ 650,79. Os cursos são abertos a dirigentes, cooperados e demais profissionais que atuam nas cooperativas de saúde.

O curso MBA em Gestão de Cooperativas Aplicada ao Sistema de Saúde tem como público-alvo dirigentes e conselheiros de organizações de saúde, médicos cooperados, gerentes e profissionais envolvidos em gestão de cooperativas de saúde, assessores, profissionais da área administrativa, de sustentabilidade, relacionamento com cooperados e superintendentes. O curso de pós-graduação lato sensu em Auditoria em Saúde é destinado a profissionais com curso superior, que atuem na área de auditoria ou processos relacionados. Podem participar do curso, médicos e enfermeiros auditores, profissionais das áreas de Atenção à Saúde, Contas Médicas, Regulação, Intercâmbio, OPME, entre outras afins.

Para mais informações e inscrições entre em contato com a Federação pelo e-mail  mariane.almeida@unimedcb.coop.br ou pelo telefone (62) 3414 3536 (Mariane Almeida).
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ISTOÉ ONLINE
ANS analisa propostas para atualizar Rol de Procedimentos em Saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) completou a análise de elegibilidade das propostas de atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde enviadas pela sociedade por meio de um formulário online (FormRol).
No período de 4 de fevereiro a 4 de maio, a agência recebeu 1.137 propostas de atualização, entre as quais 285 (25%) relativas a medicamentos, 671 (59%) a procedimentos e 181 (16%) a termos descritivos. No fim do processo de verificação, 215 propostas foram consideradas aptas e passarão por análise técnica e depois à discussão no Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde (Cosaúde).
Agora, as propostas elegíveis seguem para a fase de análise crítica, que será feita com o auxílio de entidades parceiras, com as quais a ANS realizou acordos de cooperação técnica, convênios, contratos ou instrumentos congêneres e do Cosaúde. Terminada essa etapa, haverá consulta pública à sociedade.
Segundo a ANS, as 215 propostas selecionadas atenderam aos critérios de elegibilidade necessários. Esta foi a primeira fase das etapas estabelecidas na Resolução Normativa nº 439/2018 para o novo processo de atualização da lista mínima de procedimentos que devem ser cobertos pelos planos de saúde. De acordo com a agência reguladora, a normativa "aprimorou a revisão da cobertura mínima obrigatória dos planos de saúde e ampliou a participação social".
Inicialmente, todos os formulários recebidos pela ANS passaram por uma triagem, para que fossem identificadas as propostas relativas à inclusão de medicamentos e procedimentos que eram passíveis de seguir a avaliação quanto ao cumprimento dos critérios de elegibilidade. Com os de termos descritivos, a seleção foi a partir da verificação da completude e validades dos campos dos respectivos documentos.
Foram considerados aptos na análise de elegibilidade 459 formulários enviados (40% do total recebido). Após essa avaliação uma nova etapa de triagem verificou se os formulários atendiam a condições legais e aos requisitos de informação previstos na RN nº 439. O resultado é que 215 propostas atenderam a todos os critérios elencados na norma, 116 referentes a medicamentos, 74 a procedimentos e 25 a termos descritivos. Os requisitos vão desde a descrição das evidências científicas relativas à eficácia, efetividade, acurácia e segurança da tecnologia em saúde, até os dados sobre capacidade instalada.
Das contribuições elegíveis,118 propostas foram enviadas por entidades representativas de profissionais médicos. Além disso, houve contribuições de entidades representativas de pacientes, operadoras, indústria farmacêutica, outros profissionais não médicos, prestadores de serviços de saúde e cidadãos de forma geral (pessoa física).
Conforme a ANS, o Rol de Procedimentos passa por revisões periódicas a cada dois anos. Para a ANS, esse é o intervalo mínimo, tendo em vista as etapas a serem cumpridas e a complexidade do processo.
Segundo o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Rogério Scarabel, o rol é um importante instrumento de regulação da agência e é fundamental que a sociedade acompanhe e participe do processo de atualização da lista de coberturas. "Dessa forma, contribuímos para ampliar a transparência no setor e engajamos todos os interessados, incluindo os beneficiários, nas políticas de saúde", afirmou.
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CORREIO BRAZILIENSE
Garantia de excelência na saúde
Atendimento oferecido no país é, em geral, mal-avaliado. Desafio de entregar serviço de qualidade depende, em grande parte, dos gestores

AUGUSTO FERNANDES
Aperfeiçoar a gestão da saúde é um ponto fundamental para mudar a percepção dos brasileiros quanto à eficiência dos serviços prestados tanto por instituições públicas quanto privadas ao redor do país. De acordo com informações do Conselho Federal de Medicina (CFM), estima-se que apenas 10% da população avalie como bom o atendimento oferecido nos hospitais e em outras unidades de saúde do Brasil. Na lista de reclamações dos usuários, a má administração dos gestores aparece como um dos principais entraves para que o setor receba avaliação positiva.
"Na área da saúde, existe uma diferença essencial em relação a outros segmentos, que é o fato de tratarmos com vidas. Quando se enxuga algo fundamental para a manutenção da segurança e da qualidade (do serviço prestado ao) paciente, o risco é grande. Tomar uma decisão errada pode comprometer vidas, que não são substituíveis. Por isso, é importante a presença de um gestor que saiba priorizar e delegar ações para montar um plano que esteja adequado às necessidades da sua instituição", destaca a professora Adriana André, coordenadora do MBA em gestão de Clínicas, hospitais e indústrias da saúde da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Mesmo com o aumento do percentual do Produto Interno Bruto (PIB) destinado a dispêndios com saúde -- de 3,8%, em 2015, para 8%, no ano passado, segundo levantamento feito pelo Banco Mundial --, parece estar longe a solução de problemas como falta de insumos e médicos e orçamento limitado, no caso do setor público; e cobertura insuficiente do convênio e mensalidades altas dos planos de saúde, no caso do privado.
Diante dessa realidade, uma alternativa para pessoas à frente das instituições que prestam serviços hospitalares à população é otimizar recursos, sejam financeiros, sejam humanos. "Otimizar significa analisar aquilo que você tem e investir. A partir disso, você pode entender quais são as suas principais demandas e distribuir os recursos de forma que os atendimentos aconteçam da melhor forma", analisa Adriana. "Um bom gestor sempre deve pensar estrategicamente e planejar reuniões eficientes, com metas a serem atingidas. Assim, ele terá um bom embasamento para apresentar propostas de solução aos problemas", acrescenta Adriana.
Fora do papel
O conselho da professora é seguido à risca em algumas unidades de saúde do Distrito Federal. CEO do Hospital Santa Marta, Luci Emídio conta que a gestão por lá é feita justamente com base em um planejamento estratégico que, desde 2011, sofreu quatro revisões. "O planejamento é focado em dois pilares, tidos como itens básicos da nossa gestão: a qualidade e a segurança do paciente. Além de mim, existem diretores e sócios do conselho de administração que seguem severamente os protocolos institucionais, tudo para entregar a melhor assistência à sociedade", detalha.
O hospital consegue atender a uma demanda de aproximadamente 24 mil pessoas por mês. Para não perder o controle da situação, Luci acompanha diariamente os indicadores de produtividade da unidade de saúde. Além disso, o alto escalão do centro hospitalar se reúne a cada mês, a fim de analisar o que foi cumprido e o que ficou no meio do caminho.
"É preciso tornar o hospital legal em todos os ambientes, tanto que temos um manual de conduta e ética muito rigoroso. Fazemos um fórum mensal de análise crítica, em que entra a liderança e a diretoria do hospital. Nós mensuramos os resultados obtidos durante os últimos 30 dias e trabalhamos em cima disso", conta a CEO.
A autoavaliação permite ao hospital manter os cerca de 2 mil funcionários cientes da principal meta da organização: minimizar os efeitos do acompanhamento médico aos pacientes. "Com uma equipe equilibrada e trabalhando em um bom clima organizacional, conseguimos prestar uma assistência mais eficaz. Quanto mais o colaborador se identifica com os valores da empresa, mais fácil é entregar os resultados que se esperam dele", frisa Luci.
Cenário adverso Pesquisas mostram a importância de uma boa gestão na saúde Em 2018, uma pesquisa do Datafolha, encomendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), revelou que 55% dos brasileiros avaliaram a saúde no país como ruim ou péssima, enquanto 34% a classificaram como regular; Das quase 2,1 mil pessoas que participaram da pesquisa, a insatisfação foi compartilhada por 94% dos pacientes que têm plano de saúde e por 87% dos que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS);Segundo 51% dos entrevistados, o tempo de espera para atendimento, a escassez de recursos e a má gestão são os aspectos que mais comprometem a qualidade do serviço;O estudo ainda revelou que 83% das pessoas ouvidas acreditam que os recursos públicos não são bem administrados; 73% dizem que o atendimento não é igual para todos; e 62% creemque o SUS não tem gestores eficientes e bem preparados;Outro levantamento, feito também no ano passado, pela Comissão de Saúde Global de Alta Qualidade, do jornal científico The Lancet, estima que 153 mil brasileiros percam a vida anualmente por causa de atendimento médico de má qualidade; Além disso, 51 mil morrem por falta de acesso a atendimento de saúde. Fontes: CFM e Comissão de Saúde Global de Alta Qualidade
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DIÁRIO DA MANHÃ

Médicos transgêneros e travestis poderão usar nome social em plataformas dos conselhos regionais

Os médicos transgêneros e travestis do Brasil poderão ter seus nomes sociais, ou seja, como querem ser chamados, incluídos no cadastro dos Conselhos Regionais de Medicina.
A informação é do Conselho Federal de Medicina, que lembra que os dados ficam disponíveis para consulta pública. O CFM analisou o tema a pedido de alguns profissionais.
O nome social passará a constar nas páginas dos Conselhos juntamente com o nome civil, desde que os profissionais oficializem os pedidos. Assim, os profissionais transgêneros e travestis podem ser identificados por colegas de trabalho e pacientes pelo nome com o qual querem ser conhecidos.
Além disso, o CFM alerta que não é possível realizar a alteração do nome também na carteira de identificação profissional sem um pedido jurídico. "Para proceder essa alteração o médico, deve obter autorização judicial, o que possibilita a mudança de todos os seus documentos de forma definitiva", diz o documento da assessoria do Conselho Federal de Medicina.
Em 2016, o Conselho decidiu que médicos transgêneros poderiam usar o nome social em documentos administrativos internos e em seus locais de atuação.
O decreto nº 8.727/2016 estabelece que os profissionais podem requerer junto aos seus empregadores a alteração de documentos internos, privilegiando o seu nome social em lugar do seu nome civil.
A norma, que foi editada pela Presidência da República, em abril de 2016, "dispõe sobre o uso do nome social e reconhecimento da identidade de gênero de pessoas travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional".
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Rosane Rodrigues da Cunha
Assessoria de Comunicação


Assessoria de Comunicação - Sindhoesg - 08/08/2019

 

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