Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás

CLIPPING SINDHOESG 23/11/21

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.

DESTAQUES

Rede privada de saúde projeta crescimento de 13,8% em 2021

Transferências a estados e municípios crescem R$ 1,3 bi em 2022

Brasil registra 120 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas

Goiás tem menor ocupação de UTIs para covid-19 desde o início da pandemia

Cirurgia bariátrica pelo Imas retoma caráter de rotina a partir de 2022

Goiás é o Estado com maior taxa de incidência de casos da covid-19 no País

Corpo de idoso é encontrado atrás da UPA do Jardim Itaipu, em Goiânia

SMS contrata serviços de monitoramento por R$ 3,5 milhões

Suspensa quebra de sigilo de Bolsonaro

Uso de cânabis medicinal cresce; idosos são 23% dos consumidores

Brasil precisa comprar mais 220 milhões de doses para garantir vacinação em 2022

AGÊNCIA GLOBO

Rede privada de saúde projeta crescimento de 13,8% em 2021

Trazendo o autocuidado como uma questão cada vez mais relevante no dia a dia em tempos de pandemia de Covid-19, é cada vez maior o número de brasileiros que têm buscado cuidados com a saúde na rede privada. De acordo com a Pesquisa IPC Maps, realizada com base em dados oficiais, o setor de saúde deve movimentar R$ 313,9 bilhões em todo o país até o final do ano, um acréscimo de 13,8% em relação a 2020 e de 21,8% em comparação a 2019.

Dentro deste panorama, é relevante, também, a busca por terapias alternativas. Segundo a pesquisa ‘PICCovid – Uso de Práticas Integrativas e Complementares no Contexto da Covid-19’, divulgada em julho deste ano, mais da metade (61,7%) da população brasileira buscou terapias alternativas ao longo da crise sanitária, conforme pesquisadores do ObservaPICS (Observatório Nacional de Saberes e Práticas Tradicionais, Integrativas e Complementares em Saúde) da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), do ICICT (Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde) e da FMP/Unifase (Faculdade de Medicina de Petrópolis), no Rio de Janeiro.

De acordo com o balanço, 81% dos entrevistados buscaram as Pics (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde) em busca de bem-estar. Além disso, 15% utilizaram as práticas como aliadas da medicina tradicional no tratamento de dores na coluna, entre outras doenças crônicas, e 25% participaram de quatro modalidades ou mais.

Institucionalizadas por meio da PNPIC (Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS), as Pics estão disponíveis em unidades de saúde de todo o país, pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

A médica responsável pela área técnica da QuantumLife – clínica que atua com tratamentos ortomoleculares e de ozonioterapia – , Dra. Letícia Fontes, explica que a busca pelas práticas integrativas é tamanha que, para além do SUS, cresceu a adesão da modalidade em clínicas particulares.

O que explica a maior adesão às PICs nas clínicas particulares?

Segundo a Saps (Secretaria de Atenção Primária à Saúde), do Ministério da Saúde, entre as práticas integrativas, destacam-se acupuntura, arteterapia, aromaterapia, bioenergética, constelação familiar, cromoterapia, homeopatia, fitoterapia, medicina tradicional chinesa, meditação, musicoterapia, quiropraxia, reiki, ozonioterapia e yoga, entre outras.

Fontes destaca que a informação está cada vez mais disponível para as pessoas, que buscam por práticas integrativas em clínicas particulares visando um tratamento ágil e eficaz. ‘Dessa forma, muitos conseguem entender e participar de forma muito mais ativa do cuidado com sua saúde’.

Em tempo, 53% dos brasileiros recorrem a ferramentas de busca, como o Google, para buscar informações sobre saúde, 34% assistem vídeos na internet e 9% vão às redes sociais digitais de médicos e artistas que falam sobre o tema, conforme uma pesquisa realizada pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, em parceria com a Gillette.

A especialista complementa que, de olho na demanda dos brasileiros que estão a cada dia mais informados e preocupados com a própria saúde, as clínicas particulares têm investido nas práticas integrativas. ‘Modalidades que caíram no gosto dos pacientes que entendem que o futuro da saúde é a prevenção, o bem-estar, o cuidar do organismo e não da doença com uma lista enorme de medicamentos que, muitas vezes, só remediam o problema’.

Para concluir, Fontes afirma que é preciso cautela, pois as práticas complementares não substituem a medicina tradicional e não excluem outros tipos de tratamento. ‘Elas entram pra somar, com uma abordagem mais integrada’, finaliza.

Para mais informações, basta acessar: https://www.quantumlife.com.br/

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O HOJE

Transferências a estados e municípios crescem R$ 1,3 bi em 2022

O Ministério da Saúde foi o principal beneficiado pelas emendas apresentadas ao Orçamento 2022 (PLN 19/21), recebendo R$ 5,5 bilhões de emendas individuais e R$ 5,3 bilhões de emendas de bancada. A vantagem é parcialmente explicada pela obrigação constitucional que deputados e senadores têm de destinar metade de suas emendas para ações e serviços públicos de saúde.

Ainda há R$ 3,273 bilhões de emendas individuais com transferências para estados, Distrito Federal e municípios. Essas foram as operações que mais cresceram em comparação com o Orçamento deste ano, quando deputados e senadores apresentaram R$ 1,99 bilhão para transferências. O aumento é de R$ 1,282 bilhão.

Depois da Saúde, os principais destinos das emendas individuais foram os ministérios da Cidadania (R$ 425 milhões), Desenvolvimento Regional (R$ 342 milhões), Educação (R$ 305 milhões) e Turismo (R$ 152 milhões). Entre as emendas de bancadas estaduais, foram mais beneficiados o Desenvolvimento Regional (R$ 3,9 bilhões), a Educação (R$ 2,1 bilhões), Infraestrutura (R$ 2 bilhões), Agricultura (R$ 1,7 bilhão), Justiça e Segurança Pública (R$ 865 milhões) e Cidadania (R$ 821 milhões).

Programas

Na comparação das emendas individuais para 2022 com as apresentadas neste ano, o programa que mais ganhou recursos foi a Atenção Primária à Saúde, que cresceu de R$ 2,8 bilhões para R$ 3,2 bilhões, uma diferença de R$ 392 milhões. Em contrapartida, a Atenção Especializada à Saúde caiu de R$ 2,4 bilhões, neste ano, para R$ 2,2 bilhões nas emendas para o ano que vem, uma perda de R$ 226 milhões.

O programa federal que mais perdeu recursos de emendas individuais foi o Desenvolvimento Regional, Territorial e Urbano, que recebeu R$ 623 milhões nas emendas para 2021 e terá apenas R$ 199 milhões no ano que vem. A diferença é de R$ 425 milhões.

Outros programas que receberam menos dinheiro das emendas individuais foram a Agropecuária Sustentável (menos R$ 114 milhões), o Esporte (menos R$ 67 milhões), a Educação Básica de Qualidade (menos R$ 47 milhões), a Proteção à Vida, Fortalecimento da Família, Promoção e Defesa dos Direitos Humanos para Todos (menos R$ 38 milhões).

Em contrapartida, o programa de Mobilidade Urbana, que recebeu somente R$ 3,6 milhões em 2021, terá R$ 134,3 milhões em emendas individuais para 2022. Outros programas populares entre os parlamentares são a Proteção Social no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), que recebeu R$ 200 milhões em emendas individuais para o ano que vem, e a Educação Superior, com R$ R$ 186,6 milhões.

A relação ainda inclui cinco programas que foram contemplados com emendas individuais neste ano e não receberam nenhuma dotação para o ano que vem: Nova Previdência; Geologia, Mineração e Transformação Mineral; Mudança do Clima; Política Nuclear; Defesa Agropecuária; e o Programa Espacial Brasileiro.

Números

O projeto de lei orçamentária para 2022 recebeu no total 6.688 emendas que acrescentam ou incluem despesas por apropriação ou remanejamento. São 6.096 emendas individuais de deputados e senadores, 415 de bancadas estaduais e 177 de comissões temáticas mistas, da Câmara e do Senado.

As emendas individuais somam R$ 10,478 bilhões; as de bancada R$ 17,850 bilhões; e as de comissões R$ 84,1 bilhões. No entanto, das emendas coletivas, apenas R$ 5,7 bilhões de emendas de bancada têm execução obrigatória. O mesmo vale para as emendas individuais, que são garantidas pelo orçamento impositivo.

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AGÊNCIA ESTADO

Brasil registra 120 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas

O Brasil registrou 120 novas mortes pela covid-19 nesta segunda-feira (22/11). A média semanal de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 208, um pouco acima do número registrado no dia anterior (201). O Estado do Mato Grosso não divulgou seus dados até as 20h, ficando fora do balanço. Nesta segunda-feira, o número de novas infecções notificadas foi de 3.853.

No total, o Brasil tem 612.842 mortos e 22.018.889 casos da doença, a segunda nação com mais registros de óbitos, atrás apenas dos Estados Unidos. Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, g1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. Segundo os números do governo, 21.230.357 pessoas estão recuperadas.

O Estado de São Paulo registrou nesta segunda-feira 5 mortes por coronavírus. Apenas seis Estados tiveram mais de uma dezena de óbitos no dia: Ceará (12), Santa Catarina (12), Bahia (11), Espírito Santo (11), Goiás (11) e Rondônia (11). No lado oposto, Acre, Mato Grosso do Sul, Roraima e Sergipe não registraram nenhuma morte no dia enquanto Amapá, Minas Gerais e Piauí tiveram apenas um óbito. O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho do ano passado, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal.

A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados. Nesta segunda-feira, o Ministério da Saúde informou que foram registrados 2.594 novos casos e mais 123 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 22.019.870 pessoas infectadas e 612.782 óbitos. Os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

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A REDAÇÃO

Goiás tem menor ocupação de UTIs para covid-19 desde o início da pandemia

Os hospitais estaduais goianos amanheceram nesta terça-feira (23/11) com 26% de ocupação nos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) destinados ao tratamento da covid-19. O índice é o menor desde o ínicio da pandemia no intervalo de dados disponibilizados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), que vai de 27 de maio de 2020 a 23 de novembro de 2021.

O número de internação nas UTIs dos hospitais estaduais caiu ao menor nível no momento de redução da oferta de vagas nas unidades geridas pelo Governo de Goiás. Com a redução de novos pacientes internados, a partir de setembro, a SES-GO começou um processo de desmobilização de parte da rede exclusiva de atendimento a casos de covid-19 para conseguir atender a demanda reprimida em outras especialidades de saúde.

Em meio à pandemia, a rede estadual chegou a contar com 597 leitos de UTI para atendimento apenas a pacientes com covid-19 ou sintomas suspeitos da doença. Isso ocorreu no intervalo de 11 de julho a 11 de agosto de 2021, quando a taxa de ocupação variou de 81% a 79%. A reportagem decidiu considerar os dados consolidados até segunda-feira (22/11), data na qual a disponibilidade de vagas nas UTIs estaduais era de 374.

O número de leitos de UTI disponíveis na segunda-feira – 374 – para pacientes com covid-19 ou sintomas suspeitos é a menor desde o dia 23 de fevereiro de 2021, quando 380 vagas eram destinadas ao tratamento da doença. Na manhã desta terça-feira (23/11), a plataforma da SES-GO informa que os hospitais geridos pelo Estado contam com 358 leitos de UTI para pessoas com a doença, o que representa 71,31% do total de vagas abertas no período de julho a agosto deste ano, 597.

Pior momento

Quando Goiás chegou ao pior momento nas internações por covid-19, entre 13 e 27 de março de 2021, a ocupação das UTIs estaduais atingiu o índice de 98%. De acordo com os dados da SES-GO, eram 468 leitos de terapia intensiva nos hospitais geridos pelo Estado no dia 13 de março e 502 no fim do período de maior atendimento, com 502 vagas abertas.

No momento com mais leitos em funcionamento nas UTIs estaduais, em março, Goiás chegou a ter 491 pacientes em tratamento simultaneamente nas unidades geridas pelo Estado. Hoje, 71,31% daquele total de 502 vagas continuam abertas com destinação exclusiva para pacientes com covid-19. Ainda assim, a taxa de ocupação caiu para 26%, com 88 pessoas internadas, seis vagas bloqueadas e 264 leitos disponíveis para novos pacientes nesta terça-feira.

Estaduais e particulares

Ao considerar o total de vagas de UTI para tratamento da covid-19 em Goiás, tanto na rede pública quanto na particular, o Estado já chegou a estar com 1.950 pacientes internados ao mesmo tempo em um só dia, 1º de agosto de 2021. Ao contrário do que foi registrado há quase quatro meses, na segunda-feira (22/11) o número de pacientes que ocupavam vagas com covid-19 ou sintomas suspeitos nas UTIs das redes pública e privada em Goiás era de apenas 161 pessoas.

O dia 29 de junho deste ano é a data com maior registro de leitos abertos de UTI nos hospitais privados e públicos de todo o Estado. Pela plataforma da SES-GO, as informações repassadas pelas próprias unidades de saúde davam conta de 1.555 vagas para tratamento exclusivo da doença.

Já o dia com o menor registro de leitos em funcionamento para tratamento da covid-19 nos hospitais particulares e públicos de Goiás veio em 15 de novembro de 2021, com 544 vagas abertas.

Disponibilidade dinâmica

No dia 19 de outubro, o secretário de Estado da Saúde, Ismael Alexandrino, explicou ao A Redação que a disponibilidade de leitos de UTI “sempre foi dinâmica”. “À medida que começou a diminuir drasticamente a ocupação, passamos a modificar o perfil dos leitos exclusivos de covid-19 para leitos gerais, tendo em vista que se faz necessário equilibrar e acelerar as cirurgias eletivas para outras patologias que também precisam de leitos de retaguarda”, afirmou o titular da SES-GO.

Ainda, de acordo com o secretário, “o momento permite” o remanejamento das vagas de UTI exclusivas de covid-19 para outras especialidades de saúde. “É oportuna e absolutamente necessária esta mudança de perfil”, pontuou.

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Cirurgia bariátrica pelo Imas retoma caráter de rotina a partir de 2022

As cirurgias bariátricas na rede municipal de saúde retomam em caráter de rotina a partir de 2022, em Goiânia. Segundo a prefeitura, foi montada uma força-tarefa pelo Instituto de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais (Imas) para reduzir a fila, formada especialmente devido a pandemia de covid-19. De setembro para cá, já foram realizados 47 dos 67 procedimentos cirúrgicos agendados. A meta é zerar a demanda até dezembro.

São seis médicos envolvidos na força-tarefa e quatro hospitais: Cliame, São Domingos, São Lucas e Santa Maria. Em média, as cirurgias bariátricas, que são pagas pelo Imas, custam  R$ 20 mil cada uma. Além disso, o Instituto arca com honorários médicos, anestesias, materiais cirúrgicos e serviços hospitalares.

A cirurgia bariátrica foi classificada como procedimento eletivo essencial pelo Ministério da Saúde e recomendada dentro das Diretrizes da Atenção Especializada no Contexto da Pandemia de Covid-19, publicada pela pasta. Elas estavam restringidas desde março de 2020, com uma queda de quase 70% no número de procedimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“O Imas assumiu o compromisso de arcar com os custos das cirurgias reparadoras para os beneficiários com o programa. Tem, ainda, os custos com medicamentos em geral. Temos pacientes aguardando desde março de 2020, explica o  presidente do Imas, Júnior Café.  “Este é mais um grande esforço do  novo IMAS, para zerar a fila de espera. Nosso compromisso e empenho é de prestar um atendimento de excelência aos 83 mil segurados do Instituto”, afirma.

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Goiás é o Estado com maior taxa de incidência de casos da covid-19 no País

Goiás é o Estado brasileiro com maior taxa de incidência de casos do novo coronavírus. O levantamento considera a semana 45, entre os dias 7 a 13 de novembro. Os números foram divulgados neste final de semana pelo Ministério da Saúde. De acordo com os dados do governo federal, o Estado registrou 147,7 casos por 100 mil habitantes no período citado – número quase quatro vezes maior que a média nacional (37,5).

Ao todo, Goiás contabilizou 10.504 contaminados e 80 mortos entre os sete dias. Com os resultados, o Estado fica na oitava posição em relação à taxa de mortalidade a cada 100 mil habitantes. No Centro-Oeste, os goianos lideram a taxa de incidência de casos há pelo menos três semanas, segundo as divulgações do Ministério da Saúde. Em âmbito nacional, Goiás figurou na primeira posição da incidência de casos na semana 43 e retornou ao posto na semana 45 – último boletim publicado.

Além da taxa de incidência, Goiás também é o Estado com maior número absoluto de contaminações notificadas na segunda semana de novembro: foram 10.504 infecções registradas no período – valor quase duas vezes maior que o acumulado, por exemplo, por todas as unidades federativas da Região Norte (Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), que registraram 5.623 casos.

Em relação às mortes, o Sudeste lidera com folga o ranking nacional. Foram mais de mil registros de óbitos pelo novo coronavírus, conforme o boletim do Ministério da Saúde. No Centro-Oeste, o número cai para 149 – mas apenas os números de Goiás, devido às 80 mortes confirmadas na semana 45, representam 53,6% deste valor total.

Segundo o boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (22/11) pela Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), o território goiano confirmou desde o início da pandemia 926.728 casos e 24.453 mortos pelo vírus. Outros 391 óbitos são investigados para saber se existe ligação com a covid-19.

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Corpo de idoso é encontrado atrás da UPA do Jardim Itaipu, em Goiânia

Goiânia – O corpo de um idoso foi encontrado na madrugada desta segunda-feira (22/11) atrás da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Itaipu, na Região Sudoeste de Goiânia. De acordo com informações preliminares, a pessoa estava morta em um lote baldio no fundo da unidade de saúde.

Servidores da UPA do Jardim Itaipu alegam que o idoso chegou morto à unidade. Ele foi trazido de Abadia de Goiás, a 24 quilômetros da capital, para Goiânia. A pessoa que morreu estava internada em uma clínica de reabilitação na cidade da Região Metropolitana.

De acordo com informações preliminares, a família teria sido avisada para ir à UPA reconhecer o corpo do idoso. Ao chegar à unidade de saúde, os parentes não teriam encontrado a pessoa. Os servidores da UPA do Jardim Itaipu teriam procurado o corpo, que foi encontrado em um lote atrás da unidade.

As polícias Civil e Técnico-Científica foram ao local para periciar e iniciar a investigação do caso. De acordo com testemunhas, as câmeras de videomonitoramento da área externa da UPA não estariam funcionando.

Clínica de reabilitação

O jornal A Redação entrou em contato com a clínica de reabilitação na qual o idoso estava internado. A unidade informou que o paciente passou mal por volta de 23h30 de domingo (21/11) e, “em prontidão”, foi “rapidamente” levado para a UPA do Jardim Itaipu.

“Após isso, o funcionário da unidade acusada (UPA) entrou, juntamente com o médico, ajudou a colocar o mesmo na maca a pedido do profissional, pediu para que o funcionário esperasse lá fora. Após dez minutos, o próprio médico atestou o óbito”, afirmou a clínica.

A unidade de reabilitação explicou que entrou em contato com a família, informou o ocorrido e aguardou a chegada dos parentes do idoso. “Por volta de 1h30 da manhã, filho e filha do paciente foram levados pelo médico para fazer o reconhecimento do corpo. Em seguida, os funcionários voltaram para sua unidade (clínica de reabilitação) de trabalho. A unidade prestou todo socorro possível.”

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JORNAL OPÇÃO

SMS contrata serviços de monitoramento por R$ 3,5 milhões

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) contratou a empresa New Line Sistemas de Segurança, para a prestação de serviços de monitoramento de segurança eletrônica integrada em manutenção por 12 meses. O preço da contratação é de R$ 3,5 milhões.

A licitação do serviço ocorreu mediante pregão presencial e terá vigência por um ano, a partir da emissão da ordem de serviço e também pode ser prorrogado pelo mesmo período e por um período sucessivo, desde que haja consenso entre as partes e siga as especificações estabelecidas no Edital de contratação.

Conforme o extrato do contrato publicado pela SMS, o contrato é para o monitoramento de serviços e de segurança eletrônica integrada e manualmente e segue todas as especificações e condições que estavam previstas no edital de concorrência. Todo o pagamento será feito mediante emissão de faturas.

A empresa contratada não foi encontrada até o fechamento desta reportagem. A prefeitura não nos respondeu sobre a motivação e a importância da contratação da New Line, porém o espaço continua aberto para uma resposta do Paço.

De acordo com o site da empresa, toda as documentações estão regulamenta junto à Polícia Federal e ela presta serviços de segurança e vigilância armada com o objetivo de zelar e proteger o patrimônio. Ela cita parcerias com o Banco do Brasil, a Igreja Fonte da Vida, os Correios, o Banco de Brasília (BRB) e outras instituições por todo o Estado.

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Suspensa quebra de sigilo de Bolsonaro

CPI pediu ao Supremo que Bolsonaro se retrate sobre a declaração que associa vacinas contra Covid ao aumento do risco de desenvolver Aids

Nesta segunda-feira, 22, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu a quebra de sigilo telemático do presidente Jair Bolsonaro aprovada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid. Os senadores também pediram o banimento de Bolsonaro das redes sociais. O ministro disse que o requerimento da CPI foi feito no mesmo dia em que a Comissão foi encerrada.

Além de solicitar a quebra de sigilo e o banimento das redes sociais, a CPI pediu ao Supremo que Bolsonaro se retrate sobre a declaração que associa vacinas contra Covid ao aumento do risco de desenvolver aids.

Alexandre se tornou relator do pedido de Bolsonaro porque já relata as solicitações feitas pela CPI contra o presidente.

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FOLHA DE S.PAULO

Uso de cânabis medicinal cresce; idosos são 23% dos consumidores

SÃO PAULO A importação de produtos à base de cânabis medicinal que já vinha numa escalada desde 2015 explodiu durante a pandemia de Covid-19, segundo dados inéditos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O número de autorizações de importação desses produtos passou de 8. 522 em 2019, pulou para 19. 120 em 2020 e chegou a 33. 793 até o último dia 1 de novembro.

O crescimento do mercado vem acompanhado do aumento da demanda pelos idosos. Em quatro anos, quase quadruplicou a participação das pessoas acima de 65 anos nos pedidos de importação do CBD (canabidiol, substância terapêutica derivada da Cannabis, sem efeito psicoativo).

Em 2015, o público respondia por 6, 8% do total das autorizações da Anvisa. Em 2019, essa fatia saltou para 23, 6%.

Crianças até dez anos, que antes representam 50% dessas autorizações, agora respondem por21%. O restante está distribuído nas demais faixas etárias.

Os dados são da BRCANN, associação das indústrias de canabinoides com base em dados da Anvisa, obtidos via Lei de Acesso à Informação.

Segundo Tarso Araújo, que dirige a BRCANN, mais médicos estão buscando capacitação para a prescrição da Cannabis. Os cursos são oferecidos, majoritariamente, pelas indústrias de canabinoides.

Isso ocorre a despeito de uma resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina) de 2014 que só permite que neurologistas e psiquiatras façam a prescrição a crianças com epilepsias refratárias ao tratamento convencional.

Procurado pela Folha, o CFM não respondeu aos questionamentos sobre o fato de os médicos estarem prescrevendo cânabis fora á)a chancela do conselho e se há planos de expandir as indicações para outras doenças.

Segundo médicos prescritores, na pandemia houve aumento dos casos de ansiedade, depressão e dor crônica.

O psiquiatra Mauro Aranha, ex-presidente do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo), diz que a experiência clínica com o canabidiol tem se mostrado positiva.

‘Não há trabalhos científicos mais apurados que atestem esse benefício, mas como é uma droga que não tem riscos significativos, por que não tentar? Temos autorização da Anvisa para isso’, diz.

O clínico-geral José Roberto Lazzarini afirma que o canabidiol, por ter ação neuroprotetora e anti-inflamatória, tem funcionado muito bem na tríade dor crônica, ansiedade e problemas de sono, além de Alzheimer e Parkinson.

‘No Alzheimer e Parkinson, a cânabis não altera a evolução da doença, mas melhora muito a qualidade de vida e o bem-estar. Eles começam a dormir melhor, diminui a agitação, ansiedade’

A jornalista Adília Belotti, 67, foi uma das que aderiram ao uso para aliviar a dor que sentia devido à artrose que tem nos dois joelhos. ‘Mesmo assim, sempre tive uma vida ativa, sempre gostei muito de caminhar. Mas nos primeiros meses da pandemia parei tudo, não saía de casa. No quarto, deu uma pane nos joelhos, não conseguia mais caminhar. Entrei num looping infinito de dor, corticoide e medo’

A geriatra Maisa Kairalla, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), afirma que tem sido grande a pressão dos pacientes e das empresas de cânabis para a prescrição. ‘Para ouso em idosos, nos faltam evidência. As pessoas estão usando off label, muitas vezes associam a cânabis à medicação alopática para demência’

Segundo ela, essa associação pode trazer riscos de queda aos idosos, por exemplo. ‘Dependendo da concentração, pode ser um psicotrópico. Eu não sou contra, desde que tenha evidências. ‘

No Alzheimer e Parkinson, a cânabis não altera a evolução da doença, mas melhora muito a qualidade de vida e o bem-estar. Eles começam a dormir melhor, diminui a agitação, ansiedade José Roberto Lazzarini clínico-geral

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Brasil precisa comprar mais 220 milhões de doses para garantir vacinação em 2022

Há ainda previsão de sobra de 134 milhões de unidades de 2021

Raquel Lopes

O Ministério da Saúde prevê a compra de 220 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para a campanha de imunização de 2022. O investimento estimado é de R$ 11 bilhões.

Há ainda previsão de sobra de 134 milhões de doses de 2021. Ao todo, portanto, o plano envolve 354 milhões de doses, mas a pasta estima que serão necessários 340 milhões de vacinas -ou seja, há uma margem de 14 milhões- no próximo ano para ampliar a dose de reforço para toda a população.

O governo priorizou os imunizantes da Pfizer e da AstraZeneca para o próximo ano. Segundo a pasta, os contratos para a aquisição de vacinas estão em fase final de celebração.

O contrato com a farmacêutica Pfizer prevê a entrega de 100 milhões de doses ao longo de 2022, com opção de compra de mais 50 milhões.

Um segundo contrato prevê também a aquisição de 120 milhões de vacinas AstraZeneca da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), com opção de compra de outros 60 milhões de doses.

O Ministério da Saúde pediu à equipe do ministro Paulo Guedes (Economia) o aumento de R$ 1,4 bilhão no orçamento de 2021 para garantir a compra de 100 milhões de vacinas da Pfizer para a campanha de 2022.

O recurso extra, que deve ficar dentro do teto de gastos -regra que limita o aumento das despesas públicas-, seria usado para pagar antecipadamente 20% do contrato de R$ 7 bilhões com a Pfizer, uma imposição da farmacêutica na negociação pelas doses.

A Pfizer disse, em nota, que não comenta detalhes das negociações que mantém com o governo.

Também em nota, a Fiocruz afirmou que, por causa da garantia da importação de insumo, “poderá entregar, por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), 120 milhões de doses de janeiro a junho do próximo ano, das quais 60 milhões com o IFA nacional e 60 milhões com o novo acordo”.

Mesmo com os recursos pendentes, a pasta não fez alteração nos planos de compras para a imunização contra a Covid no próximo ano, anunciados desde o dia 8 de novembro.

A previsão é distribuir apenas uma dose de reforço no público de 12 a 59 anos de idade, e uma dose por semestre para a população com mais de 60 anos de idade e imunossuprimidos.

O ministério também planeja vacinar crianças contra o novo coronavírus no próximo ano. A previsão é que 70 milhões de doses sejam destinadas ao público infantil.

“A possível necessidade de aplicação de mais doses de vacinas Covid-19 ainda é estudada pelo corpo técnico da pasta”, disse o Ministério da Saúde, em nota.

A etapa de imunização que envolve os mais jovens depende de aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A agência recebeu recentemente pedido da Pfizer para imunização do grupo de 5 a 11 anos de idade.

O Instituto Butantan, responsável no Brasil pela produção da Coronavac, teve pedido negado em agosto para vacinar crianças e adolescentes de 3 a 17 anos. Desde então o processo está emperrado, sem a apresentação formal de um novo pedido de uso pelo instituto paulista.

Na semana passada, o ministro Marcelo Queiroga (Saúde) afirmou que há doses garantidas para o próximo ano. “Em relação a 2022 nós estamos completamente seguros, ao contrário do que se diz que o ministério não planeja, se o ministério não planejasse não estaria na situação que estamos aqui”, disse.

Em anúncio feito na última terça-feira (16), o Ministério da Saúde liberou a dose de reforço da vacina contra Covid para todas as pessoas com 18 anos ou mais. A aplicação da nova injeção será realizada cinco meses após o esquema vacinal básico para todos os adultos.

A secretária extraordinária de Enfrentamento da Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite de Melo, afirmou que as doses de reforço das vacinas contra o novo coronavírus devem ajudar a barrar uma nova onda da pandemia no Brasil.

Segundo Melo, o país dificilmente chegará a um cenário de aumento de casos e mortes, como ocorre hoje na Europa, com a ampliação da imunização.

A orientação é que o reforço seja aplicado, preferencialmente, com a vacina da Pfizer. Na falta desse imunizante, pode ser aplicada a AstraZeneca ou a Janssen.

Para as pessoas que já tomaram uma vacina heteróloga entre a primeira e segunda dose -ou seja, produtos de fabricantes diferentes-, a vacina da Pfizer é que deve ser aplicada.

A decisão foi tomada após os resultados preliminares de um estudo da Universidade de Oxford sobre a dose de reforço, encomendado pelo Ministério da Saúde, mostrarem que o esquema heterólogo aumenta significativamente a imunidade.

“A vacina a ser utilizada para a dose de reforço deverá ser, preferencialmente, da plataforma de RNA mensageiro (Pfizer/Wyeth) ou, de maneira alternativa, vacina de vetor viral (Janssen ou AstraZeneca), independentemente do esquema vacinal primário”, afirmou nota técnica do ministério.

O anúncio da aplicação de uma segunda dose e de dose de reforço da vacina da Janssen para a Covid-19, também feito pelo Ministério da Saúde no dia 16, pegou de surpresa gestores de saúde, a Anvisa e até o laboratório produtor da vacina.

Segundo o anúncio da pasta, o imunizante, que vinha sendo usado em dose única, agora passa para o regime de duas aplicações, como já ocorre com as injeções da Pfizer, AstraZeneca e Coronavac.

A segunda dose deve ser aplicada dois meses após a primeira na população adulta. Já a dose de reforço deve ser usada após cinco meses do esquema primário completo. A recomendação é que seja com imunizante diferente, preferencialmente da Pfizer.

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