Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás

CLIPPING SINDHOESG 31/03/21

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.

DESTAQUES

Músicos fazem apresentação em frente a hospital de Goiânia

Grupo Unimed tem a maior alta no lucro desde 1998

País aproxima-se de 4 mil mortes em 24h

Operadoras recomendam adiamento de cirurgia eletiva

Qualicorp: Lucro líquido soma R$ 67,6 milhões no 4º trimestre

Estudante de medicina de 24 anos morre de Covid-19 em Goiânia

Aparecida de Goiânia segue com altas taxas de ocupação de leitos de UTI

Médicos e enfermeiros se unem para levar música e alegrar pacientes com Covid-19 em hospital de Goiânia

TV ANHANGUERA

Músicos fazem apresentação em frente a hospital de Goiânia

https://globoplay.globo.com/v/9396169/

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CORREIO BRAZILIENSE

País aproxima-se de 4 mil mortes em 24h

Óbitos pela covid-19 disparam entre segunda-feira e ontem: 3.780, segundo o Ministério da Saúde e o Conass. Total de vidas perdidas para a doença é de quase 318 mil. Esgotamento do sistema leva estados a utilizarem protocolo sobre prioridade para ocupar um leito de UTI

O Brasil bateu, ontem, um novo recorde de mortes pela covid-19 ao confirmar 3.780 óbitos, em 24 horas, e somar 317.346 vidas perdidas. O número registrado de segunda-feira para ontem supera o total registrado em semanas inteiras, entre outubro e novembro de 2020, quando o país observava uma queda nas notificações diárias.

A escalada nas mortes e casos da doença ocorre no Brasil desde o final de fevereiro, na semana epidemiológica 8 (21 a 27 de fevereiro), após as festas de fim de ano. Sem dar trégua, o registro de casos continua puxando a média móvel para cima e o Ministério da Saúde computou mais 84.494 infecções. O país ultrapassou a marca dos 3 mil óbitos em 23 de março e a contagem vem sendo puxada por São Paulo — que, ontem, voltou a ultrapassar as mil vidas perdidas em 24 horas pela quarta vez: 1.209, totalizando 73.492 vítimas.

A situação do Brasil é tão crítica que os óbitos de ontem da covid-19 representam, segundo a plataforma Worldometers, quase a soma dos nove países com mais registros diários de mortes: Estados Unidos (872), Itália (529), Polônia (461), Rússia (409), Índia (355), França (348), Ucrânia (286), Hungria (274) e Alemanha (234) — total de 3.750, conforme dados coletados às 22h.

No mesmo dia em que o número de mortes diárias se aproximou das 4 mil, entidades estudantis organizaram atos em diversas cidades, por ocasião do Dia Mundial da Juventude. As manifestações pediram “vida, pão, vacina e educação” e a saída do presidente Jair Bolsonaro. Organizados pela União Brasil Brasileira dos Estudantes Secundaristas, União Nacional dos Estudantes e Associação Nacional de Pós-Graduandos, os protestos aconteceram em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Teresina, Manaus e Brasília.

Procedimento

Os números crescentes da covid-19 têm levado não apenas à formação de filas para ocupar um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas à criação de protocolos com os perfis de quem poderá ocupá-lo. Em Santa Catarina foi estabelecido um rol de procedimentos cujo objetivo, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, é “tornar transparente e impessoal os critérios de eleição de pacientes” para aquele que terá direito à vaga.

O documento foi recomendado pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), pela Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede), pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e pela Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP). “Desde antes do surgimento da covid-19, já era recomendado o protocolo da Amib para todo paciente que desse entrada na UTI. Nesse caso, o paciente precisa ser avaliado do potencial benefício da unidade para ele”, diz a nota oficial da secretaria de Saúde catarinense.

Em abril do ano passado, quando a crise sanitária mundial começava a avançar, a Amib elaborou o Protocolo de Alocação de Recursos em Esgotamento Durante a Pandemia por Covid-19. Feito por uma comissão técnica de intensivistas, já se previa o colapso do sistema de saúde, de forma que “decisões em relação a quais pacientes serão alocados os recursos escassos tornar-se-ão inevitáveis”.

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VALOR ONLINE

Grupo Unimed tem a maior alta no lucro desde 1998

Indicador alcançou R$ 520,2 milhões, 91,8% superior ao registrado em 2019 Mesmo com uma pandemia que deixou em xeque o setor de saúde, a Central Nacional Unimed, cooperativa nacional da marca, fechou 2020 com um lucro líquido de R$ 520,2 milhões, 91,8% superior ao registrado em 2019 e recorde do grupo desde sua criação, em 1998.

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ISTOÉ

Qualicorp: Lucro líquido soma R$ 67,6 milhões no 4º trimestre

A Qualicorp reportou lucro líquido de R$ 67,6 milhões no quarto trimestre, alta de 12,4% ante os R$ 60,1 milhões registrados no mesmo período de 2019. No ano de 2020, a empresa apresentou lucro líquido de R$ 392,1 milhões, com acréscimo de 5,3% ante 2019. Entre os destaques do período, a empresa cita.

Em comentários da direção que acompanham o balanço, a empresa reforça que a melhora na performance no comparativo entre mesmos trimestre se deve à redução de despesas não-recorrentes e melhora no resultado financeiro, ajudado ainda por menores amortizações. “Olhando para os próximos trimestres, acreditamos no potencial de geração de valor da companhia a partir do crescimento do portfólio de vidas, sem variações relevantes em suas margens operacionais, de modo que as eficiências que vem sendo obtidas na operação sejam revertidas na aceleração dos projetos de crescimento”, afirma a administração em nota que acompanha os resultados.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado atingiu R$ 190,3 milhões no último trimestre do ano passado, com queda de 16,8% em comparação aos R$ 228,8 milhões do mesmo período do ano passado. A margem Ebitda caiu de 44,0% no ano passado para 36,9% neste trimestre. Em 2020, o Ebitda ajustado somou R$ 938,9 milhões, queda de 2,6% frente a 2019.

A receita líquida da empresa diminuiu 0,8% no comparativo entre mesmos trimestres e chegou a R$ 515,1 milhões neste ano. Frente ao terceiro trimestre foi apurada queda de 1,8%. No ano acumulado do ano, a receita somou R$ 2,025 bilhões, alta de 1,2% ante 2019. As despesas administrativas diminuíram 31,2% nos últimos três meses do ano passado, de R$ 162,5 milhões para R$ 111,9 milhões.

A dívida líquida da companhia em relação ao Ebitda passou de 0,45 vez no final de setembro para 0,78 vez neste trimestre. Ao final de 2019, essa relação estava em 0,93 vez. O montante da dívida no período caiu 18,3% ante igual período do ano anterior, de R$ 893,9 milhões para R$ 729,8 milhões, como consequência da forte geração de caixa e da não distribuição de dividendos no trimestre. No terceiro trimestre de 2020, porém, a dívida líquida somava R$ 388,2 milhões.

Entre outubro e dezembro, a geração de caixa operacional da Qualicorp (antes de investimentos) foi de R$ 85,6 milhões, 56% menor no comparativo anual e 60% inferior em relação ao terceiro trimestre em função do menor Ebitda ajustado.

Entre os destaques do período, a empresa cita o aumento de 4,3% no portfólio de adesão total, e acréscimo de 9,1% no segmento Médico-Hospitalar em relação ao terceiro trimestre, com adição líquida de 99,3 mil vidas no quarto trimestre e queda de 20% na taxa de cancelamentos (churn) ante igual período do ano anterior e de 30% em 2020.

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O GLOBO

Operadoras recomendam adiamento de cirurgia eletiva

Nota da ANS, no entanto, diz que procedimentos estão mantidos, apesar de a prioridade ser a Covid

POLLYANNA BRÊTAS

Diante do recrudescimento da pandemia no país, operadoras de planos de saúde comunicaram a médicos e usuários a suspensão temporária dos procedimentos eletivos. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no entanto, afirma, em nota técnica, que os prazos para realização de cirurgias e exames estão mantidos, apesar de o atendimento aos casos graves de coronavírus ser prioridade.

Segundo a ANS, a suspensão de cirurgias eletivas não é a melhor medida para ampliar leitos para tratamento de pacientes com a Covid-19.

A Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) defende a suspensão imediata de procedimentos adiáveis nas regiões críticas do país, onde os insumos necessários para o atendimento estão escassos e a rede hospitalar se encontra sobrecarregada.

– Os nossos esforços agora são para conseguir vagas e leitos para os doentes de Covid-19. A situação da rede privada é muito grave em São Paulo, Brasília e Rio. Enquanto isso, recebemos pedidos para realização de cirurgia bariátrica – afirma – Marcos Paulo Novais, superintendente executivo da Abramge.

DENÚNCIA À ANS

Para Bruno Sobral, secretário executivo da Confederação Nacional da Saúde, o adiamento de um procedimento deve ser avaliado pelo médico:

– Há lugares no país em que dá para fazer algumas cirurgias eletivas. Em outros, não dá para fazer nada, por causa da ocupação de pacientes com Covid. A situação da pandemia é dispare nas regiões do país, e uma suspensão nacional, como ocorreu no ano passado, não seria adequada.

Francisco Morato, presidente da Federação dos Hospitais, afirma que redes de prestadores de serviço devem ter independência para decidir sobre a realização de um procedimento em suas dependências.

– Não temos só Covid no Brasil. Há pacientes cardiopatas, oncológicos, que precisam de tratamento. Não se pode colocar em risco a vida do paciente ou agravar sua saúde.

Ana Carolina Navarrete, coordenadora do Programa de Saúde do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idee), afirma que, ao suspenderem procedimentos unilateralmente, as operadoras ultrapassam suas atribuições:

– O que estamos vendo são as operadoras dizendo que estão suspendendo mesmo com a AN S dizendo que não é para suspender. O usuário que tiver o procedimento negado ou não respondido no prazo deve denunciará ANS.

As operadoras que se anteciparam nas suspensões agora dizem que apenas “recomendam” o adiamento dos procedimentos. Após a nota técnica da ANS, a Unimed-Rio declarou que “recomenda que as cirurgias eletivas agendadas e que possam ser postergadas sem prejuízo à saúde do paciente, sejam suspensas até que a situação volte à normalidade”. Já a Amil afirmou que havia suspendido, entre 24 e 26 de março, as autorizações para cirurgias eletivas e exames eletivos realizados em ambiente hospitalar. No entanto, as autorizações foram retomadas no último sábado.

Já o Grupo NotreDame Intermédica diz que está priorizando atendimentos de pacientes graves de Covid-19 e de pessoas em tratamentos que não podem ser interrompidos ou adiados, como parto, oncologia e traumas, entre outros.

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JORNAL OPÇÃO

Estudante de medicina de 24 anos morre de Covid-19 em Goiânia

Por Fernanda Santos

Bruno Francalino da Silva era aluno da Universidade Federal de Goiás (UFG)

O estudante de medicina Bruno Antônio Francalino da Silva, de 24 anos, é uma das 11.432 vítimas fatais da Covid-19 em Goiás. Ele morreu na noite do último domingo, 28, após ficar internato em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de uma hospital em Goiânia.

Bruno estava prestes a iniciar o terceiro ano do curso na Universidade Federal de Goiás (UFG). O diretor do curso, Fernando Carneiro, publicou nota de pesar. “A diretoria desta faculdade esteve muito próxima e presente acompanhando essa luta. Que Deus conforte a família neste momento de profunda dor e expresse as mais sinceras condolências pela grande perda”, escreveu.

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) também se manifestou sobre a morte do estudante em sua página no Instagram. “Está mais do que comprovado que a juventude também corre o risco de se contaminar e ter complicações do vírus. Mais ainda sendo profissional em formação na área da saúde. É preciso exigir vacinação em massa para a população já e cobrar que medidas mais rígidas sejam tomadas pelo Estado e o Município”, publicou.

Até a última terça-feira, 23, a UFG já havia perdido 31 profissionais para a Covid-19, sendo 13 professores e 18 técnicos administrativos.

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Aparecida de Goiânia segue com altas taxas de ocupação de leitos de UTI

Por Nathália Alves

Cidade apresenta 100% de ocupação dos leitos de UTI da rede privada e 90% de ocupação na rede pública

A ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na rede privada da cidade de Aparecida de Goiânia encontra-se na marca dos 100% nesta tarde de terça-feira, 30. Já a rede pública apresenta uma ocupação de 90%. Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde de Aparecida (SMS), foram registrados 194 novos casos da doença somente nas últimas 24 horas. 

No total, a cidade já conta com 56.595 casos confirmados de infecção por covid-19, além de 915 óbitos e 1.030 casos ativos. O Jardim Buriti Sereno, Setor Cidade Vera Cruz e o Jardim Tiradentes, seguem sendo os bairros que apresentam mais casos confirmados da doença. Segundo gráfico feito pela SMS de Aparecida de Goiânia, a faixa etária que apresenta mais infectados por coronavírus na cidade é a que vai de 30 a 39 anos, representando 25% do total.

Testes e vacinações

Segundo o chamado “Placar da Vida” da cidade de Aparecida de Goiânia, já foram aplicadas 45.741 doses da vacina contra a covid-19. Também já foram realizados 236.130 testes do tipo RT-PCR para a detecção da doença.

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PORTAL G1

Médicos e enfermeiros se unem para levar música e alegrar pacientes com Covid-19 em hospital de Goiânia

Imagem mostra quando profissionais tocam e cantam música religiosa pelos corredores das UTIs. Objetivo é tentar levar conforto para quem está lutando dia após dia para vencer a doença.

Por Guilherme Rodrigues, G1 GO

Médicos e enfermeiros se uniram para levar música e alegrar pacientes com Covid-19 internados em um hospital de Goiânia. Um vídeo mostra quando os profissionais tocam e cantam uma música religiosa pelos corredores das Unidades de Terapia Intensiva (UTI). O objetivo é tentar levar conforto para quem está lutando dia após dia para vencer a doença.

Enfermeira-chefe, Stefany Nogueira disse que ajudou a organizar a ação, que deve acontecer quinzenalmente no Hospital do Rim. Ela relatou ainda que o grupo se prontificou a propor o momento de conforto tanto para os pacientes quanto aos profissionais que trabalham incansavelmente na luta contra a Covid-19.

“Foi surreal. Você vê os pacientes agradecendo depois. [É um momento] também para os colaboradores que estão passando por um momento difícil, que estão cansados, mas não desistem. Foi único, muito emocionante”, disse a enfermeira.

A estudante de música Michele Guedes Lisboa, de 16 anos, foi convidada para participar da homenagem. Ela recebeu orientações de segurança e usava Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para não se contaminar. No vídeo, a adolescente é quem está tocando violino.

“A música pode animar, revigorar, dar forças. Imagino que alguns pacientes se sentiram revigorados”, contou.

História dos pacientes

A diretora do hospital, Lilian Costa, explicou que o projeto de levar música aos pacientes surgiu a partir de outro projeto. Nesta ação, com a ajuda dos familiares, a história da pessoa é levantada pela equipe: profissão, filhos, hobbies, preferências de comida, músicas e assim por diante.

Com base nessas informações, é feito um relatório e fixado na porta do quarto do paciente com Covid-19. Isso é para que o profissional, seja médico, enfermeiro ou da equipe de limpeza, crie uma relação de mais empatia com o paciente e estabeleça um vínculo.

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Rosane Rodrigues da Cunha 
Assessoria de Comunicação  

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