Clipping

CLIPPING SINDHOESG 22/08/19

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.

DESTAQUES

Goiás tem o primeiro caso de sarampo confirmado este ano em Alto Paraíso
Turismo de saúde em Goiânia já atrai pacientes até do exterior
Maior controle e transparência sobre produtos usados em implantes
Itaú Unibanco negocia com Sulamérica em saúde
Caderneta em dia: saiba quais são as vacinas que os adultos devem tomar
Antonio Brito será o relator-revisor da MP do Programa Médicos pelo Brasil


TV ANHANGUERA

Goiás tem o primeiro caso de sarampo confirmado este ano em Alto Paraíso
http://g1.globo.com/goias/videos/t/todos-os-videos/v/goias-tem-o-primeiro-caso-de-sarampo-confirmado-este-ano-em-alto-paraiso/7861509/
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GOIÂNIA EMPRESAS

Turismo de saúde em Goiânia já atrai pacientes até do exterior

Profissionais médicos já atendem pacientes vindos de outros países, como EUA e Chile
O turismo de saúde é o terceiro maior interesse dos visitantes que se hospedam na rede hoteleira de Goiânia. Foi o que constatou o Observatório do Turismo do Estado de Goiás no último Censo Hoteleiro, realizado entre 2017 e 2018 junto com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis e o Sindicato dos Hotéis de Goiânia. No levantamento, os pesquisadores concluíram que 25,7% das pessoas que se hospedam em hotéis e pousadas da cidade têm como objetivo a busca por algum tratamento médico. Os outros maiores interesses são o turismo de negócios (92%) e de eventos (26,9%).
A Demografia Médica no Brasil 2018, realizada pela Universidade de São Paulo (USP), mostra que Goiás está entre os dez estados do País com mais médicos especialistas, com um total de 8.219 profissionais; a grande maioria está concentrada em Goiânia. Um levantamento encomendado pelo novo Órion Hospital, sob orientação da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, mantenedora do renomado Hospital Albert Einstein, apontou que Goiânia tem uma atratividade por serviços de saúde que atinge todos os estados do Centro-Oeste e grande parte do Norte do País, indo até o Acre. O estudo foi feito em 2016, compilando dados do Ministério da Saúde, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Agência Nacional de Saúde (ANS).
Os milhares de turistas que chegam a Goiânia em busca de serviços de saúde vêm, por exemplo, de regiões como a do agropecuarista Ildo José Krupp, 61 anos, que se desloca regularmente mais de 700 quilômetros até a capital, vindo de Canarana (MT). Em Goiânia, ele faz acompanhamento com o oncologista Fernando Leão, um dos dezenas de profissionais que atendem no Órion Business & Health Complex, moderno complexo imobiliário localizado no Setor Marista e inaugurado em 2017 e que tem como foco serviços de saúde e bem-estar.
"Saio do Mato Grosso para me tratar em Goiânia porque na capital há mais recursos e mais médicosespecialistas", explica Ildo. Ele mantém as consultas em dia no acompanhamento que faz do funcionamento da próstata. Além do agropecuarista, sua esposa Mara Lígia e os filhos Eliézer Thiago e Damares Graciele também visitam a capital com objetivo de buscar uma assistência à saúde mais especializada. A família chegou até a comprar um apartamento em Goiânia para usar também nessas viagens, mas acabou se desfazendo do imóvel alguns anos depois.
Vocação turística
O turismo de saúde atrai um público significativo e movimenta uma cadeia produtiva muito grande, sendo economicamente interessante tanto para os destinos como também para todas as empresas envolvidas nesse segmento, entre clínicas, consultórios, farmácias, hotéis e restaurantes. Só no consultório do oncologista Fernando Leão no Órion Complex, o médico estima que entre 50% e 55% de seus pacientes sejam pessoas vindas de fora de Goiânia. Entre os locais de origem de seus clientes estão: Anápolis, Rio Verde, Santa Helena de Goiás, e municípios do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Pará e Minas Gerais, e até do Chile. "Dos pacientes do interior, quase a totalidade deles abandona o tratamento na localidade para vir buscar assistência médica especializada em Goiânia, que oferece recursos de alta tecnologia e técnicas minimamente invasivas nos procedimentos oncológicos", comenta Fernando ao falar da demanda de sua especialidade médica.
Visando atender essa vocação turística e oferecer o maior e mais completo centro de saúde do Centro-Oeste, há pouco mais de um ano era inaugurado em Goiânia o Órion Business & Health Complex, um moderno complexo imobiliário com foco voltado para a assistência à saúde e o bem-estar. Localizado no Setor Marista, o empreendimento é composto por uma torre voltada para consultórios, clínicas, e salas comerciais; um shopping, um hospital de alta complexidade, um centro de convenções com 15 salas e capacidade para 600 pessoas; e um hotel de luxo, o Clarion Goiânia Órion, equipado com 148 apartamentos e 12 suítes, sendo a maior delas de 53 m².
Pacientes do exterior
A dermatologista Gislaine Sales, que tem seu consultório na torre Health do Órion Complex, também possui grande demanda de pacientes vindos de fora de Goiânia e de Goiás, e também brasileiros que vivem no exterior. São pacientes como as irmãs empresárias Wilma de Andrade, de 53 anos; Luana de Andrade, 55; e Natália de Andrade, 51; nascidas em Goiânia, mas que vivem há alguns anos fora do País. Wilma mora em Tampa, nos Estados Unidos, e a cada ano ela volta a Goiânia pelo menos duas vezes para se tratar com Gislaine. Luana, que vive há 38 anos em Roma, na Itália, e Natália, radicada em Sydney, na Austrália, desde 2013, também desembarcam na capital anualmente para consultas com a especialista.
"A principal motivação para continuarmos fazendo o tratamento em Goiânia mesmo morando fora é a confiança que temos nos médicos da cidade. Sem falar que tem muitos procedimentos feitos no Brasil que ainda não chegaram aqui, nos Estados Unidos. Eu tenho médicos aqui também. Eles dizem que demora mais para serem aprovados aqui certos procedimentos estéticos", conta Wilma de Andrade.
Alta complexidade
Depois de inaugurar, no ano passado, o Órion Shopping, que tem entre suas lojas drogarias, óticas e estabelecimentos que vendem produtos de alimentação natural, o complexo imobiliário se prepara para iniciar as operações, ainda neste ano, de um hospital geral privado com 240 leitos de alto padrão (40 deles na Unidade de Terapia Intensiva) e com heliponto. A unidade hospitalar será preparada para a realização de vários procedimentos de alta complexidade, como por exemplo transplantes de órgãos e cirurgias neurológicas.
Segundo o engenheiro Frank Guimarães, um dos sócios do Órion Complex e engenheiro responsável pelo empreendimento, só o hospital deve gerar cerca de 1.200 empregos diretos, a grande maioria para profissionais ligados aos serviços de saúde. Ele explica que o empreendimento foi idealizado para suprir também a demanda do emergente mercado do turismo de saúde em Goiânia.
Frank Guimarães explica que todo o projeto estrutural do Órion Complex considerou as necessidades dos pacientes que virão se tratar no Órion Hospital e também de seus acompanhantes. "Além do acesso facilitado para os visitantes transitarem entre o hotel e o hospital, o shopping, por ter diversos restaurantes e fast-foods, pode suprir necessidades primárias dessas pessoas e daquelas que transitam no complexo indo ou vindo do centro de convenções e das clínicas médicas que já e
Para o incorporador, o nível de capacitação técnica que será exigido do corpo administrativo e médico do Órion Hospital, junto com a tecnologia de ponta disponibilizada na unidade hospitalar, fará com que o Hospital e todo complexo Órion "inclua Goiânia, não só no roteiro do turismo de saúde nacional, mas também internacional".
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ANS

Maior controle e transparência sobre produtos usados em implantes

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) participou da elaboração da proposta aprovada pela diretoria colegiada da Anvisa, nesta terça-feira (20/08), a respeito do monitoramento e da divulgação de preços de itens usados em implantes, mais conhecidos na área da saúde como órteses, próteses e materiais especiais (OPME). Além de integrar o Grupo de Trabalho que discutiu o tema, a ANS viabilizou o acesso aos dados relativos aos tipos e valores praticados no setor de planos de saúde no que diz respeito ao uso de OPME por beneficiários.
Por meio do Padrão de Troca de Informação na Saúde Suplementar (TISS), a ANS recebe das operadoras de planos de saúde as informações relativas à assistência prestada aos seus beneficiários. Em um trabalho realizado em parceria com a Anvisa, foi possível adequar os registros dos produtos conhecidos como Dispositivos MédicosImplantáveis (DMI), que passaram a ter uma nomenclatura reconhecida internacionalmente e que permite individualizar os termos de forma que possam ser monitorados.
Com isso, o banco de dados da ANS foi aprimorado e hoje tem cerca de 800 mil modelos de produtos usados em implantes registrados na Anvisa, que correspondem a cerca de 33.500 registros. A escolha desses produtos foi baseada em sua relevância para o monitoramento de preços e utilização na saúde suplementar.
Com essas informações, a ANS viabiliza o importante monitoramento feito pela Anvisa acerca da utilização de Dispositivos Médicos Implantáveis na saúde suplementar.
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O ESTADO DE S.PAULO

Itaú Unibanco negocia com Sulamérica em saúde

O Itaú Unibanco negocia com a SulAmérica uma parceria para ofertar seguro saúde e odontológico para o setor corporativo. As negociações ocorrem no âmbito da sua plataforma aberta de seguros, lançada há cerca de um ano em um projeto similar ao que fez na área de investimentos com a estratégia 360 e que marcou a oferta de produtos de terceiros aos clientes do maior banco da América Latina em ativos. O Itaú já fechou contrato com a operadora Amil e ainda com a Porto Seguro, empresa com a qual tem uma joint venture em seguro de automóvel e residencial.
Mudança de rota
Com a Amil, o Itaú trabalha também junto às pessoas físicas. Enquanto o banco avalia se mantém o produto no varejo, que ainda não teria decolado, começa a explorar o segmento de empresas. Por sua vez, a SulAmérica, que também está na disputa do balcão da Caixa Econômica Federal nos segmentos de saúde e odontologia, foca cada vez mais sua atuação nessas áreas, que respondem por cerca de 70% do seu faturamento. Procurados, Itaú Unibanco e SulAmérica não comentaram.
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UOL

Caderneta em dia: saiba quais são as vacinas que os adultos devem tomar

As vacinas quase sempre são associadas às crianças e muita gente nem sabe que existe um calendário de vacinação a ser cumprido pelos adultos. Pois é. Há várias imunizações disponíveis na rede pública e privada que homens e mulheres precisam receber a partir dos 20 anos. Elas ajudam a evitar desde doenças mais simples, como a gripe, até problemas mais sérios que podem evoluir para um câncer. Portanto, não devem ser ignoradas.
"A maioria da população negligencia a própria saúde e a da sociedade, já que ao não se vacinar uma pessoa se torna um potencial transmissor de doenças e deixa de ajudar a evitar surtos, como é o caso atual do sarampo", alerta a médica Rosana Richtmann, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.
Os dados comprovam a preocupação da médica. Em uma pesquisa realizada em 2017 pelo instituto Ipsos MORI com 8,5 mil pessoas em seis países, 69% dos adultos brasileiros entrevistados não estavam com a vacinação em dia. Além disso, 15% afirmaram que as vacinas são recomendadas somente para bebês ou crianças e 21% consideram a vacinação na vida adulta apenas para fins de viagem. O levantamento foi encomendado pela companhia farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK).
Confira a seguir quais vacinas um adulto deve tomar, segundo a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).
Dupla adulto - dt (difteria e tétano)
Quando tomar Uma dose a cada dez anos, por toda a vida, sendo a primeira aos 20 anos. Se você não tomou a vacina nessa idade, deve receber a imunização agora e seguir no esquema de uma dose a cada década. Está disponível no SUS (Sistema Único de Saúde).
Entenda as doenças A difteria é causada por uma bactéria que atinge as amídalas, a faringe, a laringe, o nariz e, em alguns casos, as mucosas e a pele, onde provoca placas branco-acinzentadas. É transmitida por meio de tosse ou espirro.
Já o tétano é causado pela toxina de uma bactéria que entra no organismo por meio de ferimentos ou lesões na pele e atinge o sistema nervoso central. A doença não é provocada apenas o contato com metais enferrujados que provocam o problema, pois a bactéria do tétano pode ser encontrada nos mais diversos ambientes, inclusive fezes de animais. Caracteriza-se por rigidez muscular em todo o corpo, principalmente no pescoço, além da dificuldade em engolir.
Influenza (gripe)
Quando tomar Uma vez por ano, geralmente nos meses de abril e maio. Está disponível gratuitamente no SUS para adultos que fazem parte do grupo de risco (idosos, gestante e pacientes com asma) e na rede particular para qualquer pessoa.
Entenda a doença Caracteriza-se por febre alta, calafrios, dor de cabeça, mal-estar, tosse seca e dor muscular. Pode gerar complicações como infecções respiratórias agudas. A vacina contra gripe não protege de resfriados comuns, que são causados por outros tipos de vírus e normalmente se geram sintomas mais leves, sem febre.
Meningite B e ACWY
Quando tomar Apesar dessas vacinas fazerem parte do calendário infantil, a imunização contra meningite C só passou a ser oferecida aos bebês pelo SUS a partir de 2010 e a contra meningite B até hoje só está disponível na rede particular (assim como a ACWY, que além do meningococo C protege contra os tipos A, W e Y). Por isso, grande parte dos adultos nunca recebeu a proteção.
Para quem tem mais de 20 anos, a recomendação é tomar uma dose da vacina meningocócica ACWY (ou apenas a C) e duas doses da meningocócica B, com intervalo de um a dois meses entre elas. Essas vacinas não estão disponíveis para adultos na rede pública. A imunização é exigida por universidades americanas e indicada para quem vai viajar para países com incidência da doença.
Entenda a doença Causada por um grupo de bactérias chamadas meningococos, a doença provoca inflamação na meninge, membrana que envolve o cérebro e a medula espinhal, podendo levar à morte entre 24 e 48 horas a partir do aparecimento dos primeiros sintomas --mas a meningite não tende a ser tão grave em adultos quanto em crianças. Os principais sintomas do problema são fraqueza, febre, dor de cabeça, vômitos e rigidez na nuca. Há 12 tipos de meningococos e, no Brasil, o mais comum é o tipo C, seguido do tipo B.
HPV
Quando tomar Adultos que não receberam a imunização na infância (praticamente todos, pois a vacina é nova) podem tomar a primeira dose em qualquer idade, a segunda dose um a dois meses depois e a terceira, seis meses após a primeira dose. Apesar da vacina contra HPV (papiloma vírus humano) ser indicada para crianças e adolescentes antes do início da vida sexual, pessoas mais velhas que já tiveram relações --e, por isso, provavelmente estão infectados -- podem, sim, ser beneficiados com a vacina, pois existem mais de 150 tipos de vírus HPV.
Entenda a doença O HPV é transmitido no sexo (inclusive no oral e na masturbação). O vírus infecta a pele e as mucosas, causando verrugas ou lesões que podem resultar em câncer de colo de útero, de pênis, de ânus e de garganta.
Pneumonia (pneumococo)
Quando tomar A recomendação é uma dose ao completar 60 anos e outra de reforço após cinco anos --entre os 50 e 59 anos também já pode ser tomada, se houver recomendação do médico. Não está disponível na rede pública, mas pessoas com mais de 70 anos que vivem em instituições fechadas como asilos, hospitais e casas de repouso, por apresentarem maior riscos de contrair pneumonia, geralmente recebem a vacina gratuitamente.
Entenda a doença É uma infecção respiratória grave causada pelo pneumococo. O problema se caracteriza por febre, tosse com catarro e, em muitos casos, precisa de internação, podendo levar a pessoa à morte se não for tratado adequadamente.
Herpes zóster
Quando tomar Mesmo em pessoas que já desenvolverem a doença, a dose única é recomendada após os 60 anos --mas pode ser aplicada a partir dos 50 se o médico achar que há necessidade. Pessoas com a imunidade debilitada (em tratamento contra o câncer ou com Aids, por exemplo) só devem receber a imunização com indicação médica. A vacina não está disponível na rede pública.
Entenda o problema Conhecido popularmente como cobreiro, o herpes zóster decorre da reativação do vírus da varicela-zóster, causador também da catapora. Esse vírus permanece em latência durante toda a vida da pessoa e, se a imunidade cai, a doença pode "atacar". Caracteriza-se por bolhas que provoca dor crônica --prolongada e de difícil controle -- e extremamente debilitante.
Vacinas que o adulto deve tomar se não recebeu na infância
As imunizações abaixo normalmente são aplicadas na infância. No entanto, caso o adulto não tenha recebido uma dessas vacinas, deve atualizar a caderneta de vacinação.
Febre amarela
Quando tomar Para adultos que não receberam a proteção na infância a indicação é uma única dose, a qualquer momento da vida. Segundo a SBIm, não há consenso sobre a duração da proteção conferida pela vacina. Porém, dependendo do risco, uma segunda dose após dez anos pode ser indicada devido à possibilidade de falha vacinal. É contraindicada para gestantes e mulheres em período de amamentação. Está disponível no SUS.
Entenda a doença A febre amarela é uma complicação infecciosa, que pode levar à morte. O problema é causado por um vírus, transmitido por meio da picada de um mosquito infectado. Os sintomas iniciais incluem o início repentino de febre, dores musculares em todo o corpo, calafrios, dor de cabeça severa, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, os indivíduos apresentam febre alta, icterícia (a pele e as mucosas ficam amareladas), sangramentos e, eventualmente, choque e falência de múltiplos órgãos.
Hepatite B
Quando tomar A primeira dose pode ser recebida a qualquer momento por quem não foi imunizado quando criança. A segunda dose é indicada um mês após a primeira; e a terceira, seis meses depois da primeira. Está disponível no SUS.
Entenda a doença É causada pelo vírus B da hepatite, que ataca as células do fígado, levando à inflamação do órgão. A transmissão é feita pelo sangue e outros líquidos corporais contaminados e ocorre em situações rotineiras no dia a dia, como ao compartilhar alicates de unha. Silenciosa, a doença pode evoluir para um câncer e nem sempre apresenta sintomas --os mais comuns são cansaço, febre, vômitos, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. É sexualmente transmissível e grávidas podem "passar" a infecção para o bebê durante o parto.
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)
Quando tomar Para adultos com até 29 anos que não receberam a vacina na infância, são indicadas duas doses, com intervalo mínimo de um mês entre elas. Já pessoas com idade entre 30 e 49 anos devem receber uma dose, que garante proteção por toda a vida. É contraindicada em gestantes e pessoas com imunidade comprometida. Está disponível no SUS.
Entenda as doenças O sarampo é causado por um vírus muito contagioso que permanece no ar e é transmitido por gotículas de saliva ao tossir, espirrar e falar. A doença provoca febre alta, tosse, coriza e manchas avermelhadas pelo corpo.
Já a caxumba é uma infecção viral aguda, também transmitidas por meio de gotículas de saliva ou de secreções nasais. Costumam acontecer surtos no inverno e na primavera. A doença provoca aumento das glândulas salivares próximas às orelhas, causando edema nos dois lados da face.
Por fim, a rubéola é uma doença muito contagiosa, provocada pelo Rubella virus, que gera febre e manchas vermelhas na pele. É transmitida pelo contato direto com pessoas contaminadas, por meio de saliva, espirro, tosse. A doença pode ser passada de mãe para filho ainda durante a gravidez.
Hepatite A
Quando tomar Em qualquer momento, o adulto que não foi vacinado na infância pode receber a proteção. São duas doses, sendo que a segunda deve ser tomada seis meses após a primeira. Disponível somente na rede privada.
Entenda a doença É causada pelo vírus da hepatite A e sua transmissão ocorre pela ingestão de água ou alimentos com coliformes fecais. Entre as principais vias de contaminação estão vegetais mal lavados e consumidos crus (saladas); mariscos e frutos do mar ingeridos sem ir ao fogo; e água sem tratamento. Assim como a hepatite B, na maioria das vezes é assintomática. Quando apresenta sinais o paciente pode ter febre, dores musculares, cansaço, mal-estar, inapetência, náuseas e vômito, icterícia, fezes amarelo-esbranquiçadas e urina com cor escura.
Varicela (catapora)
Quando tomar Se o adulto não se vacinou na infância e não teve a doença, deve receber a qualquer momento a imunização, que é feita em duas doses com intervalo de um a dois meses entre elas. Está disponível somente na rede privada.
Entenda a doença Popularmente conhecida como catapora, é uma doença infecciosa, altamente contagiosa, causada pelo vírus varicela-zóster, que surge mais na primavera. Em adultos, os sintomas são mais fortes do que nas crianças e se caracteriza por lesões na pele acompanhadas de coceira, que podem demorar até 20 dias para ir embora de vez. O contágio acontece por meio do contato com as lesões, por gotas de saliva ou objetos contaminados com o vírus.
Manter a caderneta em dia é importante
A médica Monica Levi, presidente da Comissão de Calendários e Consensos da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), alerta que ao longo do tempo surgem novas vacinas e ocorrem mudanças epidemiológicas e surtos, além de novas evidências científicas que podem alterar as diretrizes vigentes de vacinação. Por isso, o adulto precisa estar constantemente atento ao calendário vacinal referente à sua idade.
Para manter a carteira de vacinação em dia, a recomendação é que a pessoa sempre leve o documento em consultas rotineiras e discuta com o médico quais vacinas devem ser tomadas. "A carteira de vacinação é um documento importante como o RG e deve ser usada e guardada como tal", alerta a médica Bárbara Furtado, gerente médica de vacinas da GSK.
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METRO 1

Antonio Brito será o relator-revisor da MP do Programa Médicos pelo Brasil

O deputado federal Antonio Brito (PSD) será o relator-revisor da Medida Provisória 890/2019, que institui o Programa Médicos pelo Brasil, na Comissão Mista instalada, na tarde desta quarta-feira (21). Na ocasião, o deputado federal Ruy Carneiro (PSDB) foi escolhido como presidente do colegiado, e o senador Márcio Bittar (MDB/AC) ficou com o cargo de vice-presidente. O senador Confúcio Moura (MDB/RR) também será relator. Presidente na reunião, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, reafirmou a prioridade do Governo Federal e do Congresso Nacional no debate desta Medida Provisória, editada no dia 1º de agosto.
O Programa Médicos pelo Brasil dará prioridade a prestação de serviços na atenção primária de saúde no SUS. O deputado federal Antonio Brito deverá debater a Medida Provisória no dia 28 de agosto, na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, na qual é presidente, com a presença do secretário de Atenção Primária a Saúde do Ministério da Saúde, Erno Harzheim.
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Rosane Rodrigues da Cunha
Assessoria de Comunicação

 


Assessoria de Comunicação - Sindhoesg - 22/08/2019

 

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