Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás

CLIPPING SINDHOESG 30/12/21

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.

DESTAQUES

Brasil registra 112 mortes por covid-19 em 24 horas

Conass: Brasil registra 112 mortes e 9.128 casos de covid-19 em 24 horas

Brasil sofre apagão de dados públicos, mas laboratórios veem alta de covid-19

Fiocruz libera mais 780 mil doses de vacinas contra covid-19 ao PNI

‘Os senhores vão pagar caro’, diz mensagem em e-mail enviado à Anvisa com ameaça a diretores e técnicos

Einstein diz que 60% dos casos de Covid dos últimos 30 dias são da variante ômicron; governo de SP ainda calcula 99% de delta

Aparecida de Goiânia reduz prazo de dose reforço da Janssen para dois meses

Covid-19: Goiás registra 804 novos casos e sete mortes em 24 horas

Médicos denunciam falta de medicamentos em unidades de saúde de Goiânia

Justiça garante transfusão de sangue em recém-nascidos gêmeos e filhos de testemunhas de Jeová

Hospitais privados enfrentam lotação por causa de dengue, gripe e Covid em Goiás

Hospitais particulares registram movimento atípico nos prontos-socorros neste fim de ano

ISTOÉ

Brasil registra 112 mortes por covid-19 em 24 horas

País soma 618.817 óbitos associados ao coronavírus. Autoridades estaduais confirmam 9.128 novos casos, e total de infectados vai a 22.263.834.O Brasil registrou oficialmente nesta quarta-feira (29/12) 112 mortes atribuídas à covid-19, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass).

Também foram confirmados 9.128 novos casos da doença. Com isso, o total de infecções registradas no país chega a 22.263.834, e os óbitos oficialmente identificados somam 618.817.

Diversas autoridades e instituições de saúde alertam, contudo, que os números reais devem ser ainda maiores em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação.

O Conass informou que a contagem nos estados do Ceará e São Paulo não foram atualizadas devido à indisponibilidade das bases de dados dos sistemas de informação.

Em números absolutos, o Brasil é o segundo país do mundo com mais mortes, atrás apenas dos Estados Unidos, que somam mais de 821,9 mil óbitos, mas têm população bem maior. É ainda o terceiro país com mais casos confirmados, depois de EUA (53,4 milhões) e Índia (34,8 milhões).

Já a taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes está em 294,5 no Brasil, a 13ª mais alta do mundo, atrás de alguns pequenos países europeus e do Peru.

Ao todo, mais de 283,9 milhões de pessoas contraíram oficialmente o coronavírus no mundo, e foram notificadas 5,4 milhões de mortes associadas à doença, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

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AGÊNCIA ESTADO

Conass: Brasil registra 112 mortes e 9.128 casos de covid-19 em 24 horas

Por Daniel Galvão

São Paulo, 29/12/2021 – O Brasil registrou, entre ontem e hoje, 112 óbitos causados pela covid-19, de acordo com dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgados há pouco. Com os registros, o País acumula 618.817 vidas perdidas para a doença.

O levantamento do Conass, que compila dados de secretarias de Saúde dos 26 Estados e do Distrito Federal apontou ainda 9.128 novos casos de covid-19 em 24 horas, com um total de 22.263.834 registros desde o início da pandemia.

Os dados de São Paulo e Ceará não foi computados por problemas técnicos no acesso às bases de dados do sistema de informação.

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Brasil sofre apagão de dados públicos, mas laboratórios veem alta de covid-19

Farmácias e laboratórios também registram aumento no número de casos de gripe

Em meio ao apagão de dados do Ministério da Saúde, que sofreu ataque hacker neste mês, farmácias e laboratórios têm identificado alta de casos de covid-19 e de gripe nos últimos dias. Com o avanço da variante Ômicron do coronavírus, mais contagiosa, a falta de monitoramento mais preciso preocupa especialistas. Nas redes sociais e entre pessoas públicas – como os cantores Caetano Veloso e Chico César e o vereador paulistano Eduardo Suplicy (PT) -, também aparece uma sequência de relatos.

No Grupo Fleury, a procura por testes dobrou, mas o alerta vem da taxa de casos confirmados: perto de 20%. “Estava com positividade de 3% a 2%, a nossa maior baixa. De repente começou a subir o número de pedidos e de positividade”, diz o infectologista Celso Granato, diretor clínico do grupo, um dos principais de medicina diagnóstica. “Gostaria de falar que estão fazendo mais testes por precaução, para se encontrar com a família, mas, se fosse isso, não estaria dando tanto positivo.” Segundo ele, a demanda intensificada aqui e no exterior fez com que até outros laboratórios tenham procurado o grupo para terceirizar testes, diante da dificuldade de obter insumos no mercado. Sobre a influenza (gripe), a situação também é atípica: mais de 27 mil testes só em dezembro (48% de positivos).

Situação similar é relatada pela rede Dasa, que reúne mais de 900 unidades ambulatoriais no País: a taxa de positividade da covid passou de 1,38% no dia 4 para 11,4% no último domingo. Virologista da Dasa, José Eduardo Levi diz que o índice de positividade era o mais baixo da pandemia no início do mês. São Paulo e Rio são os principais responsáveis por elevar a média. No caso da influenza, a positividade na Dasa subiu de 7% (dia 1º) para 24%, no sábado. Para Levi, as festas de fim de ano podem ser uma das explicações, assim como o avanço da Ômicron.

No exterior, essa combinação já tem resultado em recordes de casos – embora sem registros de explosões de hospitalizados e mortes, como em outras fases da crise sanitária. Dados levantados pela rede indicavam cerca de 20% de predominância da nova cepa na 1.ª quinzena do mês, média que estima chegar perto da metade até sexta.

O Grupo Pardini teve 14% de alta na realização de testes e mais positividade na última semana ante a anterior – chegou a 6,2%. No Grupo Drogarias Pacheco e São Paulo, a positividade foi de 5%, na 1.ª semana de dezembro, para 15% na última semana, e o total de testes praticamente dobrou. Já a média móvel (dos sete dias anteriores) de exames confirmados de covid relatados pelas secretarias estaduais da Saúde segue tendência distinta. Caiu de cerca de 8,7 mil no início do mês para perto de 4 mil ontem. No fim do ano, tradicionalmente, as redes têm mais dificuldade de atualizar as bases de dados e é comum que registros fiquem represados.

Em nota, o ministério informou que as plataformas para registros de dados de infectados e vacinados – como e-SUS Notifica, SI-PNI e ConecteSUS – já foram restabelecidas na última semana. “A pasta trabalha para restabelecer as demais plataformas afetadas o mais rápido possível”, disse.

Para Alexandre Naime Barbosa, chefe do setor de Infectologia da Unesp em Botucatu (SP), o País lida com o surto de gripe em meio à pandemia sem saber os rumos a tomar. “Estamos em voo cego”, critica. Ele destaca que o manejo dos pacientes infectados com o vírus causador da covid e com o da gripe é diferente, logo não ter as confirmações pode causar ainda mais complicações. “Hoje, não temos noção de qual é a gravidade do problema”, diz. Jesem Orellana, epidemiologista da Fiocruz Amazônia, destaca que os dados já tinham problemas, diante da baixa testagem e vigilância genômica – o que permite dizer por onde andam as cepas, como a Ômicron. “Dezoito meses após o início da pandemia, os sistemas deveriam estar aperfeiçoados, com erros que não deveria ter nessa altura do campeonato. Mas não ter o básico é o fundo do poço.”

Para quem apresenta coriza e dor de cabeça, os sinais confundem: covid ou gripe? Nesta semana, o designer George Eduardo Teixeira Júnior, de 35 anos, teve esses sintomas. Com laboratórios cheios, foi à farmácia atrás do teste da covid – deu positivo. “Passei por consulta médica para saber como proceder, caso tenha sintomas agravados. Por enquanto, são leves”, conta Júnior, que já tomou a 3,ª dose e se recupera em casa. A vacina não barra a infecção, mas evita hospitalizações. “Depois que fui testado, tive conhecimento de outros que tiveram a doença no trabalho.”

O receio com os vírus motiva a busca por testes assim que o corpo alerta. A empresária Valdirene Moraes, de 53 anos, estava em Maragogi (AL) semana passada e teve dor de garganta e coriza. “Cheguei ainda indisposta e fui a um hospital particular de referência”, diz. Por sorte, os exames de covid e influenza deram negativo. Nas unidades básicas de saúde (UBSs) de São Paulo, já houve filas na busca pela vacina da gripe. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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AGÊNCIA BRASIL

Fiocruz libera mais 780 mil doses de vacinas contra covid-19 ao PNI

O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz) entregou hoje (29) mais 780 mil doses da vacina AstraZeneca contra covid-19 ao Ministério da Saúde.

Com a entrega, que foi a última do ano, a Fiocruz chegou a 153,2 milhões de doses disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) em 2021.

Em janeiro e fevereiro deste ano, Bio-Manguinhos foi responsável por receber e liberar 4 milhões de doses que chegaram prontas do Instituto Serum, da Índia, para os primeiros grupos prioritários da campanha de vacinação contra a doença.

Em março, a fundação começou a entregar as doses previstas no acordo de encomenda tecnológica com a farmacêutica AstraZeneca. A partir desse contrato, chegaram a Bio-Manguinhos lotes de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) produzidos na China, para que o instituto fabricasse a vacina no Brasil.

A Fiocruz assinou ainda um acordo de transferência de tecnologia para nacionalizar a produção do IFA e se tornar autossuficiente na fabricação da vacina. Os primeiros lotes da vacina com IFA nacional já foram produzidos, e a fundação já pediu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária para que Bio-Manguinhos conste como local de produção do IFA no registro da vacina.

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PORTAL G1

‘Os senhores vão pagar caro’, diz mensagem em e-mail enviado à Anvisa com ameaça a diretores e técnicos

Mensagens foram recebidas após presidente Jair Bolsonaro pedir lista com nomes de técnicos que tomaram decisão em favor de vacinar crianças de 5 a 11 anos contra a Covid.

Uma mensagem enviada por e-mail à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ameaça diretores e técnicos da entidade por conta da recomendação da vacinação contra a Covid de crianças de 5 a 11 anos. O texto que o blog teve acesso diz: “os senhores vão pagar caro”. Essa é uma das mensagens recebidas depois que o presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu a lista com os nomes dos técnicos que tomaram a decisão em favor à vacinação infantil contra a doença.

Em uma das mensagens com ameaças, enviada na segunda-feira (27), o autor dá seu nome, CPF, declara-se como neonazista e, além do texto, mostra um vídeo executando um cachorro. É uma mensagem de “olha o que vai acontecer com vocês”.

O homem ainda diz: “irei me deslocar para da minha casa no Rio Grande do Sul até Brasília e irei purificar a terra onde a Anvisa está instalada usando combustível abençoado. O apocalipse está chegando”. A mensagem termina com uma saudação nazista e com texto de apoio ao presidente Bolsonaro.

A Anvisa enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) todas as mensagens com ameaças que diretores e técnicos da agência receberam após aprovarem a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19. O documento foi protocolado na sexta-feira (24).

A agência atendeu a uma determinação do ministro do Supremo Alexandre de Moraes. Ele deu o prazo de 48 horas para que o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, se manifestasse sobre um pedido de investigação do presidente Jair Bolsonaro por suposta intimidação de servidores da Agência. Na ocasião, o ministro também determinou que Bolsonaro prestasse explicações sobre os fatos. O despacho foi assinado na quarta-feira (22).

Moraes analisa um requerimento apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues, da REDE, que acionou o Supremo após Bolsonaro defender, em uma transmissão pela internet, a divulgação dos nomes dos integrantes da Anvisa que aprovaram a aplicação da vacina contra a Covid-19 em crianças.

Após a fala de Bolsonaro, em nota, o presidente da Anvisa e os quatro diretores da agência disseram ser alvos de “ativismo político violento”.

Vacinação de crianças

No dia 16 de de dezembro, a Anvisa aprovou o uso de uma versão da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que vai ouvir a comunidade científica e promover um “amplo debate” antes de decidir sobre a imunização de crianças.

Uma consulta pública sobre o tema foi aberta na quinta-feira (23) e seguirá até o dia 2 de janeiro. Qualquer pessoa pode participar preenchendo um formulário online. Segundo Queiroga, a decisão final será anunciada no dia 5 de janeiro.

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Einstein diz que 60% dos casos de Covid dos últimos 30 dias são da variante ômicron; governo de SP ainda calcula 99% de delta

Sequenciamento oficial do estado de São Paulo, feito por instituições ligadas ao governo estadual, indica que a maioria dos casos de Covid ainda é provocada pela delta.

Um monitoramento feito pelo Hospital Albert Einstein, de São Paulo, e atualizado no domingo (26), mostrou que 62% das amostras de Covid-19 sequenciadas pela instituição nos últimos 30 dias foram da variante ômicron.

Os dados foram obtidos a partir de uma amostragem de pacientes atendidos em todas as unidades hospitalares e laboratoriais do Einstein, segundo a empresa.

Nos últimos 30 dias, foram 22 casos causados pela variante ômicron e 13 provocados por diferentes linhagens da variante delta, dentre os sequenciados pela instituição.

Apesar disso, o sequenciamento oficial do estado de São Paulo, feito por instituições ligadas ao governo estadual, indica que a maioria dos casos de Covid ainda é provocada pela delta.

Na última semana, de 21 a 28 de dezembro, o Instituto Adolfo Lutz e o Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo sequenciaram 1.219 amostras. Só oito foram da ômicron. Outras 1.211, ou 99,3% do total, foram da variante delta.

A discrepância entre os dados de diferentes instituições ocorre em meio a um período de apagão de dados nos sistemas de monitoramento da Covid-19. Especialistas criticam a demora para sequenciar as variantes em circulação, e também as diversas falhas que os governos estaduais reportaram nos sistemas do Ministério da Saúde nas últimas semanas.

A variante ômicron foi identificada pela primeira vez no dia 30 de novembro, na capital paulista. Segundo o levantamento oficial do estado, 28 casos desta cepa já foram confirmados em São Paulo.

Mas os números do estado podem ser ainda maiores: nesta quarta (29), o sequenciamento genômico feito no laboratório do Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC detectou 3 novos casos da ômicron – dois em São Bernardo do Campo e um em São Caetano do Sul.

Além da identificação da nova variante de atenção no ABC, o laboratório também anunciou que houve um aumento no percentual de testes positivos. O índice de positividade dos testes do tipo RT-PCR, que era de 2,5% três dias atrás, está em 8% nesta quarta (29). O Centro Universitário realiza, em média, 250 testes do tipo por semana.

Mortes x vacinação

Dados de mortes por Covid-19 em São Paulo e da vacinação contra a doença no estado ao longo do ano de 2021 mostram uma queda no número de óbitos conforme a imunização da população avançou.

Os números analisados vão de janeiro até o final de novembro. Neste período, o estado alcançou a marca de 75% da população com esquema vacinal completo. Em 28 de dezembro, 78,95% da população tinha o esquema vacinal completo. Na mesma data, 95,90% dos adultos tinham tomado ao menos duas doses da vacina contra a Covid.

O gráfico mostra ainda que o mês em que mais pessoas se vacinaram com a segunda dose da vacina contra a Covid foi setembro, com mais de 9 milhões de aplicações da última etapa do esquema vacinal regular (segunda dose ou dose única).

Apesar da redução após o início da campanha, o estado de São Paulo chegou a mais de 150 mil mortes causadas pela doença ainda no começo de outubro. Se fosse um país, o estado de São Paulo seria o oitavo com mais vítimas, com número superior ao registrado em países mais populosos, como Indonésia, Inglaterra e Itália.

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A REDAÇÃO

Aparecida de Goiânia reduz prazo de dose reforço da Janssen para dois meses

Seguindo a norma técnica do Ministério da Saúde, a Secretaria de Saúde de Aparecida de Goiânia reduziu de 4 para 2 meses o intervalo de aplicação da dose reforço do imunizante Janssen na cidade. A medida visa reduzir os casos de covid-19, fortalecendo o esquema vacinal da população. Atualmente a SMS conta com 11.985 doses para reforço. Portanto, a partir desta quinta-feira (30/12), a população que recebeu a vacina Janssen até dois meses atrás pode receber o reforço.
 
A imunização com a Janssen era de dose única, mas em novembro deste ano o Ministério da Saúde passou a recomendar a aplicação de uma dose de reforço, do mesmo imunizante, até seis meses após a primeira aplicação. “A orientação é baseada em estudos científicos que mostram aumento significativo da imunidade após a aplicação de mais uma dose da vacina”, reforça a coordenadora de Imunização de Aparecida, Renata Cordeiro.
 
A coordenadora de Imunização pontua ainda que também foi ampliado o esquema vacinal para os Imunossuprimidos acima de 18 anos. “Seguindo a orientação do Ministério, os imunossuprimidos devem tomar 4 doses do imunizante contra a covid-19, reforçando assim a proteção contra a doença. A 4ª dose deve ser tomada quatro meses após a aplicação da 3ª dose. Portanto, fiquem atentos e não deixem de se imunizar e se proteger contra a covid-19”.
 
Entende-se por imunossuprimido o indivíduo com Imunodeficiência primária grave; em tratamento quimioterápico para câncer; transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) uso de drogas imunossupressoras; Pessoas vivendo com HIV/AIDS; uso de corticóides em doses ≥20 mg/dia de prednisona, ou equivalente, por ≥14 dias; uso de drogas modificadoras da resposta imune; doenças auto inflamatórias, doenças intestinais inflamatórias; pacientes em hemodiálise; e pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas.
 
O secretário de saúde de Aparecida enfatiza que é importante que todos os moradores busquem os postos de saúde para receber a vacina contra a covid-19, aumentando assim a proteção de toda a população, principalmente agora que há transmissão comunitária da variante Ômicron. “A pandemia não acabou e há variantes circulando e sofrendo mutações, o que é natural no comportamento dos vírus, mas que nos deixa em alerta para protegermos a população. Todas as pessoas devem continuar usando as máscaras corretamente, tapando o nariz e a boca, ventilar os ambientes, higienizar as mãos e fazer o distanciamento social sempre que possível”.

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Covid-19: Goiás registra 804 novos casos e sete mortes em 24 horas

Goiás registrou 804 novos casos de covid-19 e sete mortes pela doença nas últimas 24 horas. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) na tarde desta quarta-feira (29/12). Desde o início da pandemia do novo coronavírus, o Estado soma 946.911 casos e 24.668 óbitos pela doença confirmados. 


Conforme o boletim estadual, Goiás soma 916.860 pessoas que tiveram covid-19 e estão recuperadas. Além disso, a SES-GO investiga 586.080 casos suspeitos e 390 mortes para saber se há alguma ligação com a doença provocada pelo novo coronavírus. A taxa de letalidade do vírus no território goiano é de 2,61%. 

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JORNAL OPÇÃO

Médicos denunciam falta de medicamentos em unidades de saúde de Goiânia

Por Dayrel Godinho

Paço, porém, diz que os remédios estão em estoque regular nas principais unidades de urgência 

O Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego) oficiou a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) sobre diversas denúncias de falta de medicamentos (como furosemida, soro e antieméticos) e insumos para o atendimento da população. O Paço Municipal nega e diz os medicamentos citados estão com estoque regular.  

As denúncias de falta de medicamento foram feitas por médicos que atuam nas unidades de saúde de Goiânia. Estes médicos, de acordo com a presidente do Sindicato, Franscine Leão, estariam vivenciando um problema cíclico na falta de medicamentos essenciais para o atendimento de urgência, principalmente os medicamentos antieméticos, que são inibidores de vômito. Após a constatação, o Simego pediu ao Paço informações sobre os medicamentos e insumos e que os mesmos sejam disponibilizados de forma contínua e permanente.

O sindicato também já contatou o Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) sobre a falta de medicamentos que, conforme a presidente, ainda não tinha sido repostos até o final da terça-feira, 28.   Franscine diz que a situação é bastante preocupante, porque a falta de medicamento é um problema que pode interferir negativamente no tratamento de um paciente. “Tem sido habitual a falta de medicamento antiemético [inibidores de vômito] e, quando a população chega com vômito, às vezes falta medicamento para atendê-los”, diz.  

Ela reitera que a demanda tem sido uma situação “cíclica”, que sempre tem demandado a junto a SMS.  “O profissional médico quando está no pronto atendimento, quer atender com qualidade, tem que ter o mínimo para atender a população”, acrescenta.  

O que diz a SMS 

Em nota, a SMS informou que todos os medicamentos citados estão em estoque regular e disponibilizou uma planilha com o estoque da situação dos medicamentos disponíveis até às 18 horas desta terça-feira, 28, onde é possível ver o estoque de furosemida, de bromoprida e soro fisiológico em algumas das principais unidades de saúde de Goiânia. O documento, no entanto, não mostra a presença dos medicamentos em todas as unidades da rede.  

“A secretaria esclarece ainda que as compras de medicamentos são feitas de diversas modalidades para suprir a rede e não faltar medicamentos e insumos, embora nem sempre isso é possível por conta de problemas na entrega, há pedidos de reequilíbrio de preços, de prorrogação de prazo e ainda fornecedor não que cumpri com o prazo da entrega, o que acaba refletindo no planejamento da secretaria. Mas no caso dos medicamentos citados, não há falta”, disse a SMS em nota.  

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Justiça garante transfusão de sangue em recém-nascidos gêmeos e filhos de testemunhas de Jeová

Por Acaray Martins

Na decisão, a magistrada considerou que, no caso em questão, o direito à vida se sobrepõe ao direito à liberdade religiosa

Dois recém-nascidos gêmeos que são filhos de pais testemunhas de Jeová poderão receber transfusão de sangue. A autorização foi concedida pela juíza Patrícia Machado Carrijo, em plantão judicial, que acatou pedido de uma maternidade de Goiânia. Os pais das crianças não aceitavam o procedimento em razão de a transfusão ofender a fé religiosa do casal.

Na decisão, a magistrada considerou que, no caso em questão, o direito à vida se sobrepõe ao direito à liberdade religiosa, já que as crianças que nasceram prematuras, estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e podem vir a óbito caso não obtenham o tratamento necessário. Patrícia ressaltou que não se pode negligenciar o direito à vida, haja vista os direitos assegurados pelo ordenamento jurídico. O representante ministerial plantonista emitiu parecer favorável ao deferimento do pedido.

Diante disso, ela autorizou a realização de todos os procedimentos necessários a proporcionar o tratamento médico aos gêmeos, inclusive a realização de transfusão de sangue sob expressa recomendação médica. “Eles devem ser submetidos a esses procedimentos, havendo risco de morte, conforme orientação dos médicos os quais assistem os pacientes”, frisou. A juíza explicou que o ordenamento jurídico pátrio assegura ao paciente o direito de recusar determinado tratamento médico, contudo, há casos em que a proteção do direito à liberdade de crença, em níveis extremos, defronta-se com outro direito fundamental, norteador de nosso sistema jurídico-constitucional, qual seja, o direito à vida.

Ainda na peça julgadora, Patrícia observou que o relatório médico emitido pela equipe do hospital revelou a permanência dos pacientes na UTI, tendo alto risco de complicações durante a internação, como infecção, apneia, displasia bronco pulmonar, hemorragia, entre outros. “Mesmo com o uso de protocolo restrito de transfusão de hemoderivados, ainda assim, as crianças precisam da transfusão, já que se tratam de prematuros que apresentam alto risco durante os primeiros meses de vida”, finalizou.

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MAIS GOIÁS

Hospitais privados enfrentam lotação por causa de dengue, gripe e Covid em Goiás

Demanda nos prontos-socorros aumentou cerca de 50% desde a segunda quinzena do mês de novembro

Os hospitais privados de Goiás enfrentam lotação por causa de casos suspeitos de dengue, gripe e Covid-19. Segundo a Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade (Ahpaceg-GO), a alta demanda ocorre nos prontos atendimentos e é atípica para o período de final de ano. Os índices de procura ultrapassam os registrados no mesmo período no primeiro ano de pandemia, em 2020.

De acordo com a entidade, a maior procura é por parte de pessoas com sintomas de gripe e dengue. Os pacientes chegam com queixas de febre, tosse, dor de garganta, dor de cabeça e no corpo. Há, também, demanda para o diagnóstico de Covid.

Alta demanda: veja a situação de hospitais privados em Goiás

Conforme expõe a Ahpaceg, um dos hospitais associados, localizado na região Sudoeste da capital, atendeu cerca de 350 pacientes no pronto atendimento somente na segunda-feira (27). Foram quase 100 atendimentos a mais do que o maior número diário já registrado na unidade de saúde.

Em outro hospital associado, localizado no Setor Oeste, o aumento começou em outubro, com a transição de atendimentos para casos clínicos não Covid-19. Naquele mês, foi registrado um crescimento de 6% na demanda. Em novembro, esse percentual subiu para 10% e, em dezembro, já superou 20% de aumento.

Situado no Setor Bueno, o Hospital Amparo registrou crescimento de cerca de 50% na demanda de dezembro em relação a novembro no pronto atendimento.

A situação repete-se em outras regiões de Goiânia e no interior, como em Rio Verde. O reflexo da alta demanda tem sido prontos atendimentos cheios e o aumento no tempo de espera, pois mesmo com mais médicos na equipe, os hospitais não têm conseguido manter o tempo habitual de assistência.

Apesar da lotação, a orientação da Ahpaceg a pacientes com esses sintomas é que continuem procurando atendimento médico-hospitalar.

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SAGRES

Hospitais particulares registram movimento atípico nos prontos-socorros neste fim de ano

No público ou privado, quem precisa de atendimento médico neste final de ano tem se deparado com prontos-socorros lotados e uma longa espera em função disso. Em entrevista à Sagres, o presidente da Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg), Haikal Helou, afirmou que isso liga um sinal de alerta, pois há cerca de sete dias a procura por atendimento médico aumento de 35 a 50% nas unidades emergenciais.

“Dentro das unidades de um hospital, nós podemos ter um aumento da procura por internações, por consultas, por terapia intensiva e o que nós temos agora é um aumento da busca ativa por prontos-socorros, por atendimento emergencial. Em um período que isso tende a desacelerar no ano, aumentou substancialmente”, explicou o presidente.

Justamente pelo fato de esperar uma desaceleração, como geralmente ocorre nessa época, Haikal declarou que este aumento repentino pegou todos de surpresa. “No geral nós tendemos a diminuir as equipes nesta época do ano, mas isso tudo será restabelecido. É uma situação de aparente normalidade e, de repente, há uma confusão brutal em cinco dias. Não tem como prever, não tem como planejar o imponderável, nós não tínhamos ideia que chegaria a esse ponto em Goiânia”, reforçou.

Como, por enquanto, as buscas estão concentradas em prontos-socorros, o presidente da Ahpaceg disse acreditar que há uma tranquilidade um pouco maior, quando se compara com a pressão em cima de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Porém, caso necessário, Haikal contou que já tem preparado ações de emergência.

“Nós estamos alertando as equipes que podem estar de licença da possível necessidade de mobilização imediata, estocando as medicações dentro da possibilidade que devem ser as mais utilizadas e ativando a comunicação entre nós para transferências intra-hospitalares. Mas ainda não precisamos de nada disso”, detalhou o presidente que ainda afirmou que a Covid-19 foi como um “doutorado” para saber lidar com situações de muita pressão hospitalar.

Doenças virais

Haikal Helou explicou que há uma conjunção de fatores para o aumento nas buscas por prontos-socorros, como as novas cepas da H3N2 (Darwin) e do Sars-Cov 2 (Ômicron), além de mais registros de casos de dengue. Uma das questões é que doenças virais costumam ter sintomas iniciais parecidos, mas com tratamentos semelhantes também.

“É hidratar esse paciente, diminuir a febre e usar analgésico caso ele sinta dor, enquanto faz a investigação. O mais importante é um bom exame clínico, médico, a história, onde o paciente esteve, como estavam as pessoas no local, se tem surto de dengue na região, algumas característica da doença e exames complementares”, informou Haikal, que também alertou para um tempo maior de espera nos resultados dos exames, diante do volume de pedidos.

Em relação ao modo como as doenças que mais estão sendo identificadas são transmitidas, o presidente da Ahpaceg pediu que as pessoas tenham mais cuidado. Segundo ele, medidas como o distanciamento social, higienização das mãos e uso de máscara precisam ser mantidas, enquanto, pela dengue, é importante estar atento aos focos do mosquito aedes aegypti.

Confira a entrevista completa: https://sagresonline.com.br/hospitais-particulares-registram-movimento-atipico-nos-prontos-socorros-neste-fim-de-ano/

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Assessoria de Comunicação

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